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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
A luta contra o aumento continua
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Vigilantes terceirizados deflagram greve para cobrar salários atrasados
Os funcionários da Croll e Centauro, empresas terceirizadas que
prestam serviços de segurança patrimonial para a UFF, entraram em greve na referida unidade de ensino superior devido ao atraso de salários. A paralisação resultou em várias unidades da
universidade fechadas, tais como Serviço Social e ICHF, ou tiveram seu
funcionamento reduzido.O SINTUFF se solidariza de imediato aos trabalhadores
da vigilância e apoia a luta dos terceirizados da universidade. Fica a cobrança
à empresa Croll e à reitoria da UFF para que resolvam a questão imediatamente,
já que os trabalhadores não têm nenhuma responsabilidade pelos problemas
envolvendo a UFF e a empresa.Nas unidades que insistirem em manter o funcionamento na
inexistência de vigilância patrimonial, reiteramos que o SINTUFF não aceitará
que qualquer servidor seja responsabilizado por eventuais transtornos gerados
pela falta de segurança. O SINTUFF entende que a postura das unidades que
paralisaram seu funcionamento diante da greve dos vigilantes foi prudente e
acertada.O SINTUFF recomenda aos servidores que sintam-se desprotegidos
em trabalhar nestas condições que cobrem de imediato uma posição das chefias,
das direções e, especialmente, da reitoria, podendo contar com o apoio do
sindicato.
Trabalhadores
da limpeza marcam greve e forçam recuo da Luso-Brasileira
Os trabalhadores de limpeza, da terceirizada Luso-Brasileira que presta serviço para UFF, aprovaram entrar em greve a partir de quarta-feira (14) para cobrar salários atrasados. A greve foi cancelada devido ao recuo da empresa, que firmou um documento onde se compromete a pagar todos os rendimentos atrasados no dia 5 de fevereiro. O Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação (SINTACLUNS) manteve uma postura vacilante durante todo o processo, não apontando um enfrentamento firme contra a empresa. A proposta não foi aceita pelos trabalhadores que definiram pela greve, forçando a empresa a rever sua posição.O SINTUFF acompanhou as assembleias e apoiou os trabalhadores terceirizados. Os trabalhadores seguem em alerta, aguardando que a empresa cumpra o acordado no dia 5 de fevereiro.
UFF endividadaOs informes são de que a dívida da UFF com a Luso-Brasileira estaria na casa dos R$ 9.000.000. Os empresários faturaram alto na UFF ao longo dos anos, mas com o atraso, não abrem mão dos seus lucros e jogam a conta nas costas dos trabalhadores.Os trabalhadores não têm nenhuma culpa pelo imbróglio que envolve a administração da UFF e as empresas terceirizadas. É inadmissível que os trabalhadores paguem por esta crise. Dos lucros exorbitantes, os trabalhadores não recebem um centavo. O SINTUFF está firme e solidário ao lado dos trabalhadores terceirizados.
A crise da terceirização se espalha pelo paísHá informes de que trabalhadores terceirizados de várias universidades estão entrando em greve devido a situações semelhantes à da UFF. Terceirizados paralisaram seus serviços na UFPR, UFBA e UFRJ. Já são reflexos dos cortes de gastos do governo. Os banqueiros e grandes empresários seguem lucrando. Quem paga a conta são os trabalhadores.Dilma assumiu para o segundo mandato e colocou um agente direto dos banqueiros no Ministério da Fazenda. Joaquim Levy anima o mercado e chicoteia os trabalhadores. As bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) estão atrasadas. Bolsistas de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós- Graduação da Fiocruz RJ protestaram no Rio de Janeiro.Em plena recessão, o governo adotou medidas tais como aumentar o prazo para requerer o seguro-desemprego de 6 para 18 meses de trabalho, o triplo. Enquanto isso, a classe política segue acumulando privilégios, já estipulando novos reajustes polpudos para os salários de parlamentares e governantes.
