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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Assembleia reafirma greve e aprova calendário de atividades

Foto: Jesiel Araujo
Aconteceu hoje, 6/12, a assembleia de greve do SINTUFF que teve as seguintes resoluções votadas:

- Continuidade da greve
- Solicitar nova reunião com reitor para encaminhar assuntos como despejo das sedes, relação sindicato e entidade, revogação da EBSERH e revogação das portarias.
- Convocar protestos de rua nos estados no dia 13/12.
- Nota pública unificando a luta contra o ajuste com a luta contra a corrupção:
I) Contra a PEC 55, reforma da previdência.
II) Contra o ajuste nos estados
III) Confisco de bens dos políticos e empresários corruptos
IV) Expropriação das empreiteiras envolvidas na corrupção
- Propor a Frente Povo sem Medo e Brasil Popular transformar o dia 13/12  em um dia de greve geral


- Calendário de Atividades

7/12 às 14h - Ato de estudantes e servidores nas Barcas

8 e 9/12 às 6h - Paralisação do ambulatório do HUAP e ato em frente ao hospital

12/12 às 7h - Ato no HUAP

12/12 às 14h - Comando de Greve no Bandejão do Gragoatá

13/12 às 14h - Assembleia de Greve no Bandejão do Gragoatá


ATENÇÃO - CALENDÁRIO ATUALIZADO:



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Assembleia reafirma paralisação dia 29/6 e convoca para ato no CUV

Foto: Jesiel Araujo
Aconteceu hoje a Assembleia Geral do SINTUFF com a pauta Informes e 30 horas e ponto eletrônico.
Durante os informes falou-se sobre uma reunião que o reitor teve com diretores da UFF para planejar a imposição das 40h. Também foi trazida a notícia sobre a retirada do diretor de enfermagem eleito, Enderson, de seu cargo para a entrada de algum indicado da EBSERH. Enderson ainda tinha tempo a cumprir de seu mandato.
Votou-se uma reafirmação da posição da categoria em relação à luta pelas 30 horas e contra o ponto eletrônico. O estado de greve se mantém e caso o reitor não negocie com a categoria os trabalhadores deflagrarão o movimento paredista.
Corroborou-se nesta mesma votação a participação de todos no CUV da próxima quarta-feira, 29/6, 9h, na Geociências, para cobrar o reitor e os conselheiros sobre as questões das 30 horas, ponto eletrônico e despejo do SINTUFF.

Portanto, todos ao CUV! 29/6, 9h, auditório da Geociências.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Assembleia vota mobilização em defesa das 30 horas

Foto: Jesiel Araujo
Aconteceu hoje, (2/6), no auditório da Escola de Serviço Social, a Assembleia Geral do SINTUFF.
A assembleia iniciou com os informes. O companheiro Luciano informou da perseguição que os companheiros da ASUNIRIO vêm sofrendo. Três diretores da entidade estão sofrendo processo administrativo de desligamento, dois deles estão sem receber salário. Foi sugerida uma moção de apoio em solidariedade aos companheiros. A coordenadora Sandra falou sobre o ato em que o SINTUFF esteve presente, no centro do Rio, em defesa dos direitos das mulheres e contra a cultura do estupro. A coordenadora Lígia falou sobre o enfrentamento à EBSERH e a luta unificada de técnicos-administrativo, estudantes e professores do HUAP pela revogação do contrato. O coordenador Pedro Rosa falou sobre o assédio que vem sofrendo na universidade por se engajar na luta contra o autoritarismo do reitor. Ao consultar a prévia do contracheque de maio, constatou que foram aplicadas diversas faltas justamente no período em que seu filho ficou doente.

Dentre as resoluções tiradas, está a decisão pela prorrogação do mandato da atual gestão. A data de encerramento seria o próximo dia 14, antes do final do pleito para eleger a nova coordenação. Sendo assim, foi decidido que a presente administração será mantida até dia 14/7 para garantir que não haja vacância na coordenação do sindicato durante o pleito e também no período de resoluções burocráticas pós eleição. Ficou decidido que a chapa vencedora, a partir do momento em que for assim declarada, terá direito em participar das decisões da gestão atual, mesmo antes do final da prorrogação, até que a nova coordenação seja oficialmente empossada.

Em relação as 30 horas, foi falado sobre a proposta da reitoria de flexibilização de carga horária, que atende apenas uma parte dos servidores. A parte da categoria que não se encaixa na proposta, deverá cumprir 40 horas, sendo 30 horas presenciais e 10 horas de trabalho remoto, algo inaceitável e que não vamos aceitar de cabeça baixa. 30 horas é direito de todos.
Em relação ao despejo, foi mencionada a reunião em que a reitoria se comprometeu analisar a situação e negociar com o sindicato. Porém, dias depois o SINTUFF recebeu mais uma ordem de despejo com ameaça de usar força policial para desocupar o sindicato. O SINTUFF continuará resistindo.
Em relação a conjuntura nacional, a posição consensual foi continuar lutando contra o PL 257 e pelo Fora Todos.

