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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Assembleia define realização do Congresso do SINTUFF

A assembleia geral dos servidores acontecida em 24/1 debateu primeiramente a conjuntura nacional. As diferentes intervenções expressaram a preocupação dos trabalhadores com as reformas que o governo Temer pretende implementar, principalmente a reforma da previdência. Coordenadores do SINTUFF informaram que existem movimentações para enfrentar os ataques e que em Niterói foi criado o Fórum de lutas unificado que já convocou um ato dia 7/2 na estação das Barcas. O coordenador geral Carlos Abreu convocou a categoria a se mobilizar e ressaltou a necessidade de que a CUT e CTB organizem uma greve geral para barrar as reformas e ataques do governo. Seguidamente foi discutido o Congresso do SINTUFF. Todas as forças políticas e sindicais atuantes na categoria opinaram. A principal polêmica se centrou no método de eleição de delegados para participar no Congresso e na formação da comissão organizadora do mesmo. Após um longo debate se votaram majoritariamente as seguintes resoluções: O Congresso acontecerá nos dias 26, 27 e 28/4. A pauta do Congresso será: - Conjuntura nacional e local, - Pauta interna, - Organização sindical. Desfiliação e filiação a centrais sindicais, - Reforma estatutária. Os delegados serão eleitos em assembleia nas delegacias de base. Todos os servidores interessados poderão participar do Congresso como observadores. Foram votados cinco integrantes de diferentes representações sindicais para conformar a comissão organizadora do Congresso, número contemplado no estatuto do sindicato. A comissão será aberta à participação dos servidores interessados. O demorado debate do Congresso impediu que se debatesse o último ponto pautado acerca da comissão das 30h. A assembleia votou discutir este tema na próxima assembleia pautada para o dia 8/2.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

30 horas: Parecer da Procuradoria Federal não afirma ilegalidade da proposta do SINTUFF

Acabou a desculpa do reitor de que a proposta do SINTUFF era ilegal.

Toda a universidade está acompanhando a luta pelas 30 horas. A polêmica com o reitor sobre a aplicabilidade a todos os servidores é o entrave. O SINTUFF apresentou um processo no CUV para manter as 30 horas a todos os servidores usando as leis vigentes (Lei RJU 8.112/1990; Decreto 1590/1996 e 4.836/2003). Além disso, apresentamos decisão judicial favorável ao Instituto Federal de Pelotas/RS que autorizou as 30 horas para todos. O reitor da UFF, afirma que não é possível garantir as 30 horas para todos e que é ilegal, mas não apresenta nenhuma lei ou fundamento jurídico.
Com a falta de vontade do reitor em dialogar com a categoria, o sindicato ingressou com processo no CUV dia 17/06, para que o mesmo decida sobre a legalidade da proposta. Esta é a instancia que tem decidido em todas universidades e é previsto em lei.
Retrospecto: antes do CUV votar a proposta, o regimento do conselho exige que seja analisada pela Câmara de Legislação e Normas - CLN, órgão do CUV, para verificar se não fere as leis. Esta câmara optou (apesar de não ser obrigada) em mandar o processo a PROGER, para que a procuradoria desse um parecer diante das considerações e leis citadas pelo SINTUFF.

MÁ FÉ DO PRO-REITOR PARA IMPEDIR A DISCUSSÃO DAS 30HS.
Como a cada mês, (julho, agosto, setembro) o parecer não voltava a reunião da Câmara de Legislação e Normas (CLN), o SINTUFF cobrava a devolução. A CLN afirmou que já tinham cobrado urgência da PROGER (Procuradoria Federal). No dia 19/09, o processo voltou para a CLN. O SINTUFF solicitou cópia e verificou que a PROGER já havia dado parecer desde 27 de junho, e de forma “inexplicável” o processo foi para as mãos do pró-reitor Túlio, sem que a câmara tivesse discutido o mesmo, e menos ainda encaminhado ao pró-reitor. Quem o fez? Com que ordem? Qual o objetivo? Um ato de aparante má fé, de quem não respeita o CUV e a câmara, se apodera do documento importante, e o segura por quase 4 meses com único intuito de impedir que os membros do CUV tivessem acesso ao parecer da PROGER e discutissem o projeto do SINTUFF.

O PARECER FOI DIFERENTE DO QUE O REITOR QUERIA
A procuradoria afirmou que “não havia no conjunto dos questionamentos, qualquer aspecto jurídico a ser esclarecido”. A procuradoria sugere repassar ao gabinete e à PROGEPE para se manifestar, e se coloca à disposição caso haja dúvida jurídica. Ou seja, se reafirma que a decisão é administrativa e apenas depende de vontade política.
A única desculpa do reitor cai por terra. É o mesmo teor do ofício do MP quando pergunta se o reitor havia autorizado as 30hs aos servidores?!