Os trabalhadores de limpeza, da terceirizada Luso-Brasileira que presta serviço para UFF, aprovaram entrar em greve a partir de quarta-feira (14) para cobrar salários atrasados. A greve foi cancelada devido ao recuo da empresa, que firmou um documento onde se compromete a pagar todos os rendimentos atrasados no dia 5 de fevereiro. O Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação (SINTACLUNS) manteve uma postura vacilante durante todo o processo, não apontando um enfrentamento firme contra a empresa. A proposta não foi aceita pelos trabalhadores que definiram pela greve, forçando a empresa a rever sua posição.O SINTUFF acompanhou as assembleias e apoiou os trabalhadores terceirizados. Os trabalhadores seguem em alerta, aguardando que a empresa cumpra o acordado no dia 5 de fevereiro.
UFF endividadaOs informes são de que a dívida da UFF com a Luso-Brasileira estaria na casa dos R$ 9.000.000. Os empresários faturaram alto na UFF ao longo dos anos, mas com o atraso, não abrem mão dos seus lucros e jogam a conta nas costas dos trabalhadores.Os trabalhadores não têm nenhuma culpa pelo imbróglio que envolve a administração da UFF e as empresas terceirizadas. É inadmissível que os trabalhadores paguem por esta crise. Dos lucros exorbitantes, os trabalhadores não recebem um centavo. O SINTUFF está firme e solidário ao lado dos trabalhadores terceirizados.
A crise da terceirização se espalha pelo paísHá informes de que trabalhadores terceirizados de várias universidades estão entrando em greve devido a situações semelhantes à da UFF. Terceirizados paralisaram seus serviços na UFPR, UFBA e UFRJ. Já são reflexos dos cortes de gastos do governo. Os banqueiros e grandes empresários seguem lucrando. Quem paga a conta são os trabalhadores.Dilma assumiu para o segundo mandato e colocou um agente direto dos banqueiros no Ministério da Fazenda. Joaquim Levy anima o mercado e chicoteia os trabalhadores. As bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) estão atrasadas. Bolsistas de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós- Graduação da Fiocruz RJ protestaram no Rio de Janeiro.Em plena recessão, o governo adotou medidas tais como aumentar o prazo para requerer o seguro-desemprego de 6 para 18 meses de trabalho, o triplo. Enquanto isso, a classe política segue acumulando privilégios, já estipulando novos reajustes polpudos para os salários de parlamentares e governantes.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Trabalhadores de limpeza da Luso-Brasileira entram em greve nesta quarta, 14/1, para exigir salários atrasados
Os trabalhadores de limpeza, da terceirizada Luso-Brasileira que presta serviço para UFF, entram em greve a partir desta quarta-feira (14) para cobrar salários atrasados. Os informes são de que a dívida da UFF com a Luso-Brasileira estaria na casa dos R$ 9.000.000. Os trabalhadores cobram o pagamento e uma solução. Os empresários faturaram alto na UFF ao longo dos anos, mas com o atraso, não abrem mão dos seus lucros e jogam a conta nas costas dos trabalhadores. Os funcionários da Croll, terceirizada que presta serviços de segurança patrimonial para a UFF, também estão com os rendimentos atrasados.
Os trabalhadores não tem nenhuma culpa pela situação que envolve a administração da UFF e as empresas terceirizadas. A Luso-Brasileira e a Croll tem que acertar imediatamente o pagamento dos salários, pois eles são funcionários destas empresas, não tem vínculo empregatício com a universidade. É inadmissível que os trabalhadores paguem por esta crise. Dos lucros exorbitantes, os trabalhadores não recebem um centavo a mais por isso. O SINTUFF está firme e solidário ao lado dos trabalhadores terceirizados.
Dilma assumiu para o segundo mandato e colocou um agente direto dos banqueiros no Ministério da Fazenda. Joaquim Levy anima o mercado e chicoteia os trabalhadores. As bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) estão atrasadas. Em plena recessão, o governo adotou medidas tais como aumentar o prazo para requerer o seguro-desemprego de 6 para 18 meses de trabalho, o triplo. Enquanto isso, a classe política segue acumulando privilégios, já estipulando novos reajustes poupudos para os salários de parlamentares e governantes.
Os trabalhadores não tem nenhuma culpa pela situação que envolve a administração da UFF e as empresas terceirizadas. A Luso-Brasileira e a Croll tem que acertar imediatamente o pagamento dos salários, pois eles são funcionários destas empresas, não tem vínculo empregatício com a universidade. É inadmissível que os trabalhadores paguem por esta crise. Dos lucros exorbitantes, os trabalhadores não recebem um centavo a mais por isso. O SINTUFF está firme e solidário ao lado dos trabalhadores terceirizados.