Votou-se também a participação no dia 10/06 de um dia de luta convocado pela FASUBRA e uma pequena delegação para participar da plenária da FASUBRA nos dias 19 e 20/6, que acontecerá durante o período das votações para a nova coordenação executiva e conselho fiscal do SINTUFF.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Departamento Jurídico do SINTUFF entra com processo administrativo na Reitoria

O SINTUFF  protocolou requerimento administrativo na Reitoria da Universidade (processo administrativo nº 23069.004523/2016-10) pleiteando a nulidade da determinação de serviço PROGEPE nº 002 de 4 de março de 2016 - que determinou que todas as progressões por capacitação se darão de forma sequencial, ou seja, a cada nível, independente do número de horas executadas no curso realizado.
Além da nulidade da DTS, a entidade sindical requereu a manutenção do modelo de deferimento da progressão por capacitação em conformidade ao número de horas cumpridas pelo servidor em cada nível de progressão e, por último, a abstenção de qualquer alteração nas progressões já concedidas e implementadas nos vencimentos dos servidores e de qualquer desconto que por ventura possam ser realizados na remuneração à título de reposição ao Erário.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

CUV marcado por protesto de servidores e estudantes contra a EBSERH

Estudantes e técnicos contra a EBSERH. Fotos: Jesiel Araujo
Aconteceu hoje, dia 25/5, a sessão ordinária do Conselho Universitário (CUV). Na reunião foi abordada mais uma vez a situação do hospital e o despejo do SINTUFF. A conselheira Márcia Carvalho iniciou falando sobre o HUAP e o perigo que os pacientes estão correndo na emergência, onde várias patologias são atendidas juntas. O coordenador Pedro Rosa levantou a questão do despejo, falou da reunião ocorrida dia 10/5 e da negativa por parte da reitoria em negociar com o sindicato. O diretor Tarcísio Rivello foi muito vaiado ao tentar falar no conselho. Servidores e estudantes protestaram com cartazes e gritos de ordem contra a adesão da EBSERH no HUAP. Os conselheiros mostraram indignação com a situação em que o hospital está funcionando.
A conselheira estudantil Mariane questionou a posição do DCE em relação a aprovação da EBSERH no CUV. A representante do DCE, Gabi, numa vergonhosa posição, disse que o DCE é contra a EBSERH, mas que os representantes estavam livres para votar suas posições. Ainda disse que representantes do DCE também sofreram com repressão da polícia, porém existem fotos que mostram estes mesmos chegando atrasados pro Conselho e em nenhum registro eles são vistos apoiando a mobilização contra a EBSERH no dia da votação.
Antes da ordem do dia, realizou-se a posse dos novos conselheiros técnico-administrativos.
Foi concedida fala a um dos recém empossados e o conselheiro Vladimir fez uso da palvra. Falou sobre a inconstitucionalidade da entrada da EBSERH no HUAP. Disse que o Brasil está perdendo todos os hospitais escola que estão sendo cedidos à empresa. Responsabilizou os conselheiros que foram coniventes com a vergonhosa aprovação mostrando de forma contundente vários malefícios que a EBSERH trará.
Novos conselheiros empossados protestam contra a EBSERH
Sobre o despejo, o professor Palharini, apoiado por diversos conselheiros, sugeriu a criação de solução negociada garantindo a permanência do SINTUFF na sede. Já o chefe de gabinete do reitor sugeriu viabilizar uma solução, sem garantir a permanência. 
Antes da votação da solução, uma conselheira questionou se o quórum era suficiente para a votação. Foi então feita uma verificação e a solução não foi votada por falta de quórum.
Ao final, os novos conselheiros universitários foram empossados. Vemos mais uma vez um golpe da administração que usa mecanismos burocráticos para impedir a aprovação de medidas favoráveis aos trabalhadores. A luta contra o despejo não vai parar.