Para nós do SINTUFF, mais do que má vontade de garantir as 30 horas para todos, o Pró-reitor está agindo sem amparo e orientações legais. Tanto é que, no dia 21, na reunião com o Conselho Gestor, um dos assessores do reitor, afirmou: “Eu fazer parte do comitê gestor não quer dizer que eu tenha uma opinião formada e estou concordando 100% nem com vocês nem com eles. Eu preciso de um acompanhamento jurídico. Estou sentindo falta de um jurídico perto de mim para me orientar. Porque o que ela (Dra. Dalila – Advogada do SINTUFF) colocou, a versão dela como advogada, falta do lado da gestão alguém perto de mim para me orientar. ”
A procuradoria pede que o gabinete do reitor e o pró-reitor se manifestem se há dúvida jurídica. surpreendentemente,  o pró-reitor, um psicólogo, no auge da sua verdade absoluta, dá um parecer jurídico, e repete as mesmas argumentações já cabalmente desconstruídas pelo Sindicato.

Conclusão!
1)    O reitor não apresenta na legislação o que o leva a afirmar que o pleito do SINTUFF de 30 horas para todos é ilegal.

2)    Não permitiu que uma comissão do CUV tivesse o direito de analisar as propostas do SINTUFF e do gabinete, impondo que apenas a proposta da reitoria fosse analisada, por uma comissão criada pelo gabinete do reitor. Comissão criada sem nenhum critério público.

3)    Se apoderaram do processo do SINTUFF após parecer da PROGER, segurando-o por quase quatro meses, de forma irregular, para que membros do conselho não analisassem a proposta do sindicato;

Agora, depois que caiu a máscara de suas manobras, esvaziamentos do CUV, e que a Procuradoria Federal não referenda sua posição neste tema, o reitor publica notícia que já está concluída a portaria do GT que ele criou sem debater com ninguém. Este GT vai dividir a categoria, acabar com a isonomia das 30 horas que vigora há 35 anos e excluir 40% dos servidores do direito as 30 horas.
Já está mais do que provado que o problema não é legalidade e sim vontade política. Se o reitor pensa que ao assinar sua portaria estará encerrado o tema, se engana. A categoria não aceitará perder seu direito conquistado há décadas.
Perguntamos aos diretores de Unidades, membros do conselho universitário:
- Qual o sentido do conselho, do estatuto da UFF e das câmaras, se o reitor os rasga quantas vezes quiser? 
O reitor quer impor a qualquer custo portarias que vão deixar uma parte dos servidores com 30h e outros com 40h. Qual o clima de trabalho na sua unidade se for assim? Qual a disposição de trabalho a quem ficar obrigado a trabalhar mais com o mesmo salário do colega ao lado? São portarias de incentivo aos conflitos trabalhistas que vão deixar cada unidade um inferno!
Para piorar, quem vai assinar a autorização do trabalho remoto é o chefe imediato ou diretor da unidade, não o reitor. Você vai colocar sua assinatura numa autorização sem nenhum respaldo legal? Quem será punido com provável auditoria?

DIA 17/10, É DIA D PARA AS 30H.
No dia 17/10, a Câmara de Legislação e Normas se reunirá e discutirá o processo do SINTUFF, que já consta o parecer da PROGER. Cabe agora ela se manifestar e encaminhar ao CUV, instância máxima que definirá o tema.O relator deste processo é o professor Roberto Salles. A posição dele será fundamental.

Os demais membros da câmara são:
Prof Madeira - Diretor da Faculdade de Direito
Prof Palharim - Diretor do Instituto de Psicologia
Prof José Henrique - Diretor do Instituto de Computação
Prof Celso - Diretor do Instituto de Matemática
Prof Roberto Salles - ex-reitor
Profa Kátia Leal - Diretor do Instituto de Química
Pedro Rosa - Servidor Técnico e Coordenador do SINTUFF

Neste dia 17/10 vista a camisa das 30hs, use o adesivo.
Mande e-mail, fale diretamente com os membros da câmara e do CUV.
Dia 26/10 é dia de CUV, que tem a obrigação de apreciar e decidir sobre o processo.
Nossa tarefa é lotar o CUV.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Assembleia reafirma paralisação dia 29/6 e convoca para ato no CUV