A crise da terceirização se espalha pelo país
Há informes de que trabalhadores terceirizados de várias universidades estão entrando em greve devido à situações semelhantes a da UFF. Trabalhadores estariam paralisando seus serviços na UFPR, UFBA e UFRJ. Já são reflexos dos cortes de gastos do governo. Os banqueiros e grande empresários seguem lucrando. Quem paga a conta são os trabalhadores.Dilma assumiu para o segundo mandato e colocou um agente direto dos banqueiros no Ministério da Fazenda. Joaquim Levy anima o mercado e chicoteia os trabalhadores. As bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) estão atrasadas. Em plena recessão, o governo adotou medidas tais como aumentar o prazo para requerer o seguro-desemprego de 6 para 18 meses de trabalho, o triplo. Enquanto isso, a classe política segue acumulando privilégios, já estipulando novos reajustes poupudos para os salários de parlamentares e governantes.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Cresce a mobilização contra o aumento da tarifa
| Foto: Jesiel Araujo |
Todo o percurso foi feito com faixas, bandeiras e palavras de ordem que gritavam contra o abusivo aumento e os governos que aprovam tais medidas que só beneficiam os empresários do transporte. Apesar da presença dos chamados Black Blocs, desta vez não houve enfrentamentos com a PM.
Fato interessante que ocorreu quando o ato estava na altura do CCBB foi o massivo repúdio ao famoso "Batman" que figurou em muitas passeatas de 2013, mas que depois debandou para o lado da direita, apoiando movimentos que têm como eixo o apoio à intervenção militar. Também posou em várias fotos ao lado de figuras como Jair Bolsonaro, político de extrema direita no parlamento. O rapaz que apareceu com a fantasia do homem morcego foi vaiado e tão fortemente rechaçado que a própria polícia retirou-o da passeata.
Uma nova manifestação foi marcada para o próximo dia 16/1, 17h, na Candelária. O SINTUFF mais uma vez estará presente ombro a ombro com todos os lutadores desta justa causa!
Próxima manifestação contra o aumento da passagem16/117hCandelária
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Aposentados e pensionistas vão ocupar as ruas de Niterói
A presidenta Dilma acaba de anunciar um pacote de medidas que nos atinge diretamente: CORTAR A PENSÃO PELA METADE. Os ataques contra os direitos previdenciários são prática recorrente dos governos do PT. Lula iniciou seu mandato, em 2003, impulsionando a reforma da previdência, que obrigou os aposentados a pagar o PSS, aumentou a idade para a aposentar e acabou com a integralidade no salário dos novos servidores. Uma reforma votada através do esquema do mensalão.
Nós, aposentados e idosos, que trabalhamos ao longo de décadas, produzindo a riqueza do país, somos permanentemente atacados pelos diversos governos federais e estaduais. As alegações dos governos são que há déficit na previdência, que estaríamos quebrando o caixa do ministério, de que não há recursos porque se gasta muito. Porém, diariamente, vemos escândalos de corrupção como o da Petrobrás, e além disso o governo paga diariamente mais de 2 bilhões de reais em juros para banqueiros e especuladores, sem qualquer auditoria destes valores. Assim, não sobra dinheiro para garantir salário, educação, saúde e aposentadoria dignos.
Chega de engordar o bolso de banqueiros e corruptos. Chega de governar contra o povo pobre e os aposentados. Vamos ocupar as ruas de Niterói e LUTAR:
- Pela revogação dos cortes na pensão.
Dilma mandou cortar os rendimentos dos pensionistas em 50% e dificultar as regras para o pagamento do seguro-desemprego, auxílio-doença e PIS.
- Pela Paridade no salário.
Hoje a maioria dos aposentados do serviço público perdem grande parte do salário, pois os governos estão pagando várias gratificações a servidores públicos na ativa, valores que não são incorporados na aposentadoria. Queremos PARIDADE E INTEGRALIDADE ENTRE ATIVOS E APOSENTADOS.
- Fim do Fator Previdenciário.