Contundente fala de Wladimir, novo conselheiro suplente, expões EBSERH e sua natureza nociva

terça-feira, 10 de maio de 2016

Reunião na reitoria discute questões importantes para a categoria

Foto: Jesiel Araújo
Aconteceu hoje (10/5) uma reunião com o pró-reitor da PROGEPE, Tulio Franco e o chefe de gabinete do reitor, Alberto di Sabatto, com os coordenadores do SINTUFF, Pedro Rosa e Ligia Martins além dos servidores Nilo (representando os bibliotecários em luta) e Luciano Pita (representando o grupo BASE). O corpo jurídico do sindicato também estava presente para dar auxílio. Na pauta estavam a defesa das 30 horas, o despejo do SINTUFF, o HUAP e o duplo vinculo.
Os coordenadores do SINTUFF defenderam que as 30 horas devem ser mantidas em toda a UFF e não apenas em alguns setores, como pode ocorrer se for usado o decreto da flexibilização da jornada, como falou a reitoria. O pró-reitor disse que quer acabar com a informalidade e está estudando formas para isso, e que já concluiu a primeira fase dos estudos. A proposta dará cobertura para aproximadamente 40% dos servidores, os quais estariam aptos a continuar nas 30 horas. A reitoria diz estar estudando o que fazer com os 60% que não serão cobertos com o decreto. O SINTUFF também lembrou na reunião que o atual reitor, durante a sua campanha, garantiu que respeitaria a conquista das 30 horas, mas não é o que está acontecendo com a portaria 55.442. Tulio disse que haverá uma comissão com a participação de técnicos administrativos para avaliar as opções.
Como o argumento central da reitoria era de que estavam sendo pressionados pelo Ministério Público, pela justiça e pelo TCU, o SINTUFF solicitou fosse disponibilizados todos os documentos que envolvem esse assunto e que fosse revogada a portaria. Se encerrou o ponto com o compromisso de adiar a conclusão dos trabalhos da comissão criada pela portaria, que o reitor iria disponibilizar os documentos do Ministério Público e voltará a discutir o tema com os servidores.
Em relação ao despejo do SINTUFF, a reitoria alega que o sindicato foi notificado várias vezes, mas o SINTUFF não recebeu nenhuma notificação, apenas a ordem de despejo. A reitoria volta a afirmar que não é uma posição política e sim pressão do Ministério Público e do TCU. Porém, o SINTUFF afirmou que o TCU pede a regularização, já que não pode haver uso de organização privada dentro do espaço público gratuitamente. Sendo assim, a posição do TCU engloba SINTUFF, DCE, DA's ACHUAP, mas o reitor está exigindo somente a saída do SINTUFF, demonstrando uma opção política de selecionar quem vai expulsar da UFF. 
Depois de muita discussão, o SINTUFF disse que era a primeira vez que o assunto entrava na pauta em reuniões com a reitoria e que estava disposto a discutir a regularização, mas não aceitava perseguição politica. Se reforçou o interesse em regularizar a situação e permanecer no espaço. Os advogados do sindicato sugeriram uma audiência em conciliação e uma reunião para formalizar as decisões sobre o assunto. A reitoria nesse ponto disse que iria analisar a ideia de regularizar o espaço para uso do SINTUFF e responderia a entidade.
Outra questão levantada foi o duplo vinculo. O pró-reitor informou que em caso de acumulo ilícito, orientou que o servidor deve decidir em qual local quer permanecer e então, se desejar, pedir demissão ou reduzir a carga horária.  O sindicato exigiu que o servidor tenha direito à defesa e que possa comprovar que o acumulo é licito. Ficou acertado que o sindicato deverá ser notificado nesses casos.
Ao final, foi exposta a situação do HUAP, que fechou 40 leitos recentemente, mesmo com a entrada da EBSERH e encontra-se em péssimas condições de funcionamento, devido ao fim do contrato dos terceirizados. Foi informado que o hospital está com a administração dividida por enquanto e que o tempo de transição para a EBSERH é de 12 a 18 meses. A contratação imediata de pessoal por processo seletivo simplificado foi encaminhada e será aberto concurso público em fevereiro. O SINTUFF exigiu a renovação do contrato dos trabalhadores e o retorno do funcionamento normal do hospital. O sindicato continuará na luta em defesa do direito dos trabalhadores. Além disso, quer que volte a discussão unificada do SINTUFF com a reitoria e a presença do representante da EBSERH, pois muitas coisas estão em aberto e o contrato não foi discutido coletivamente com a comunidade.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Paralisação com conquistas e avanços

Fotos: Barbara Hauret
A paralisação de hoje começou com panfletagem no HUAP e em frente ao prédio da reitoria. A paralisação teve grande adesão dos servidores, inclusive de setores que não tem histórico de paralisar, como a reitoria. Os trabalhadores protestaram contra a entrada da EBSERH no HUAP, o fechamento de 40 leitos no hospital, a ameaça às 30 horas, pela revogação do despejo do SINTUFF e condições de funcionamento da biblioteca. A categoria exigiu uma reunião com o Sidney Mello, mas foram impedidos de entrar no prédio da reitoria, de uma forma totalmente antidemocrática e seletiva, decidindo qual servidor poderia entrar. A falta de diálogo com a categoria foi um dos motivos da paralisação, já que estão sendo tomadas decisões que afetam a vida dos servidores e estes não têm sua opinião ouvida. Após diversas tentativas de marcar uma audiência, sempre sem resposta, o chefe de gabinete do reitor, Alberto di Sabbato, foi obrigado a atender a categoria e ouvir as reivindicações. Os trabalhadores reclamaram da forma como foram tratados ao tentar entrar no prédio, já que todos são funcionários da UFF e têm direito ao livre acesso e também da ação encabeçada pela reitoria para despejar o sindicato de sua sede, na tentativa de calar e criminalizar toda uma categoria que luta pelos seus direitos . Diante da insistência dos servidores, que conquistaram uma vitória, ficou acertada uma reunião para a próxima terça-feira (10/5) às 11h, onde será discutida a pauta da paralisação. 