Foto: Jesiel Araujo
Aconteceu hoje a Assembleia Geral do SINTUFF com a pauta Informes e 30 horas e ponto eletrônico.
Durante os informes falou-se sobre uma reunião que o reitor teve com diretores da UFF para planejar a imposição das 40h. Também foi trazida a notícia sobre a retirada do diretor de enfermagem eleito, Enderson, de seu cargo para a entrada de algum indicado da EBSERH. Enderson ainda tinha tempo a cumprir de seu mandato.
Votou-se uma reafirmação da posição da categoria em relação à luta pelas 30 horas e contra o ponto eletrônico. O estado de greve se mantém e caso o reitor não negocie com a categoria os trabalhadores deflagrarão o movimento paredista.
Corroborou-se nesta mesma votação a participação de todos no CUV da próxima quarta-feira, 29/6, 9h, na Geociências, para cobrar o reitor e os conselheiros sobre as questões das 30 horas, ponto eletrônico e despejo do SINTUFF.

Portanto, todos ao CUV! 29/6, 9h, auditório da Geociências.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Assembleia vota paralisação e mobilização ao CUV no dia 24/2

Foto: Jesiel Araujo.
A assembleia dos servidores da UFF, convocada pelo SINTUFF  e realizada em 22/2, votou pela realização de paralisação no dia 24/2. Esta medida será nacional e foi deliberada pela FASUBRA apresentando a seguinte pauta de reivindicações: Contra a PEC 395/2014 - cobrança dos cursos de especialização nas universidades; Em defesa dos Hospitais Universitários e contra a cessão dos trabalhadores estatutários à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH); Contra a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (FUNPRESP) e as demais propostas de Previdência Complementar;  Contra a Reforma da Previdência.
O Coordenador Pedro Rosa manifestou a necessidade de acrescentar à pauta a defesa da jornada de 30 horas, questionada pelo reitor Sydney Mello através da divulgação da Portaria 55.442, considerando esta movimentação um ataque autoritário aos servidores.
Foi também reafirmada a necessidade de dar continuidade a campanha contra o assédio moral, com o indicativo de realizar-se um novo seminário no mês de março e de convocar a comissão que colaborará com um levantamento dos casos no conjunto da universidade.
Foi destacado que, no momento de crise de saúde com o surto de zika instalado no país, o HUAP hoje conta com o médico especialista de reconhecimento nacional para tratamento da doença Guillain-Barré, e que infelizmente o diretor do HUAP afirmou que ninguém com suspeita da doença será internado sem previamente ter a ordem de seu gabinete, o que foi denunciado pela Coordenação do SINTUFF.
Neste sentido se reafirmou a continuidade da luta contra a entrada da EBSERH no Hospital Antônio Pedro. A coordenação do SINTUFF convocou a categoria para participar da Audiência Pública, organizada pelo SINTUFF, ADUFF e os estudantes da Oposição de Esquerda da UFF, a realizar-se o dia 23
/2 às 18h no Bloco A no Campus Gragoatá, com a presença de servidores de outras universidades que manifestarão sua experiência trabalhando em hospitais onde já funciona a EBSERH.
Foi deliberado também a mobilização da categoria para participar do CUV (Conselho Universitário) no mesmo dia da paralisação. O SINTUFF pretende questionar no Conselho a Portaria 55.442 e impedir qualquer a votação para entrada da EBSERH na UFF. A participação ativa dos servidores na assembleia promete uma paralisação forte para enfrentar a ofensiva do reitor aos direitos dos trabalhadores.
No início da assembleia o coordenador Diogo do SEPE/Niterói esteve presente trazendo o informe acerca da deflagração da greve dos professores do estado que se iniciará no dia 02/03, por conta dos ataques ao salário e décimo terceiro que o governo Pezão está impondo à categoria da educação estadual.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

30 horas ameaçadas


Reitoria publicou uma portaria que cria um grupo de trabalho que deve pensar em uma forma de registrar a frequência dos trabalhadores. Vindo de uma administração que até hoje tenta enfiar o ponto eletrônico goela abaixo da categoria, não surpreende que tentem com essa medida expandir a catraca para toda universidade ameaçando o histórico direito de 30 horas semanais de trabalho. Confira abaixo a portaria.



terça-feira, 24 de setembro de 2013

GRANDE ASSEMBLEIA APROVA ESTADO DE GREVE E MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DAS 30 HORAS


Foto: Jesiel Araujo
A categoria respondeu ao chamado do SINTUFF e compareceu em grande número à Assembleia que lotou o Auditório Florestan Fernandes, na Faculdade de Educação. Os cerca de 250 servidores presentes aprovaram Estado de Greve, paralisação dia 3/10 (com Ato na Reitoria) e uma moção de repúdio ao reitor Roberto Salles. O expediente de divulgar uma suposta denúncia anônima como forma de coagir os servidores é ilegal. Os servidores vão à luta para barrar o método calunioso e malicioso utilizado pela administração para fragilizar a defesa das 30 horas.
Nesta quarta-feira (25), o SINTUFF estará presente no Conselho Universitário, utilizando este espaço para confrontar o reitor e sua política de privatização e ataque aos direitos dos servidores.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Calendário de atividades nos dias de paralisação

