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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Assembleia define realização do Congresso do SINTUFF
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
30 horas: Parecer da Procuradoria Federal não afirma ilegalidade da proposta do SINTUFF
Acabou
a desculpa do reitor de que a proposta do SINTUFF era ilegal.
Toda a universidade está acompanhando a luta pelas 30 horas. A polêmica
com o reitor sobre a aplicabilidade a todos os servidores é o entrave. O SINTUFF
apresentou um processo no CUV para manter as 30 horas a todos os servidores
usando as leis vigentes (Lei RJU 8.112/1990; Decreto 1590/1996 e
4.836/2003). Além disso, apresentamos decisão judicial favorável ao
Instituto Federal de Pelotas/RS que autorizou as 30 horas para todos. O reitor
da UFF, afirma que não é possível garantir as 30 horas para todos e que é
ilegal, mas não apresenta nenhuma lei ou fundamento jurídico.
Com a falta de vontade do reitor em dialogar com a categoria, o
sindicato ingressou com processo no CUV dia 17/06, para que o mesmo decida
sobre a legalidade da proposta. Esta é a instancia que tem decidido em todas
universidades e é previsto em lei.
Retrospecto: antes do CUV votar a proposta, o regimento do conselho
exige que seja analisada pela Câmara de Legislação e Normas - CLN, órgão do
CUV, para verificar se não fere as leis. Esta câmara optou (apesar de não ser
obrigada) em mandar o processo a PROGER, para que a procuradoria desse um
parecer diante das considerações e leis citadas pelo SINTUFF.
MÁ FÉ DO PRO-REITOR PARA IMPEDIR A DISCUSSÃO DAS 30HS.
Como a cada mês, (julho, agosto, setembro) o parecer não voltava a
reunião da Câmara de Legislação e Normas (CLN), o SINTUFF cobrava a devolução. A CLN afirmou
que já tinham cobrado urgência da PROGER (Procuradoria Federal). No dia 19/09, o processo voltou para a CLN. O SINTUFF solicitou cópia e verificou que a PROGER já
havia dado parecer desde 27 de junho, e de forma
“inexplicável” o processo foi para as mãos do pró-reitor Túlio, sem que a
câmara tivesse discutido o mesmo, e menos ainda encaminhado ao pró-reitor. Quem
o fez? Com que ordem? Qual o objetivo? Um ato de aparante má fé, de quem não respeita o
CUV e a câmara, se apodera do documento importante, e o segura por quase 4 meses com
único intuito de impedir que os membros do CUV tivessem acesso ao parecer da
PROGER e discutissem o projeto do SINTUFF.
O PARECER FOI DIFERENTE DO QUE O REITOR QUERIA
A procuradoria afirmou que “não havia no conjunto dos
questionamentos, qualquer aspecto jurídico a ser esclarecido”. A
procuradoria sugere repassar ao gabinete e à PROGEPE para se manifestar, e se
coloca à disposição caso haja dúvida jurídica. Ou seja, se reafirma que a decisão
é administrativa e apenas depende de vontade política.
A única desculpa do reitor cai por terra. É o mesmo teor do ofício do MP quando
pergunta se o reitor havia autorizado as 30hs aos servidores?!
Para nós do SINTUFF, mais do que má vontade de garantir as 30 horas para
todos, o Pró-reitor está agindo sem amparo e orientações legais. Tanto é que,
no dia 21, na reunião com o Conselho Gestor, um dos assessores do reitor, afirmou: “Eu fazer
parte do comitê gestor não quer dizer que eu tenha uma opinião formada e estou
concordando 100% nem com vocês nem com eles. Eu preciso de um acompanhamento
jurídico. Estou sentindo falta de um jurídico perto de mim para me orientar.
Porque o que ela (Dra. Dalila – Advogada do SINTUFF) colocou, a versão dela
como advogada, falta do lado da gestão alguém perto de mim para me orientar.
”
A procuradoria pede que o gabinete do reitor e o pró-reitor se manifestem
se há dúvida jurídica. surpreendentemente, o pró-reitor, um psicólogo, no auge da sua verdade
absoluta, dá um parecer jurídico, e repete as mesmas argumentações já cabalmente desconstruídas pelo Sindicato.
Conclusão!
1) O reitor não
apresenta na legislação o que o leva a afirmar que o pleito do SINTUFF de 30 horas
para todos é ilegal.
2) Não permitiu que
uma comissão do CUV tivesse o direito de analisar as propostas do SINTUFF e do
gabinete, impondo que apenas a proposta da reitoria fosse analisada, por uma
comissão criada pelo gabinete do reitor. Comissão criada sem nenhum critério
público.