Na parte da tarde, ocorreu um abraço à BCG, em prol de melhores condições de trabalho. Há um mês, 53 funcionários terceirizados foram demitidos, fazendo com que a biblioteca funcionasse de forma ainda mais precária. A bibliotecária Gilda falou sobre a falta de ar condicionado e aos diversos requerimentos enviados à Superintendência que não foram respondidos. O bibliotecário Nilo informou sobre o cancelamento do pregão para a reposição dos terceirizados demitidos que aconteceria hoje e foi cancelado. A coordenadora Lígia lembrou da terceirização do hospital e do fechamento de leitos. O atendimento está prejudicado tanto nas bibliotecas quanto no HUAP pela falta de planejamento e comprometimento da reitoria da UFF. O SINTUFF continuará lutando pelos direitos da categoria e contra a ditadura que o reitor tenta implantar na faculdade


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Assembleia aprova Regimento Eleitoral e elege Comissão Eleitoral

Foto: Jesiel Araujo
A Assembleia Geral dos servidores da UFF, realizada na última terça (19), iniciou debatendo a necessidade de realizar a eleição para a coordenação do SINTUFF, visto que o mandato dos atuais coordenadores se encerra no dia 12 de junho. Alguns servidores levantaram a questão sobre a realização do Congresso do SINTUFF antes das novas eleições. Porém, devido aos ataques sofridos recentemente, a assembleia decidiu convocar as eleições para os dias 21, 22 e 23 de junho. Após a leitura do Regimento Eleitoral, algumas alterações foram feitas e o Regimento foi aprovado. Outra questão levantada foram os dias e locais de votação. A assembleia decidiu que a votação acontecerá nos 3 dias em todos os locais de votação na cidade de Niterói, não apenas no HUAP, e nos campi do interior apenas 2 dias (21 e 22/6). A assembleia também elegeu os integrantes da Comissão Eleitoral.
Citou-se durante os informes o relato de que alguns servidores estão sofrendo assédio moral e que ainda há resistência em denunciar. Foi sugerida a criação de uma comissão do SINTUFF junto com a ADUFF para investigar os casos de assédio moral que estão ocorrendo com os servidores. Foi citada também a vitória da da esquerda nas eleições do CUV, (chapas 3, 4 e 5) que derrotou as chapas ligadas a reitoria(Chapas 1 e 2) . Mais uma demonstração de força contra o autoritarismo do reitor. Após os informes, foram votados os seguintes pontos:

- Resistir à ordem do despejo imposta ao SINTUFF

- Unificação com o SINTUSP, que também está sofrendo repressão e foi despejado de sua sede

- Participação do ato de 1º de maio em São Paulo

- 5 de maio: dia unificado de luta contra a criminalização dos que lutam. Paralisação da categoria contra o despejo e em defesa das 30 horas. O SINTUSP que sofre o mesmo ataque em São Paulo, na mesma data, terá paralisação contra o despejo.



Calendário Eleitoral

20/04/2016 – Publicação do Edital
20/05/2016 – Inscrição das Chapas
20/05/2016 – Parecer da CE sobre as chapas inscritas
23/05/2016 – Apresentação de questionamentos, pedido de impugnações
24/05/2016 – Recurso contra possíveis impugnações. Substituição de candidatos irregulares ou correções de documentações
25/05/2016 – Resultado Final dos recursos, impugnações e homologação das chapas
14/06/2016 – Entrega da lista de mesários
14/06/2016 – Divulgação dos locais de votação
16/06/2016 – Entrega das listas de fiscais
21 e 22/06/0216 – Eleições em todas as unidades
23/06/2016 – Eleições em todas as unidades de Niterói

23/06/2016 – Apuração após às 22 horas

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Bibliotecários e arquivistas discutem abandono das bibliotecas

Foto: Jesiel Araújo
Os bibliotecários e arquivistas da UFF se reuniram dia 06/04 com os coordenadores do SINTUFF, Pedro Rosa e Carlos Abreu, para discutir as condições em que as bibliotecas estão funcionando. Além do fim do contrato dos terceirizados - 53 trabalhadores que prestavam serviços nas bibliotecas foram demitidos, o estado precário de funcionamento e a falta do repasse de verbas também foram discutidos na reunião.

