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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Reitor declara apoia à Greve Geral do dia 28/4

O reitor da UFF, Sidney Mello, durante sessão extraordinária do CUV ocorrida nesta quarta-feira (26/4), afirmou que a universidade aderirá ao movimento grevista dia 28/4. O reitor garante que mesmo os trabalhadores terceirizados não serão impedidos de participar da #GreveGeral

terça-feira, 10 de maio de 2016

Reunião na reitoria discute questões importantes para a categoria

Foto: Jesiel Araújo
Aconteceu hoje (10/5) uma reunião com o pró-reitor da PROGEPE, Tulio Franco e o chefe de gabinete do reitor, Alberto di Sabatto, com os coordenadores do SINTUFF, Pedro Rosa e Ligia Martins além dos servidores Nilo (representando os bibliotecários em luta) e Luciano Pita (representando o grupo BASE). O corpo jurídico do sindicato também estava presente para dar auxílio. Na pauta estavam a defesa das 30 horas, o despejo do SINTUFF, o HUAP e o duplo vinculo.
Os coordenadores do SINTUFF defenderam que as 30 horas devem ser mantidas em toda a UFF e não apenas em alguns setores, como pode ocorrer se for usado o decreto da flexibilização da jornada, como falou a reitoria. O pró-reitor disse que quer acabar com a informalidade e está estudando formas para isso, e que já concluiu a primeira fase dos estudos. A proposta dará cobertura para aproximadamente 40% dos servidores, os quais estariam aptos a continuar nas 30 horas. A reitoria diz estar estudando o que fazer com os 60% que não serão cobertos com o decreto. O SINTUFF também lembrou na reunião que o atual reitor, durante a sua campanha, garantiu que respeitaria a conquista das 30 horas, mas não é o que está acontecendo com a portaria 55.442. Tulio disse que haverá uma comissão com a participação de técnicos administrativos para avaliar as opções.
Como o argumento central da reitoria era de que estavam sendo pressionados pelo Ministério Público, pela justiça e pelo TCU, o SINTUFF solicitou fosse disponibilizados todos os documentos que envolvem esse assunto e que fosse revogada a portaria. Se encerrou o ponto com o compromisso de adiar a conclusão dos trabalhos da comissão criada pela portaria, que o reitor iria disponibilizar os documentos do Ministério Público e voltará a discutir o tema com os servidores.
Em relação ao despejo do SINTUFF, a reitoria alega que o sindicato foi notificado várias vezes, mas o SINTUFF não recebeu nenhuma notificação, apenas a ordem de despejo. A reitoria volta a afirmar que não é uma posição política e sim pressão do Ministério Público e do TCU. Porém, o SINTUFF afirmou que o TCU pede a regularização, já que não pode haver uso de organização privada dentro do espaço público gratuitamente. Sendo assim, a posição do TCU engloba SINTUFF, DCE, DA's ACHUAP, mas o reitor está exigindo somente a saída do SINTUFF, demonstrando uma opção política de selecionar quem vai expulsar da UFF. 
Depois de muita discussão, o SINTUFF disse que era a primeira vez que o assunto entrava na pauta em reuniões com a reitoria e que estava disposto a discutir a regularização, mas não aceitava perseguição politica. Se reforçou o interesse em regularizar a situação e permanecer no espaço. Os advogados do sindicato sugeriram uma audiência em conciliação e uma reunião para formalizar as decisões sobre o assunto. A reitoria nesse ponto disse que iria analisar a ideia de regularizar o espaço para uso do SINTUFF e responderia a entidade.
Outra questão levantada foi o duplo vinculo. O pró-reitor informou que em caso de acumulo ilícito, orientou que o servidor deve decidir em qual local quer permanecer e então, se desejar, pedir demissão ou reduzir a carga horária.  O sindicato exigiu que o servidor tenha direito à defesa e que possa comprovar que o acumulo é licito. Ficou acertado que o sindicato deverá ser notificado nesses casos.
Ao final, foi exposta a situação do HUAP, que fechou 40 leitos recentemente, mesmo com a entrada da EBSERH e encontra-se em péssimas condições de funcionamento, devido ao fim do contrato dos terceirizados. Foi informado que o hospital está com a administração dividida por enquanto e que o tempo de transição para a EBSERH é de 12 a 18 meses. A contratação imediata de pessoal por processo seletivo simplificado foi encaminhada e será aberto concurso público em fevereiro. O SINTUFF exigiu a renovação do contrato dos trabalhadores e o retorno do funcionamento normal do hospital. O sindicato continuará na luta em defesa do direito dos trabalhadores. Além disso, quer que volte a discussão unificada do SINTUFF com a reitoria e a presença do representante da EBSERH, pois muitas coisas estão em aberto e o contrato não foi discutido coletivamente com a comunidade.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Paralisação com conquistas e avanços

