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quarta-feira, 26 de abril de 2017
Reitor declara apoia à Greve Geral do dia 28/4
O reitor da UFF, Sidney Mello, durante sessão extraordinária do CUV ocorrida nesta quarta-feira (26/4), afirmou que a universidade aderirá ao movimento grevista dia 28/4. O reitor garante que mesmo os trabalhadores terceirizados não serão impedidos de participar da #GreveGeral
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Mobilização vitoriosa no CUV
| Foto: Marcello Bertolo |
Também foram levados pelos estudantes os problemas estruturais da moradia estudantil. Dentre eles o mais grave abordado foi a constante falta d'água. Quanto a isso a administração se posicionou dizendo que já está tomando providências junto à Águas de Niterói para pensar uma solução. Outra questão em relação a moradia estudantil foi em relação a expulsão de cinco estudantes por causa de suas baixas notas. Foi contestada a arbitrariedade e frieza da reitoria nos parâmetros binários para determinar quem fica e quem sai da moradia estudantil. Se tem 50% de aprovação fica, se não, sai. Não há acompanhamento do aluno para conhecer o que o levou a um porcentagem de reprovação acima dos 50%. Após o término do CUV os manifestantes foram em passeata até o Gragoatá para levar à população de Niterói a realidade das condições de trabalho e estudo na UFF.
| Foto: Jesiel Araujo |
Sindicato se posiciona juridicamente em defesa dos servidores e alunos
O SINTUFF entrou com uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF) para denunciar a situação de perigo que os estudantes, professores e servidores estão vivendo. Também enviou um memorando para a direção do instituto de biologia explicando que a situação do prédio impede que haja um funcionamento normal do IB. Ninguém deve permanecer no prédio enquanto não for emitido um laudo que comprove que há condições de funcionamento normal dentro da edificação. Para ver a representação clique aqui Para ver o memorando clique aquiterça-feira, 24 de setembro de 2013
GRANDE ASSEMBLEIA APROVA ESTADO DE GREVE E MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DAS 30 HORAS
| Foto: Jesiel Araujo |
Nesta quarta-feira (25), o SINTUFF estará presente no
Conselho Universitário, utilizando este espaço para confrontar o reitor e sua
política de privatização e ataque aos direitos dos servidores.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Conselho Universitário não atinge quórum e EBSERH permanece fora da pauta
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| CUV é cancelado por não alcançar o quórum (Fotos - Luiz Fernando Nabuco - ADUFF) |
Mesmo entre os setores que formam a base de apoio do reitor
não há consenso sobre os temas EBSERH e catraca. Conhecido defensor da atual
administração, o conselheiro Paulo Cesar Fernandes de Almeida (conhecido como PC), da Escola de
Engenharia, declarou em sua fala que a implantação da EBSERH fere a autonomia
universitária e desvincula o HUAP da UFF.
Diretor do HUAP
panfleta por catraca
A impopular política de instalar catracas no HUAP está sendo
defendida pelo diretor (não eleito) do hospital, Tarcísio Rivello, em
informativo oficial da instituição. A publicação deplorável não reflete a
posição majoritária da comunidade do HUAP. O informativo afirma que a catraca
não tem vínculo com o ponto eletrônico. Mas até quando? Enquanto a UFF gerir o
HUAP, é a universidade que faz as regras. Mas se a EBSERH for implantada, como desejam Roberto Salles e Tarcísio Rivello, a administração
privada do hospital pode instituir, da noite para o dia, que a catraca vale como ponto eletrônico.
| Roberto Salles demonstrou ansiedade para atingir o quórum |
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Todos ao CUV para barrar a EBSERH!
Recentemente o reitor e o diretor do HUAP fizeram discursos favoráveis a EBSERH. Estes nunca deixaram claros seus posicionamentos acerca da famigerada empresa e agora revelam sua verdadeira intenção em entregar o HUAP nas mãos da iniciativa privada. A instalação de catracas na porta do Antônio Pedro é um exemplo da pavimentação que a administração da UFF tem feito para a entrada da EBSERH na universidade.Os trabalhadores não podem aceitar esse ataque a um bem público não só da comunidade universitária, mas de todos os usuários que precisam que o HUAP mantenha seu atendimento público, 100% SUS. Na próxima quarta feira (24/4) haverá a reunião regular do Conselho Universitário (CUV) e o SINTUFF convoca todos os servidores para estarem presentes no ato contra a EBSERH que acontecerá nesta reunião a partir das 8h30.
Venha combater esta nefasta entrega da saúde pública!
24/4, Quarta-feira
8h30
Auditório do Instituto de Geociências
Campus da Praia Vermelha
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Vitória avassaladora da Ocupação
Na manhã de terça-feira, 6/9, uma comissão de estudantes se reuniu com o reitor Roberto Salles para debater a pauta exigida pela comunidade universitária, que ocupava o prédio da Reitoria desde quarta-feira, 31/8. O reitor se comprometeu com inúmeros pontos, entre eles a paralisação das obras da Via Orla, a não concessão de terrenos da universidade para a construção da Via 100 e a não abertura de novos cursos pagos, assim como o impedimento da criação de novas turmas e matrículas nestes cursos. Diante das concessões propostas pela reitoria, os estudantes em assembleia definiram por aceitar o acordo e desocupar o prédio. Também é parte do compromisso firmado, o agendamento de uma reunião entre reitoria e SINTUFF para segunda-feira, 12/9, para discutir o interdito proibitório, impetrado pela administração da universidade contra o sindicato, assim como as demais questões pertinentes à pauta interna dos servidores.
Estudantes reagiram com mobilização à ataque do reitor
Na noite de 5/9, a reitoria havia conseguido judicialmente a reintegração de posse do prédio a partir das 20 horas, com uso de força policial caso necessário. Diante deses fatos, estudantes de todas as partes da universidade se dirigiram em massa para o prédio da Reitoria, dispostos a resistir e manter a ocupação. Cerca de mil estudantes reuniram-se em assembleia para definir qual seria os rumos da mobilização em caso de repressão. Entretanto, logo chegou a notícia que o reitor Roberto Salles havia recuado, suspendido temporariamente a ação judicial e aberto uma mesa de negociação com os estudantes para a manhã seguinte. O prédio da Reitoria "tremeu" com a vibração dos manifestantes, seus cantos e palavras-de-ordem.
A ocupação foi uma demonstração de força da comunidade universitária, diante do autoritarismo do reitor Roberto Salles, que acuado pelo entusiasmo dos manifestante e pela avassaladora adesão aos protestos se viu obrigado a abrir um canal de diálogo. A ocupação evidenciou o melhor caminho parea que os servidores técnico-administrativos em greve obtenham conquistas na pauta interna e frente ao governo.
Estudantes reagiram com mobilização à ataque do reitor
Na noite de 5/9, a reitoria havia conseguido judicialmente a reintegração de posse do prédio a partir das 20 horas, com uso de força policial caso necessário. Diante deses fatos, estudantes de todas as partes da universidade se dirigiram em massa para o prédio da Reitoria, dispostos a resistir e manter a ocupação. Cerca de mil estudantes reuniram-se em assembleia para definir qual seria os rumos da mobilização em caso de repressão. Entretanto, logo chegou a notícia que o reitor Roberto Salles havia recuado, suspendido temporariamente a ação judicial e aberto uma mesa de negociação com os estudantes para a manhã seguinte. O prédio da Reitoria "tremeu" com a vibração dos manifestantes, seus cantos e palavras-de-ordem.
| Fotos: Luiz Fernando Nabuco |
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