Os bibliotecários informaram que foram feitas diversas notificações à Reitoria sobre o estado em que as bibliotecas se encontram, todas sem resposta. A saída dos terceirizados foi apenas a gota d’água. O calor, a falta de bebedouros e as condições precárias dos banheiros também foram lembrados na reunião.

Foto: Jesiel Araújo
Os servidores afirmaram que estão com medo de permanecer em algumas bibliotecas devido ao risco de queda do telhado, causado pelas fortes chuvas e a falta de manutenção. Algumas bibliotecas também estão sem salas de estudo porque entrou água. Os bibliotecários também chamaram a atenção para o risco de dano aos livros antigos, pela falta de higienização correta do acervo. A chefia imediata ainda solicitou aos servidores que fizessem um treinamento para atender ao público, mas eles se recusaram, pois impactaria no trabalho deles dentro das bibliotecas.

Diante desses diversos relatos, eles resolveram formar uma comissão para reivindicar melhores condições de trabalho e de conservação das bibliotecas. Em conjunto com o SINTUFF, eles vão solicitar uma reunião com a Superintendência e a Reitoria para discutir essas reivindicações.

O Sindicato continuará alerta em apoio aos bibliotecários e arquivistas na luta por melhores condições de trabalho.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Eleição de representantes técnico administrativos para o CUV

Nos dias 12 e 13 em toda universidade e dia 14 apenas no HUAP, os servidores técnico administrativos poderão eleger seus representantes ao Conselho Universitário (6 vagas), Conselho de Ensino e Pesquisa (2 vagas) e Conselho de Curadores (1 vaga). Mesmo que estes conselhos não tenham composição democrática (temos apenas 6 vagas num total de 94 do CUV), este é um fórum de discussão onde se decide a vida da universidade e é uma instância que está acima do próprio reitor. Neste espaço a categoria pode levar suas demandas e cobrar que se respeite os direitos trabalhistas comumente violados na UFF.
Mesmo que esta não seja a eleição do SINTUFF, a coordenação considera importante apoiar o pleito e incentivar a participação. Cinco chapas se inscreveram para concorrer e o sindicato decidiu contribuir no apoio estrutural e garantir a reprodução do material de divulgação das chapas. Em contrapartida, o SINTUFF exige que, para usufruir desse apoio, as chapas assumam os seguintes compromissos:
1.    Defender a universidade pública se colocando em oposição ao governo e ao reitor;
2.    Defender as 30h para todo servidor da UFF;
3.    Lutar pela revogação da EBSERH
4.    Defender as resoluções aprovadas nas assembleias do SINTUFF
Durante este pleito é preciso que os servidores estejam alertas. O reitor sempre investe para formar chapas que o apoie e desta vez não é diferente. Um dos atuais conselheiros, que é servidor técnico administrativo, votou a favor da EBSERH naquele Conselho golpista que ocorreu dia 16/3. Este mesmo sujeito tem agora coragem de pedir votos na base da categoria após ter colaborado para a entrega do HUAP à uma empresa privada. Portanto, é importante conhecer cada chapa e cada integrante para que se vote com consciência de que política será defendida por aqueles a quem os técnicos estão elegendo como seus representantes.

Confira a relação de todas as chapas concorrentes no site do SINTUFF.

quinta-feira, 17 de março de 2016

SINTUFF denuncia divulgação inverídica do resultado da votação do CUV

Foto: Zulmair Rocha
O Conselho Universitário extraordinário realizado no dia 16/3, no qual foi aprovada a entrada da EBSERH na UFF, aconteceu em apenas vinte minutos. No início o reitor Sidney disse que haveria duas falas de somente dois minutos, uma dos que estivessem a favor e outra dos contrários. Mesmo sendo um absurdo a imposição de dois minutos para realizar um debate qualificado que defina o destino do hospital universitário, na realidade nem essa proposta aconteceu, não houve defesas nem debates. A votação se realizou em segundos. E rapidamente, o reitor escoltado por policiais militares, saiu pelos fundos do prédio da Imprensa Oficial, ciente de que seria hostilizado depois de realizar uma façanha autoritária e vergonhosa para nossa universidade.
Sendo assim, vimos desmentir as publicações realizadas ontem, 16/3, no site da UFF e a de hoje, 17/3, no Jornal Fluminense. Na primeira afirma-se que estiveram presentes 71 conselheiros e que 53 votaram favoráveis. E na segunda ainda especifica que foram 53 conselheiros foram favoráveis e 18 contrários.
Como é que chegaram a esses números se na votação efetuada rapidamente não foram contados os votos? Nem os favoráveis, nem os contrários, nem as abstenções. Como o SINTUFF sempre vela pela honestidade e autenticidade das informações, reproduzimos a gravação do desenvolvimento da votação no Conselho, para que todos possam conferir.
Reafirmamos que não foi permitida nem a exposição de dois minutos nem houve contagem na votação, portanto as informações veiculadas são inverídicas. Esta foi mais uma demonstração da desonestidade e falta de respeito com que reitor e diretor do HUAP tratam assuntos de suma seriedade na universidade que afetarão o destino de centenas de servidores e milhares de usuários do nosso hospital.
Também reafirmamos a ilegitimidade deste Conselho, que só foi realizado no marco de inúmeras irregularidades, rasgando as regras da instituição.