Fotos: Barbara Hauret
A paralisação de hoje começou com panfletagem no HUAP e em frente ao prédio da reitoria. A paralisação teve grande adesão dos servidores, inclusive de setores que não tem histórico de paralisar, como a reitoria. Os trabalhadores protestaram contra a entrada da EBSERH no HUAP, o fechamento de 40 leitos no hospital, a ameaça às 30 horas, pela revogação do despejo do SINTUFF e condições de funcionamento da biblioteca. A categoria exigiu uma reunião com o Sidney Mello, mas foram impedidos de entrar no prédio da reitoria, de uma forma totalmente antidemocrática e seletiva, decidindo qual servidor poderia entrar. A falta de diálogo com a categoria foi um dos motivos da paralisação, já que estão sendo tomadas decisões que afetam a vida dos servidores e estes não têm sua opinião ouvida. Após diversas tentativas de marcar uma audiência, sempre sem resposta, o chefe de gabinete do reitor, Alberto di Sabbato, foi obrigado a atender a categoria e ouvir as reivindicações. Os trabalhadores reclamaram da forma como foram tratados ao tentar entrar no prédio, já que todos são funcionários da UFF e têm direito ao livre acesso e também da ação encabeçada pela reitoria para despejar o sindicato de sua sede, na tentativa de calar e criminalizar toda uma categoria que luta pelos seus direitos . Diante da insistência dos servidores, que conquistaram uma vitória, ficou acertada uma reunião para a próxima terça-feira (10/5) às 11h, onde será discutida a pauta da paralisação. 

Na parte da tarde, ocorreu um abraço à BCG, em prol de melhores condições de trabalho. Há um mês, 53 funcionários terceirizados foram demitidos, fazendo com que a biblioteca funcionasse de forma ainda mais precária. A bibliotecária Gilda falou sobre a falta de ar condicionado e aos diversos requerimentos enviados à Superintendência que não foram respondidos. O bibliotecário Nilo informou sobre o cancelamento do pregão para a reposição dos terceirizados demitidos que aconteceria hoje e foi cancelado. A coordenadora Lígia lembrou da terceirização do hospital e do fechamento de leitos. O atendimento está prejudicado tanto nas bibliotecas quanto no HUAP pela falta de planejamento e comprometimento da reitoria da UFF. O SINTUFF continuará lutando pelos direitos da categoria e contra a ditadura que o reitor tenta implantar na faculdade


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

30 horas ameaçadas


Reitoria publicou uma portaria que cria um grupo de trabalho que deve pensar em uma forma de registrar a frequência dos trabalhadores. Vindo de uma administração que até hoje tenta enfiar o ponto eletrônico goela abaixo da categoria, não surpreende que tentem com essa medida expandir a catraca para toda universidade ameaçando o histórico direito de 30 horas semanais de trabalho. Confira abaixo a portaria.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Manifestação unificada fecha Ponte do Saber