Atenção para as datas e horários das atividades nesses dias de luta

28/8


9h - Manifestação no Conselho Universitário (CUV)
Praia Vermelha - Auditório da Geociências
* Por uma comissão para investigar assédio moral (processo aprovadoe não executado há anos);
* Pela ampliação de vagas na Creche e COLUNI aos servidores;
* Pelo direito de aposentado votar para reitor;
* Em defesa das 30h e contra as catracas

15h - Casa do SINTUFF - Cine debate

29/8


10h - Ato na Cinelândia
Junto com a UNIRIO denunciando a privatização dos hospitais e pela prisão dos mensaleiros

30/8


Ato unificado no Rio
Local e horário a definir

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Assembleia aprova paralisação no dia 15/8


As demandas das jornadas de junho e da paralização nacional do dia 11/7 continuam ecoando pelo país. Os trabalhadores da educação, saúde e segurança públicas do estado do Rio Grande do Norte estão parados. Os médicos protagonizaram protestos em todo o país. Os trabalhadores em educação do Rio de Janeiro estão em greve e a juventude continua nas ruas.
As categorias se preparam para paralisar nacionalmente no dia 30/8. A presidente Dilma parece continuar surda aos gritos das ruas. As respostas do governo foram frustradas. Recuou na reforma política, no plebiscito e no programa Mais Médicos, suposta solução mágica para a crise da saúde pública. Está fracassando também o projeto de implantação da EBSERH, devido à forte mobilização contraria aos planos de privatização.
A corrupção continua solta e o cinismo dos mensaleiros petistas se soma à vergonhosa negociata dos tucanos com um cartel internacional entre multinacionais para superfaturar obras e serviços na rede ferroviária de São Paulo e Brasília.
Apesar de sua manifesta debilidade, Dilma não descansa na tentativa de continuar arrochando salários e retirando direitos. O funcionalismo público tem que dar uma resposta. A FASUBRA indica um processo de mobilização com paralisação para o dia 15/8. O SINTUFF realizou uma assembleia geral onde foram aprovados a paralisação e um calendário de lutas para pressionar o governo a antecipar o reajuste do acordo da greve 2012, barrar a EBSERH e pela anulação da reforma da previdência, entre outras pautas. O sindicato realizará um ato nas Barcas chamando a atenção também para o processo de privatização da saúde pública, a partir das 9h do dia 15. 


- Pela antecipação do reajuste do acordo de greve
- Para barrar a EBSERH
- Pela anulação da Reforma da Previdência
- Em defesa das 30 horas! Não à catraca

quarta-feira, 31 de julho de 2013

CUV suspenso por falta de quórum

A presença do SINTUFF nos Conselhos Universitário (CUV) da UFF já é algo notório a todos inclusive a Reitoria. Em mais uma manobra para fugir do debate de assuntos pertinentes à categoria, tais como EBSERH e 30 horas, a administração da universidade esvaziou o CUV deste dia 31/7. Mesmo assim os setores presentes como estudantes da medicina, estudantes do interior além de diversos técnicos administrativos, permaneceram no auditório para discutir as questões políticas que cada um levaria ao Conselho.
Foi também discutido e acertado os últimos detalhes sobre a viagem a São Paulo para o Congresso da Unidos Pra Lutar.

Um grupo de estudantes que veio do interior conseguiu se reunir com o reitor em outra sala no prédio da engenharia para apresentar as demandas dos estudantes dos campi do interior. Como forma irreverente de protestar contra o atraso nas obras desses locais, os estudantes trouxeram um bolo de tijolo com chantilly e velinhas para "comemorar" o aniversário do atraso.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Resoluções da Assembleia Geral do SINTUFF

Foi convocada para o dia de hoje uma assembleia geral do sindicato com a seguinte pauta:
1) Conjuntura
2) Plano de lutas
3) Congresso da Unidos pra Lutar

Após o momento para informes, seguiu a análise de conjuntura. Foram levantadas questões como o "Ato médico" e as mobilizações dos médicos em torno da importação de profissionais da saúde, as jornadas de junho, o Dia Nacional de Lutas e Paralisações que aconteceu no dia 11 de julho. Foi também colocada a questão do indicativo de paralisação da FASUBRA para o dia 15 de agosto e 26 a 29 do mesmo mês
culminando com o a paralisação do dia 30/8 chamada pelas centrais sindicais. Como este ponto não foi previamente posto em pauta acertou-se decidir este ponto em nova assembleia a ser marcada antes do dia 15. Foi trazido um alerta em relação a Creche UFF que está ameaçada de fechar por causa do fim do convênio com a prefeitura de São Gonçalo, que cedia profissionais para a creche.