De nossa parte, estamos denunciando esta arbitrariedade e seguiremos na luta para impedir a implementação da EBSERH no HUAP.

Confira o vídeo com a votação:

segunda-feira, 7 de março de 2016

Basta de golpes! A EBSERH não vai passar!

Mais uma vez o reitor e o diretor do Hospital Universitário Antônio Pedro, Tarcísio Rivello, tentam aprovar a EBSERH à portas fechadas e fora da universidade. Convocaram uma reunião do Conselho Deliberativo do HUAP para a sede da Procuradoria Federal de Niterói para terça-feira (8), às 10 horas, com a pauta “Sustentabilidade do HUAP: Uma gestão compartilhada com a EBSERH". É a segunda vez que Tarcísio tenta aprovar a EBSERH realizando a reunião fora da universidade. O diretor se vale desta manobra porque sabe que a comunidade universitária não consente com a privatização do hospital e rejeita a implementação da EBSERH na UFF. A justiça federal já anulou a manobra anterior, quando pretenderam votar a EBESERH por e-mail e a mobilização de estudantes, técnicos-administrativos e docentes vêm impedindo que se vote no Conselhos Universitários.A comunidade universitária apresentou, no último Conselho Universitário, a proposta de realização de audiências públicas para debater o assunto. Porém, muitos conselheiros se retiraram evitando que houvesse quórum para que esta proposta democrática fosse votada.O reitor e o diretor o HUAP escolheram o autoritarismo para aprovar um modelo já comprovadamente falido na maioria das universidades onde foi implementado. 
Vamos impedir esta imposição! SINTUFF convoca a categoria para estar presente no ato que realizaremos na porta da Procuradoria Federal para impedir mais uma vez este atropelo da democracia na universidade.

Basta de golpes! Todos ao ato dia 8/3, às 8h, na Procuradoria Federal de Niterói na rua São Pedro, 24 - Centro, próximo ao terminal rodoviário.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Assembleia vota paralisação e mobilização ao CUV no dia 24/2

Foto: Jesiel Araujo.
A assembleia dos servidores da UFF, convocada pelo SINTUFF  e realizada em 22/2, votou pela realização de paralisação no dia 24/2. Esta medida será nacional e foi deliberada pela FASUBRA apresentando a seguinte pauta de reivindicações: Contra a PEC 395/2014 - cobrança dos cursos de especialização nas universidades; Em defesa dos Hospitais Universitários e contra a cessão dos trabalhadores estatutários à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH); Contra a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (FUNPRESP) e as demais propostas de Previdência Complementar;  Contra a Reforma da Previdência.
O Coordenador Pedro Rosa manifestou a necessidade de acrescentar à pauta a defesa da jornada de 30 horas, questionada pelo reitor Sydney Mello através da divulgação da Portaria 55.442, considerando esta movimentação um ataque autoritário aos servidores.
Foi também reafirmada a necessidade de dar continuidade a campanha contra o assédio moral, com o indicativo de realizar-se um novo seminário no mês de março e de convocar a comissão que colaborará com um levantamento dos casos no conjunto da universidade.
Foi destacado que, no momento de crise de saúde com o surto de zika instalado no país, o HUAP hoje conta com o médico especialista de reconhecimento nacional para tratamento da doença Guillain-Barré, e que infelizmente o diretor do HUAP afirmou que ninguém com suspeita da doença será internado sem previamente ter a ordem de seu gabinete, o que foi denunciado pela Coordenação do SINTUFF.
Neste sentido se reafirmou a continuidade da luta contra a entrada da EBSERH no Hospital Antônio Pedro. A coordenação do SINTUFF convocou a categoria para participar da Audiência Pública, organizada pelo SINTUFF, ADUFF e os estudantes da Oposição de Esquerda da UFF, a realizar-se o dia 23
/2 às 18h no Bloco A no Campus Gragoatá, com a presença de servidores de outras universidades que manifestarão sua experiência trabalhando em hospitais onde já funciona a EBSERH.
Foi deliberado também a mobilização da categoria para participar do CUV (Conselho Universitário) no mesmo dia da paralisação. O SINTUFF pretende questionar no Conselho a Portaria 55.442 e impedir qualquer a votação para entrada da EBSERH na UFF. A participação ativa dos servidores na assembleia promete uma paralisação forte para enfrentar a ofensiva do reitor aos direitos dos trabalhadores.
No início da assembleia o coordenador Diogo do SEPE/Niterói esteve presente trazendo o informe acerca da deflagração da greve dos professores do estado que se iniciará no dia 02/03, por conta dos ataques ao salário e décimo terceiro que o governo Pezão está impondo à categoria da educação estadual.