Fotos: Jesiel Araujo
Hoje, 3/9, foi marcado uma atividade unificada na UFRJ. Estavam presentes, além do SINTUFRJ e do SINTUFF, o SINTUR-RJ, ASUNIRIO e ASFOC (Fio Cruz). Representantes do movimento estudantil dessas universidades também se faziam presentes.
A concentração aconteceu na Reitoria da UFRJ e seguiu pelas ruas do Fundão até a Ponte do Saber. Os manifestantes avançaram até a altura da Linha Vermelha que passa embaixo da ponte. Ali os companheiros mantiveram a ponte fechada. Enquanto alguns faziam palavras de ordem e intervenções, outros usavam as faixas para dialogar com os motoristas que passavam lá embaixo na via expressa. Muitos motoristas buzinavam em apoio ao movimento grevista.
A passeata foi importante pelo caráter unitário que mostrou força e disposição para continuar na greve até que o governo apresente proposta favorável. Este é o caminho, unir para fortalecer.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Interior se reúne com comitê gestor

Fotos: Jesiel Araujo
No dia 12/8, na parte da tarde, uma comissão de servidores do interior se reuniu com parte do comitê gestor da UFF representado pelos professores Túlio Franco (pró-reitor da PROGEPE), Alberto Di Sabatto (coordenação de pessoal docente - PROGEPE) e Neilton Ventura (pro-reitor da PROAD). Dentre os diversos pontos debatidos, destacam-se alguns:

- Documentação e protocolo
Os servidores levaram mais uma vez à mesa essa que já é uma demanda antiga, a instalação de protocolos ou meios de protocolar documentos sem que seja necessária a vinda do servidor para a sede. O professor Alberto falou sobre o Siga –Doc. Sistema que tornará viável a parte de entrega e protocolamento de documentos. Esse projeto visa tornar digital todo processo documental e burocrático a fim de facilitar o trâmite administrativo na sede e principalmente para os servidores do interior. Deve ter início sua implantação ao fim da greve.

- Insalubridade
A representação de técnicos presentes reivindicou que se fizesse novo laudo pericial para adicional de insalubridade. Segundo eles, muitos tiverem seu adicional cortado de forma injustificada. Tulio disse que foram feitos laudos em 2013 e que não precisaria refazer o processo a não ser que tenha haja alteração estrutural e/ou do ambiente. Segundo o professor, a regra atual é mais rigoroso que a antiga e que refazer o laudo com certeza diminuiria o índice.
O comitê garantiu que onde não tiver lado será feito e que essa é a prioridade.O coordenador Luiz Carlos questionou a forma como o processo é feito. Pediu mais seriedade nesse procedimento pois os laudos estão sendo emitidos sem uma apropriada medição técnica principalmente no tocante aos laboratórios. Em algumas situações onde não há condições mínimas de trabalho, o técnico que vai medir o grau de insalubridade dizia que não tinha condição de avaliar e ficava por isso mesmo. Túlio se comprometeu a mandar equipe para verificar as condições precárias denunciadas.

- Perícia no interior
Prof. Túlio assumiu o compromisso de estudar uma maneira de terem médicos perito no interior. A ideia é buscar profissionais locais com qualificação para realizar as perícias na própria cidade. Se houver serviço de perícia médica na própria cidade, será possível buscar um convênio da UFF com estes.

- Programa de capacitação e qualificação
Foi mencionado pelo comitê gestor a criação da Escola de Governança em Gestão Pública que estaria completamente voltada para oferecer e graduação, pós e cursos de capacitação a servidores docentes e técnicos em caráter semipresencial. A intenção do projeto é ter núcleos no interior. Segundo Tulio, o projeto parou por conta da greve. Ainda disse que, enquanto isso, o regimento está sendo aprovado pelos conselhos superiores da UFF. Disse que vai informar ao sindicato sobre o programa de capacitação pra que possa opinar e influenciar o mesmo. O pró-reitor da PROGEPE disse que um mestrado em gestão pública, somente para servidores da UFF, estava com edital pronto que não foi solto por conta da greve. Disse que esse ano não será possível, mas que ano que vem esse projeto será retomado. É notável como este comitê faz questão de querer colocar tudo na conta da greve.