3) Se apoderaram do
processo do SINTUFF após parecer da PROGER, segurando-o por quase quatro meses, de
forma irregular, para que membros do conselho não analisassem a proposta do
sindicato;
Agora, depois que caiu a máscara de suas manobras,
esvaziamentos do CUV, e que a Procuradoria Federal não referenda sua posição neste tema, o
reitor publica notícia que já está concluída a portaria do GT que ele criou sem
debater com ninguém. Este GT vai dividir a categoria, acabar com a isonomia das
30 horas que vigora há 35 anos e excluir 40% dos servidores do direito as 30 horas.
Já está mais do que provado que o problema não é
legalidade e sim vontade política. Se o reitor pensa que ao assinar sua
portaria estará encerrado o tema, se engana. A categoria não aceitará perder
seu direito conquistado há décadas.
Perguntamos aos diretores de Unidades, membros do conselho
universitário:
- Qual o sentido do conselho, do estatuto da UFF e
das câmaras, se o reitor os rasga quantas vezes quiser?
O reitor quer impor a qualquer custo portarias que vão
deixar uma parte dos servidores com 30h e outros com 40h. Qual o clima de
trabalho na sua unidade se for assim? Qual a disposição de trabalho a quem
ficar obrigado a trabalhar mais com o mesmo salário do colega ao lado? São
portarias de incentivo aos conflitos trabalhistas que vão deixar cada unidade
um inferno!
Para piorar, quem vai assinar a autorização do
trabalho remoto é o chefe imediato
ou diretor da unidade, não o reitor. Você vai colocar sua assinatura
numa autorização sem nenhum respaldo legal? Quem será punido com provável
auditoria?
DIA 17/10, É DIA D PARA AS 30H.
No dia 17/10, a Câmara de Legislação e Normas se
reunirá e discutirá o processo do SINTUFF, que já consta o parecer da PROGER.
Cabe agora ela se manifestar e encaminhar ao CUV, instância máxima que definirá
o tema.O relator deste processo é o professor Roberto Salles. A posição dele
será fundamental.
Os demais membros da câmara são:
Prof Madeira - Diretor da Faculdade de Direito
Prof Palharim - Diretor do Instituto de Psicologia
Prof José Henrique - Diretor do Instituto de Computação
Prof Celso - Diretor do Instituto de Matemática
Prof Roberto Salles - ex-reitor
Profa Kátia Leal - Diretor do Instituto de Química
Pedro Rosa - Servidor Técnico e Coordenador do SINTUFF
Neste dia 17/10 vista a camisa das 30hs, use o adesivo.
Mande e-mail, fale diretamente com os membros da câmara e do CUV.
Dia 26/10 é dia de CUV, que tem a obrigação de apreciar e decidir sobre
o processo.
Nossa tarefa é lotar o CUV.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Assembleia reafirma paralisação dia 29/6 e convoca para ato no CUV
| Foto: Jesiel Araujo |
Durante os informes falou-se sobre uma reunião que o reitor teve com diretores da UFF para planejar a imposição das 40h. Também foi trazida a notícia sobre a retirada do diretor de enfermagem eleito, Enderson, de seu cargo para a entrada de algum indicado da EBSERH. Enderson ainda tinha tempo a cumprir de seu mandato.
Votou-se uma reafirmação da posição da categoria em relação à luta pelas 30 horas e contra o ponto eletrônico. O estado de greve se mantém e caso o reitor não negocie com a categoria os trabalhadores deflagrarão o movimento paredista.
Corroborou-se nesta mesma votação a participação de todos no CUV da próxima quarta-feira, 29/6, 9h, na Geociências, para cobrar o reitor e os conselheiros sobre as questões das 30 horas, ponto eletrônico e despejo do SINTUFF.
Portanto, todos ao CUV! 29/6, 9h, auditório da Geociências.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Assembleia vota paralisação e mobilização ao CUV no dia 24/2
| Foto: Jesiel Araujo. |
O Coordenador Pedro Rosa manifestou a necessidade de acrescentar à pauta a defesa da jornada de 30 horas, questionada pelo reitor Sydney Mello através da divulgação da Portaria 55.442, considerando esta movimentação um ataque autoritário aos servidores.
Foi também reafirmada a necessidade de dar continuidade a campanha contra o assédio moral, com o indicativo de realizar-se um novo seminário no mês de março e de convocar a comissão que colaborará com um levantamento dos casos no conjunto da universidade.
Foi destacado que, no momento de crise de saúde com o surto de zika instalado no país, o HUAP hoje conta com o médico especialista de reconhecimento nacional para tratamento da doença Guillain-Barré, e que infelizmente o diretor do HUAP afirmou que ninguém com suspeita da doença será internado sem previamente ter a ordem de seu gabinete, o que foi denunciado pela Coordenação do SINTUFF.