Participe do Debate!


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cai teto do setor de diálise do HUAP machucando duas servidoras

Hoje por volta das 7h da manhã, parte do forro de uma das salas do setor de diálise do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) caiu sobre duas servidoras deixando uma com um corte na testa e outro no braço e a outra com uma lesão no ombro.
O problema aconteceu por causa de uma obra que ocorre no andar de cima. Um operário estava quebrando uma parede e o abalo fez com o que o reboco do teto do andar de baixo (onde fica a diálise) se soltasse fazendo peso sobre o forro que cedeu atingindo as trabalhadoras.
É no mínimo negligência por parte da Portubras Engenharia, responsável pela obra, e da direção do hospital fazer esse tipo de obra sem analisar a estrutura do prédio e os riscos oferecidos aos que estão em volta. Na sala em frente onde o teto cedeu havia pacientes. Quão pior não seria se esse forro caísse sobre alguém em tratamento? Apesar dos ferimentos, as servidoras passam bem.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

PARALISAÇÃO DIA 27/1.

Foto: Jesiel Araujo
Na última quinta-feira, 21/1, o movimento da comunidade universitária, parlamentares e sindicatos conseguiram impedir a realização do Conselho Deliberativo do HUAP que foi convocado de forma antidemocrática pelo diretor do HUAP, Tarcísio Rivello, na Procuradoria Federal, um espaço fora da universidade. A intenção era aprovar a adesão à EBSERH de qualquer maneira.
No entanto, no dia 22/1, o diretor do HUAP, Tarcísio Rivello, e o reitor, Sydnei Mello, dando mais uma vez as costas a comunidade universitária, aplicaram um golpe: convocaram os conselheiros a aprovar a EBSERH por e-mail! Inclusive sem quórum existente e sem legitimidade, atropelando a democracia da universidade.
Um atropelo autoritário e ilegal nunca visto na universidade. Este é um precedente que não podemos deixar passar. Significa que, se esta aberração é legalizada, as autoridades da UFF poderão resolver todas as decisões por e-mail. Imaginemos então que até as resoluções do CUV, ou qualquer outra instânica, poderão ser votadas desta forma! 
Não podemos deixar passar esta manobra autoritária a serviço da privatização. Nossa categoria votou em assembleia geral realizar uma paralisação no dia 27/01 e mobilização para o CUV. É preciso que toda categoria se envolva nesta luta. Não somente os trabalhadores do HUAP, mas toda comunidade universitária, pois a gestão da empresa privada prejudicará a todos os servidores da UFF, e poderá se expandir para todos os setores da universidade.
Venha participar da manifestação que ocorrerá no Conselho Universitário da UFF, nesta quarta, 27/1. Queremos o direito de decidir sobre os rumos do nosso Hospital Universitário democraticamente. A suposta adesão da UFF à EBSERH deve ser anulada, porque foi realizada através de um método ilegal, fraudulento e não representa a vontade da comunidade da UFF.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Vitória da comunidade universitária!