- Obras paradas. Condições de trabalho
Sobre as obras paradas e as melhorias que precisam ser feitas nos campi do interior, o comitê se esquiva dizendo não ser possível fazer nada por falta de recurso. Segundo eles, o MEC só tem acenado negativamente para as solicitações de verba da UFF. Disseram que a prioridade é não parar as obras que já começaram, dando importância maior para o prédio da Biologia.

- EPI
Foi cobrado o fornecimento de EPI’s para os servidores que, em muitas situações, trabalham sem o equipamento ou precisam comprar do próprio bolso. Falou-se também da falta de segurança nos campi. Já houve casos de furto de computadores, inclusive. Também foi colocada a questão da falta de uma brigada de incêndio e rotas de fuga em diverso prédios dos campi do interior. Prof Alberto colocou que essas questões devem ser tratadas pelas direções locais.

Ao fim da reunião, o Professor Túlio disse que seria elaborado um oficio com a resposta a todos os pontos e o mesmo seria enviado ao sindicato marcando uma nova reunião.
O sindicato cobrou do comitê os nomes dos responsáveis locais para que se possa cobrar as demandas que podem ser resolvidas diretamente com esses gestores. Uma próxima reunião será marcada.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Servidores do interior visitam Niterói

Fotos: Jesiel Araujo
No último dia 22/7, servidores do interior de dos campi de Volta Redonda, Macaé, Nova Friburgo, Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus de Itabapoana. Os companheiros chegaram pela manhã e foram para a Casa do SINTUFF. Lá tiveram atendimento jurídico com os advogados do sindicato. Logo após houve uma conversa com os coordenadores Pedro Rosa, Luiz Carlos e Carlos Abreu. Foi colocada a conjuntura atual e a necessidade de cada vez mais unificar para derrotar os ajustes do governo e as migalhas que oferece aos trabalhadores.
Na parte da tarde os companheiros se reuniram com o chefe de gabinete do reitor, José Rodrigues, para apresentar uma pauta específica das necessidades desses campi. O documento foi acolhido e Rodrigues disse que submeteria o mesmo ao comitê gestor. Uma nova reunião com o interior ficou marcada para o dia 12/8 na parte da tarde.
Servidores do interior em reunião com chefe de gabinete
Esta foi uma iniciativa do sindicato a fim de aproximar o interior da luta da greve, para que os companheiros possam ser atualizados do que acontece na universidade como um todo e pra que eles possam apresentar suas demandas. Esse contato deve ser mantido. Os campi do interior também são UFF.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Dia de atividades na Greve

Foto: Barbara Hauret
Ontem pela manhã, segundo orientação da FASUBRA, foi realizada a campanha de Doação de Sangue Contra a Privatização da Saúde no Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP). Várias pessoas, servidores e usuários, participaram da iniciativa como forma de solidariedade e protesto. Paralelamente à coleta, ocorria uma atividade de conversa com a população na entrada do HUAP.
Na parte da tarde, o SINTUFF participou de um ato tirado no Comando Unificado de Greve



Sessão do CEP. Foto: Jesiel Araujo
da UFF e referendado na Assembleia de Greve da base. A atividade ocorreu nos jardins da reitoria e consistia na realização de saraus e aulas públicas. O conjunto dos três segmentos representado, também foi recebido pra uma reunião com o comitê gestor do gabinete do reitor, encabeçado pelo pro-reitor da PREGEPE, professor Túlio. Foi apresentado um pedido para que fosse marcada uma reunião urgente com o próprio reitor, já que o presente comitê não teria autonomia suficiente para discutir as demandas dos três segmentos. Logo depois, os manifestantes foram para a sessão do Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) a fim de pressionar pela aprovação de uma proposta que tinha como cerne o não inicio das aulas do próximo semestre até que todo processo de lançamento de notas e afins referentes ao presente semestre estivesse terminado. O Vice reitor, que presidia a mesa, decidiu, apoiado pela opinião de outros conselheiros presentes, que esta proposta deveria ser encaminhada para outras câmaras para passar por análise técnica.