Neste sentido se reafirmou a continuidade da luta contra a entrada da EBSERH no Hospital Antônio Pedro. A coordenação do SINTUFF convocou a categoria para participar da Audiência Pública, organizada pelo SINTUFF, ADUFF e os estudantes da Oposição de Esquerda da UFF, a realizar-se o dia 23
Foi deliberado também a mobilização da categoria para participar do CUV (Conselho Universitário) no mesmo dia da paralisação. O SINTUFF pretende questionar no Conselho a Portaria 55.442 e impedir qualquer a votação para entrada da EBSERH na UFF. A participação ativa dos servidores na assembleia promete uma paralisação forte para enfrentar a ofensiva do reitor aos direitos dos trabalhadores.
No início da assembleia o coordenador Diogo do SEPE/Niterói esteve presente trazendo o informe acerca da deflagração da greve dos professores do estado que se iniciará no dia 02/03, por conta dos ataques ao salário e décimo terceiro que o governo Pezão está impondo à categoria da educação estadual.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
30 horas ameaçadas
terça-feira, 24 de setembro de 2013
GRANDE ASSEMBLEIA APROVA ESTADO DE GREVE E MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DAS 30 HORAS
| Foto: Jesiel Araujo |
Nesta quarta-feira (25), o SINTUFF estará presente no
Conselho Universitário, utilizando este espaço para confrontar o reitor e sua
política de privatização e ataque aos direitos dos servidores.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Calendário de atividades nos dias de paralisação
Atenção para as datas e horários das atividades nesses dias de luta
9h - Manifestação no Conselho Universitário (CUV)
Praia Vermelha - Auditório da Geociências
* Por uma comissão para investigar assédio moral (processo aprovadoe não executado há anos);
* Pela ampliação de vagas na Creche e COLUNI aos servidores;
* Pelo direito de aposentado votar para reitor;
* Em defesa das 30h e contra as catracas
15h - Casa do SINTUFF - Cine debate
10h - Ato na Cinelândia
Junto com a UNIRIO denunciando a privatização dos hospitais e pela prisão dos mensaleiros
Ato unificado no Rio
Local e horário a definir
28/8
9h - Manifestação no Conselho Universitário (CUV)
Praia Vermelha - Auditório da Geociências
* Por uma comissão para investigar assédio moral (processo aprovadoe não executado há anos);
* Pela ampliação de vagas na Creche e COLUNI aos servidores;
* Pelo direito de aposentado votar para reitor;
* Em defesa das 30h e contra as catracas
15h - Casa do SINTUFF - Cine debate
29/8
10h - Ato na Cinelândia
Junto com a UNIRIO denunciando a privatização dos hospitais e pela prisão dos mensaleiros
30/8
Ato unificado no Rio
Local e horário a definir
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Assembleia aprova paralisação no dia 15/8
As demandas das jornadas de junho
e da paralização nacional do dia 11/7 continuam ecoando pelo país. Os
trabalhadores da educação, saúde e segurança públicas do estado do Rio Grande
do Norte estão parados. Os médicos protagonizaram protestos em todo o país. Os
trabalhadores em educação do Rio de Janeiro estão em greve e a juventude
continua nas ruas.
As categorias se preparam para
paralisar nacionalmente no dia 30/8. A presidente Dilma parece continuar surda
aos gritos das ruas. As respostas do governo foram frustradas. Recuou na
reforma política, no plebiscito e no programa Mais Médicos, suposta solução
mágica para a crise da saúde pública. Está fracassando também o projeto de
implantação da EBSERH, devido à forte mobilização contraria aos planos de
privatização.
A corrupção continua solta e o
cinismo dos mensaleiros petistas se soma à vergonhosa negociata dos tucanos com
um cartel internacional entre multinacionais para superfaturar obras e serviços
na rede ferroviária de São Paulo e Brasília.
Apesar de sua manifesta
debilidade, Dilma não descansa na tentativa de continuar arrochando salários e
retirando direitos. O funcionalismo público tem que dar uma resposta. A FASUBRA
indica um processo de mobilização com paralisação para o dia 15/8. O SINTUFF
realizou uma assembleia geral onde foram aprovados a paralisação e um
calendário de lutas para pressionar o governo a antecipar o reajuste do acordo
da greve 2012, barrar a EBSERH e pela anulação da reforma da previdência, entre
outras pautas. O sindicato realizará um ato nas Barcas chamando a atenção
também para o processo de privatização da saúde pública, a partir das 9h do dia
15.
- Pela antecipação do reajuste do acordo de greve
- Para barrar a EBSERH
- Pela anulação da Reforma da Previdência
- Em defesa das 30 horas! Não à catraca
quarta-feira, 31 de julho de 2013
CUV suspenso por falta de quórum
Foi também discutido e acertado os últimos detalhes sobre a viagem a São Paulo para o Congresso da Unidos Pra Lutar.