Há dois dias atrás foi convocada uma reunião extraodinária do Conselho Deliberativo do HUAP (CDHUAP) para aprovar a EBSERH. Como se não fosse suficiente, além de chamar um Conselho às pressas, ainda marcou-se num local fora da universidade: a Procuradoria Federal.
Sabendo desse conluio, o SINTUFF junto com a ADUFF e o movimento estudantil convocaram a comunidade universitária para porta da Procuradoria para impedir que a reunião do Conselho acontecesse. O diretor do HUAP, Tarcísio Rivello,  chegou por volta das 8h (para uma reunião que começaria às 10h) e se surpreendeu com a mobilização. Com faixas e cartazes, uma expressiva participação de estudantes, servidores e docentes agitaram palavras de ordem contra a entrada da EBSERH no HUAP em defesa da saúde pública.  As polícias militar e federal foram chamadas ao local. Alguns PM's portando fuzis. Desnecessário. Um clima de tensão começou a ser formado porém os manifestantes não arredaram pé da porta do edifício. Os vereadores do PSOL Babá e Renatinho estiveram presentes dando apoio, assim como representantes do SINTUFRJ, ASUNIRIO, Fiocruz, SEPE/Niterói e Sindicato de Enfermagem.
Uma forte delegação de servidores do HUAP e estudantes constrangeu os conselheiros que foram chegando. O diretor de Enfermagem do HUAP, Enderson Castilho, que também é conselheiro do CDHUAP, esteve presente e se posicionou publicamente contra a EBSERH.
A força da mobilização obrigou o procurador e Tarcísio resolvessem pela suspensão do Conselho Deliberativo. Foi permitido que apenas os procuradores acessassem o prédio.O protesto se manteve firme apesar de uma forte chuva até confirmar que não haveria nenhuma reunião.
A mobilização foi uma grande vitória. Não funcionou a política autoritária do reitor e do diretor Tarcísio de querer impor a EBSERH sem debater com a comunidade universitária.
Mas não podemos relaxar. Precisamos estar atentos para qualquer movimentação da administração chamando outra reunião extraordinária. Precisamos mobilizar para o CUV para impedir mais uma vez qualquer atropelo que pretenda a entrada da EBSERH na UFF.

Dia 27/01, 9h, no auditório da Geociências (Campus Praia Vermelha), todos ao CUV!!!


"O HUAP é nosso. Ninguém tira da gente. Direito garantido não se compra e não se vende"



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

EBSERH tem mais uma derrota na UFF

Foto: Barbara Hauret
Aconteceu hoje uma reunião do Conselho Deliberativo do HUAP, convocada pelo diretor do hospital, com pauta única: EBSERH. Desta vez a reunião contou com a presença de diversos diretores de unidade, além
do reitor e do vice. Também compareceu, a convite da administração da UFF, o presidente da EBSERH, Newton Lima Neto, que fez uma palestra para defender este projeto nefasto de gestão hospitalar. Diante de um auditório (Aloysio de Paula) lotado por técnicos, professores, estudantes e usuários, o diretor fez sua superficial explanação e foi por todos ouvido.
Logo após o professor Tarcísio Rivello quis abrir para perguntas. Porém, a conselheira Lígia Martins fez uma proposta para que fosse também apresentado um contraponto ao discurso de Newton. Para esta tarefa a professora Claudia March, diretora do ANDES e docente da UFF, foi à frente. Com dados contundentes, March colocou em cheque o discurso do diretor da EBSERH sendo aplaudida muitas vezes pelos presentes.
Após a palestra da professora, Rivello quis abrir para perguntas porém coma limitação de que apenas conselheiros poderiam ter voz. Em protesto a conselheira Lígia propôs que se abrisse para que todos pudessem fazer perguntas garantindo assim uma participação mais democrática dos presentes. Irritado, Tarcísio negou no ato mas teve que recuar e fazer uma votação pífia onde somente se fez clara a votação dos favoráveis e mal se sabia da existência de quórum para qualquer votação. O diretor do HUAP mais uma vez revelou sua total inabilidade política e veia ditatorial sendo, inclusive, chamado de ditador pela plateia presente que estava ávida em participar do debate.
Vendo que não conseguiria impor sua vontade frente a insatisfação dos presentes, Tarcísio encerrou a reunião. Nossa tarefa agora é continuar resistindo e buscando convencer o maior número de colegas de trabalho possível para não aceitar essa imposição do governo e mobilizar para o próximo conselho universitário que deve acontecer no dia 27/01. "Eu já falei, vou repetir, a EBSERH não entra aqui"

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Eleições para Del. de Base da Praia Vermelha já tem chapa

Conforme o regimento eleitoral publicado aqui, foi aberto o processo de inscrição de chapas para eleger a delegacia de base da Praia Vermelha no período de 21/12/2015 até 04/01/2016. Tendo se encerrado esse prazo apenas uma chapa se inscreveu sob o nome "Praia Vermelha em Ação".
O componente da chapa inscrita são:

Adilson Gomes Falcão (Instituto de Física)
Thiago Santos Lima (Instituto de Física)
Sebastiana dos S. Palmeira (PSPV)
Maria Aparecida S. da Silva (PSPV)
Aniruaz Claudia de Souza (Arquitetura)
Edson Luiz Dias da Fonseca (Instituto de Física)
Danieli Brabo de Moraes (Biblioteca da Física)
Ozimar R. dos Santos (Escola de Engenharia)
Sonia Maria Alves da Mota (Instituto de Física)
Eduardo Viana de Mattos (Instituto de Física)
João Carlos Viveiros Rangel (Escola de Engenharia)
Rodrigo Afonso (Instituto de Computação)

A votação será realizada no período entre os dias 26 e 27 de Janeiro das 10 às 18h no hall do Instituto de Física e no hall da Escola de Engenharia.