Foto: Jesiel Araujo

sexta-feira, 3 de julho de 2015

3 segmentos da UFF fazem grande ato em Niterói

Foto: Jesiel Araujo
Foi tirado no Comando Unificado dos Três Segmentos, e referendado nas assembleias de cada base, um conjunto de atividades para o dia 1/7. A primeira atividade foi uma passeata que se concentrou no Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) a partir das 13h. Os manifestantes partiram de lá em direção a Reitoria para protocolar a pauta unificada das categorias em greve na UFF. O ato seguiu pela Marquês do Paraná até alcançar a Miguel de Frias. Quando os manifestantes passavam pelas ruas com faixas, bandeiras, cartazes e muitas palavras de ordem, os moradores em seus prédios aplaudiam e apoiavam a manifestação.
Foto: Jesiel Araujo
Ao chegar na reitoria, os trabalhadores e estudantes se depararam com uma reitoria de portas acorrentadas. Sim, aqueles que constroem a universidade foram recebidos como ameaça. A duras penas conseguiu-se que uma comissão representativa formada por dois integrantes de cada segmento subisse para uma reunião com o reitor. Mas ao chegar no gabinete, mais uma surpresa. O outrora tão receptivo vice-reitor, agora como "magnífico" se recusa a receber as categorias e coloca seus asseclas pra enrolar. Uma reunião completamente infrutífera, a mais pura enrolação.
Por volta das 16h começou a próxima atividade aprovada: Debate sobre a Educação no Brasil. A princípio esse evento deveria acontecer dentro do Cine Arte UFF, mas a reitoria se negou a abrir o prédio alegando que o mesmo estava passando por reformas que estava impossibilitado de ser usado.
Foto: Zulmair Rocha
A mesa do debate teve a composição do recém eleito reitor da UFRJ, Roberto Leher, uma representação da FASUBRA, uma da ANEL, uma da ADUFF e uma do SINTUFF. As falas foram em torno da crise nas universidades. Como um governo pode ser tão contraditório a ponto de se denominar "pátria educadora" e cortar bilhões da educação? Falou-se bastante da necessidade cada vez maior de unificação dos que lutam. O momento é propício, o governo está mais fragilizado do que nunca. Dilma amarga 10% de popularidade no seu governo, índice que remete aos anos de Collor.
Após o debate aconteceu um Arraiá da Greve, onde todos se confraternizaram aproveitando também para continuar ocupando por mais um período o espaço da reitoria. 
Fotos: Zulmair Rocha

terça-feira, 7 de abril de 2015

Primeiro dia de paralisação tem bons resultados

Fotos: Jesiel Araujo e Barbara Hauret
Hoje, conforme tirado em assembleia, foi o primeiro dia de paralisação dos três aprovados (7, 8 e 9/4). O SINTUFF esteve desde 6h em frente ao HUAP com professores e alunos mobilizando a categoria a respeito da necessidade de adesão ao movimento e dialogando com usuários e população através de um café da manhã e uma carta unificada que era entregue pelos trabalhadores.
Depois disso o sindicato percorreu alguns setores da universidade a fim de conscientizar os trabalhadores da necessidade da luta. Quão grata foi a surpresa ao perceber que muitas partes da UFF já estavam paralisadas. No Gragoatá quase não havia movimento de professores, alunos ou técnicos. Os que estavam no campus participavam de rodas de debates promovidas pela ADUFF falando sobre a paralisação e os motivos dela. Na Reitoria muitas salas vazias mostravam a disposição de muitos em apoiar a paralisação. O sindicato esteve presente a fim de tentar trazer os trabalhadores para mais perto da realidade que hoje vivem os servidores públicos, e que só na luta esse quadro pode ser revertido.