Sendo assim, as deliberações da assembleia geral foram:
1) Ato no próximo CUV do dia 31/7 para levar as questões da Creche UFF, catracas e EBSERH
2) Reunião com os companheiros da Creche UFF para discutir a situação do setor e medidas cabíveis
3) Abaixo-assinado contra as catracas
4) Levantamento sobre a incidência de terceirização na UFF
5) Envio de delegados para o congresso da Unidos pra Lutar, a saber, Pedro Rosa, Lígia Regina, Heloiza Helena e Carlos Abreu. O SINTUFF também disponibilizou um ônibus com 41 vagas para levar outros companheiros ao congresso.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ato de paralisação, em frente ao HUAP, contra EBSERH e em defesa das 30 horas

Como votado nas assembleias, hoje é dia de paralisação de técnicos e docentes da UFF. Hoje pela manhã houve ato em frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) a partir das 7h. O objetivo do ato era dar visibilidade à paralisação contra a EBSERH e em defesa das 30 horas. Houve panfletagem, intervenções, tanto de militantes como de usuários, e bonecões da Dilma, Roberto Salles e Tarcísio. O companheiro e vereador de Niterói, Renatinho, esteve presente para apoiar o ato e também fez sua intervenção ressaltando a grande importância dessa luta.
Na parte da tarde os lutadores irão à Praça XV para um ato unificado contra a EBSERH que tem início às 14h.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Amanhã paralisação com ato em frente ao HUAP e ato unificado no Rio

Foto: Jesiel Araujo
Ontem, 20/5, as assembleias do SINTUFF e da ADUFF decidiram paralisar amanhã, 22/5, em defesa das 30 horas e contra a EBSERH. Às 7h o SINTUFF convoca um ato em frente ao HUAP para dar visibilidade a mobilização. À tarde haverá um ato na Praça XV a partir das 14h para divulgar a luta contra a EBSERH nas Universidades Federais.
O SINTUFF chama todos os lutadores para travarem mais essa batalha pelo direito básico a uma saúde pública, gratuita e de qualidade!

terça-feira, 19 de março de 2013

Ato na Reitoria contra a instalação da catraca eletrônica

A arrogância da administração do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) se revela mais uma vez. Na madrugada de segunda (18/3) para terça (19/3) o diretor do HUAP, Tarcísio Rivello, a revelia da decisão do Conselho Universitário (CUV), autorizou a instalação de três catracas eletrônicas sendo uma delas na entrada da Faculdade de Medicina. Ora, se o discurso é que as catracas servirão para controle de acesso de usuários, para que então uma catraca especificamente em frente a este setor. Cai por terra a falácia da administração e a ameaça ao direito das 30 horas se torna cada vez mais evidente.
Ciente desse ocorrido o SINTUFF convocou um ato na Reitoria para protestar contra essa atitude autoritária e também seguindo a orientação da FASUBRA em fazer de hoje um dia nacional de luta. Houve panfletagem e coleta de assinaturas para um abaixo-assinado contra a medida que a administração tanto insiste em efetivar. O professor decano da UFF, Heitor de Moura, recebeu uma comissão do SINTUFF para debater acerca do ponto eletrônico. Os representantes do sindicato reivindicaram que o reitor deveria se posicionar contra a medida de Tarcísio que feriu decisão da instância máxima da universidade. E citaram a lei que sugere a instalação de pontos eletrônicos, defendendo que não existe exigência alguma de instalação. Antes o documento reza que o processo deve se iniciar em todos os órgãos federais a começar pelo Distrito Federal, depois pelas capitais e por último as demais cidades. Nessa escala, a UFF seria uma das últimas universidades a instalar o ponto eletrônico e não uma das primeiras. Em Brasília não se tem notícia de pontos eletrônicos em órgãos federais, tampouco em capitais. Sendo assim por que essa urgência em implantar esse sistema na UFF?
O SINTUFF é contra qualquer controle eletrônico seja agora ou em qualquer época. O valor e e a efetiva produção do trabalhador não pode ser numérica e eletronicamente medida. Ponto eletrônico não!