Um grupo de estudantes que veio do interior conseguiu se reunir com o reitor em outra sala no prédio da engenharia para apresentar as demandas dos estudantes dos campi do interior. Como forma irreverente de protestar contra o atraso nas obras desses locais, os estudantes trouxeram um bolo de tijolo com chantilly e velinhas para "comemorar" o aniversário do atraso.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Resoluções da Assembleia Geral do SINTUFF
1) Conjuntura
2) Plano de lutas
3) Congresso da Unidos pra Lutar
Após o momento para informes, seguiu a análise de conjuntura. Foram levantadas questões como o "Ato médico" e as mobilizações dos médicos em torno da importação de profissionais da saúde, as jornadas de junho, o Dia Nacional de Lutas e Paralisações que aconteceu no dia 11 de julho. Foi também colocada a questão do indicativo de paralisação da FASUBRA para o dia 15 de agosto e 26 a 29 do mesmo mês
culminando com o a paralisação do dia 30/8 chamada pelas centrais sindicais. Como este ponto não foi previamente posto em pauta acertou-se decidir este ponto em nova assembleia a ser marcada antes do dia 15. Foi trazido um alerta em relação a Creche UFF que está ameaçada de fechar por causa do fim do convênio com a prefeitura de São Gonçalo, que cedia profissionais para a creche.
Sendo assim, as deliberações da assembleia geral foram:
1) Ato no próximo CUV do dia 31/7 para levar as questões da Creche UFF, catracas e EBSERH
2) Reunião com os companheiros da Creche UFF para discutir a situação do setor e medidas cabíveis
3) Abaixo-assinado contra as catracas
4) Levantamento sobre a incidência de terceirização na UFF
5) Envio de delegados para o congresso da Unidos pra Lutar, a saber, Pedro Rosa, Lígia Regina, Heloiza Helena e Carlos Abreu. O SINTUFF também disponibilizou um ônibus com 41 vagas para levar outros companheiros ao congresso.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Ato de paralisação, em frente ao HUAP, contra EBSERH e em defesa das 30 horas
Como votado nas assembleias, hoje é dia de paralisação de técnicos e docentes da UFF. Hoje pela manhã houve ato em frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) a partir das 7h. O objetivo do ato era dar visibilidade à paralisação contra a EBSERH e em defesa das 30 horas. Houve panfletagem, intervenções, tanto de militantes como de usuários, e bonecões da Dilma, Roberto Salles e Tarcísio. O companheiro e vereador de Niterói, Renatinho, esteve presente para apoiar o ato e também fez sua intervenção ressaltando a grande importância dessa luta.
Na parte da tarde os lutadores irão à Praça XV para um ato unificado contra a EBSERH que tem início às 14h.
Na parte da tarde os lutadores irão à Praça XV para um ato unificado contra a EBSERH que tem início às 14h.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Amanhã paralisação com ato em frente ao HUAP e ato unificado no Rio
| Foto: Jesiel Araujo |
O SINTUFF chama todos os lutadores para travarem mais essa batalha pelo direito básico a uma saúde pública, gratuita e de qualidade!
terça-feira, 19 de março de 2013
Ato na Reitoria contra a instalação da catraca eletrônica
Ciente desse ocorrido o SINTUFF convocou um ato na Reitoria para protestar contra essa atitude autoritária e também seguindo a orientação da FASUBRA em fazer de hoje um dia nacional de luta. Houve panfletagem e coleta de assinaturas para um abaixo-assinado contra a medida que a administração tanto insiste em efetivar. O professor decano da UFF, Heitor de Moura, recebeu uma comissão do SINTUFF para debater acerca do ponto eletrônico. Os representantes do sindicato reivindicaram que o reitor deveria se posicionar contra a medida de Tarcísio que feriu decisão da instância máxima da universidade. E citaram a lei que sugere a instalação de pontos eletrônicos, defendendo que não existe exigência alguma de instalação. Antes o documento reza que o processo deve se iniciar em todos os órgãos federais a começar pelo Distrito Federal, depois pelas capitais e por último as demais cidades. Nessa escala, a UFF seria uma das últimas universidades a instalar o ponto eletrônico e não uma das primeiras. Em Brasília não se tem notícia de pontos eletrônicos em órgãos federais, tampouco em capitais. Sendo assim por que essa urgência em implantar esse sistema na UFF?
O SINTUFF é contra qualquer controle eletrônico seja agora ou em qualquer época. O valor e e a efetiva produção do trabalhador não pode ser numérica e eletronicamente medida. Ponto eletrônico não!
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