Roda de debate no Gragoatá

Reitoria com vários setores paralisados

domingo, 31 de agosto de 2014

Estudantes fazem passeata pela abertura do novo prédio do IB

Estudantes da UFF se reuniram em frente ao Valonguinho para concentrar uma passeata teve seu ponto final a Reitoria. Depois de um ato no último CUV, agora o assunto do prédio da biologia foi pras ruas! Os estudantes, professores e servidores estão impedidos de trabalhar no prédio do Instituto de Biologia (IB) por que a construção está com risco de desabamento. Outro assunto que pauta da passeata foram as expulsões da moradia universitária por falta de nota.

Fotos: Zulmair Rocha

terça-feira, 27 de maio de 2014

Assembleia realizada na Reitoria reafirma greve

Foto: Jesiel Araujo

Apesar de o Acampamento de Greve não ter acontecido,  a assembleia que ocorreria durante essa atividade manteve a Reitoria como local. Nessa assembleia que teve mais de cem presentes reunidos em frente ao gramado do prédio, os servidores confirmaram por unanimidade a continuidade da greve.
As falas lembraram a força que outras greves vem ganhando com a proximidade da Copa, a exemplo de categorias como a dos metalúrgicos de Niterói, IBGE, e Servidores da Cultura que a cada dia tem novos museus aderindo a Greve. Construir uma Greve Geral deve ser o objetivo de todo lutador engajado nesta peleja!


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ato na Reitoria paralisa completamente os trabalhos

Aprovada em Assembleia Geral a paralisação do dia 3/10 mostrou a força da categoria na defesa dos seus direitos. Os servidores se colocaram na entrada da Reitoria para fazer valer a decisão da Assembleia de paralisar os trabalhos da universidade por um dia como forma de aviso ao reitor. A categoria não ficará calada frente às constantes ameaças que ele tem feito contra direitos históricos, tais como as 30 horas. Uma denúncia "anônima" não pode servir de forma de pressão a fim de desmoralizar os trabalhadores.
Os servidores protestaram na entrada da Reitoria que ficou completamente sem funcionar. Este foi apenas um aviso. Se a reitoria tentar acabar com as 30 horas será imediatamente deflagrada greve. Os servidores deram uma pequena amostra do que é enfrentar uma categoria que tem consciência dos seus direitos e que luta por eles.
Pelas 30 horas! Conta a catraca! Contra a EBSERH!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

GRANDE ASSEMBLEIA APROVA ESTADO DE GREVE E MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DAS 30 HORAS


Foto: Jesiel Araujo
A categoria respondeu ao chamado do SINTUFF e compareceu em grande número à Assembleia que lotou o Auditório Florestan Fernandes, na Faculdade de Educação. Os cerca de 250 servidores presentes aprovaram Estado de Greve, paralisação dia 3/10 (com Ato na Reitoria) e uma moção de repúdio ao reitor Roberto Salles. O expediente de divulgar uma suposta denúncia anônima como forma de coagir os servidores é ilegal. Os servidores vão à luta para barrar o método calunioso e malicioso utilizado pela administração para fragilizar a defesa das 30 horas.
Nesta quarta-feira (25), o SINTUFF estará presente no Conselho Universitário, utilizando este espaço para confrontar o reitor e sua política de privatização e ataque aos direitos dos servidores.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Reitoria ficou mais de uma semana sem água

O SINTUFF ao longo dos últimos dias recebeu dezenas de reclamações de falta de água no prédio da Reitoria da UFF. Os servidores contestaram que a escassez de água estava tornando insuportável o trabalho no edifício.
O sindicato entrou em contato com a Prefeitura do Campus que alegou se tratar de um problema da empresa fornecedora, Água de Niterói. O SINTUFF também contatou a empresa, que afirmou não ser culpada pelo transtorno, dizendo se tratar de um problema isolado no prédio. Os coordenadores do sindicato verificaram que de fato não havia qualquer indício de falta de água nos prédios localizados nas imediações da Reitoria.
Além de não assumir a responsabilidade, a Prefeitura do Campus não informou qualquer prazo para resolução do problema. Carros-pipa foram sido enviados ao prédio mas isso sequer amenizou o problema. No fim, descobriu-se que o problema tratava-se apenas de um registro fechado, negligenciado.