Aos que se aposentam pelo setor privado, via CLT, o reajuste não acompanha sequer a inflação. O governo de Fernando Henrique (PSDB) criou uma formula para aposentadoria, incluindo um Fator Previdenciário, em que a cada ano o salário vai perdendo valor. A cada cinco anos a renda dos aposentados é reduzida pela metade.
- Aposentadoria por Invalidez. Pela aprovação do PL 434/2014.
Um grande contingente de trabalhadores fica incapacitado ao trabalho devido a doenças graves. Mesmo assim, a maioria destas doenças não são consideradas legítimas para que se assegure o salário integral do salário. Contudo, com a mobilização dos aposentados, está tramitando o PL 434/2014, que amplia o direito de quem se aposentada por invalidez. Sabemos, no entanto, que o senado só aprovará essa lei se houver pressão nas ruas.
- Fim de toda Biometria.
Para piorar a vida dos aposentados, os prefeito de Niterói (PT) e São Gonçalo (PR de Garotinho) instalaram BIOMETRIA nos ônibus, lançando suspeita de que estávamos roubando os empresários. Muitos, se sentindo humilhados preferiam pagar a tarifa, o que era o objetivo dos empresários de ônibus. Mas a nossa luta, impulsionada pelo SINTUFF, pelos vereadores do PSOL de Niterói e pelo Ministério Público, conseguiu derrubar essa biometria por enquanto. Mas não se enganem, isso pode voltar para ampliar o lucro dos empresários. Linhas intermunicipais ainda utilizam este expediente constrangedor. EXIGIMOS RESPEITO AO ESTATUTO DO IDOSO E O FIM DA BIOMETRIA.
- Anular Reforma da Previdência
O Supremo Tribunal Federal confirmou que a reforma da previdência, em 2003, foi aprovada com dinheiro sujo da corrupção, o famoso MENSALÃO. Exigimos coerência da justiça e que seja anulada a PEC 41/2003 que retirou direitos previdenciários dos servidores.
Nós, aposentados e idosos, que trabalhamos ao longo de décadas, produzindo a riqueza do país, somos permanentemente atacados pelos diversos governos federais e estaduais. As alegações dos governos são que há déficit na previdência, que estaríamos quebrando o caixa do ministério, de que não há recursos porque se gasta muito. Porém, diariamente, vemos escândalos de corrupção como o da Petrobrás, e além disso o governo paga diariamente mais de 2 bilhões de reais em juros para banqueiros e especuladores, sem qualquer auditoria destes valores. Assim, não sobra dinheiro para garantir salário, educação, saúde e aposentadoria dignos.
Chega de engordar o bolso de banqueiros e corruptos. Chega de governar contra o povo pobre e os aposentados. Vamos ocupar as ruas de Niterói e LUTAR:
- Pela revogação dos cortes na pensão.
Dilma mandou cortar os rendimentos dos pensionistas em 50% e dificultar as regras para o pagamento do seguro-desemprego, auxílio-doença e PIS.
- Pela Paridade no salário.
Hoje a maioria dos aposentados do serviço público perdem grande parte do salário, pois os governos estão pagando várias gratificações a servidores públicos na ativa, valores que não são incorporados na aposentadoria. Queremos PARIDADE E INTEGRALIDADE ENTRE ATIVOS E APOSENTADOS.
- Fim do Fator Previdenciário.
Aos que se aposentam pelo setor privado, via CLT, o reajuste não acompanha sequer a inflação. O governo de Fernando Henrique (PSDB) criou uma formula para aposentadoria, incluindo um Fator Previdenciário, em que a cada ano o salário vai perdendo valor. A cada cinco anos a renda dos aposentados é reduzida pela metade.
- Aposentadoria por Invalidez. Pela aprovação do PL 434/2014.
Um grande contingente de trabalhadores fica incapacitado ao trabalho devido a doenças graves. Mesmo assim, a maioria destas doenças não são consideradas legítimas para que se assegure o salário integral do salário. Contudo, com a mobilização dos aposentados, está tramitando o PL 434/2014, que amplia o direito de quem se aposentada por invalidez. Sabemos, no entanto, que o senado só aprovará essa lei se houver pressão nas ruas.
- Fim de toda Biometria.
Para piorar a vida dos aposentados, os prefeito de Niterói (PT) e São Gonçalo (PR de Garotinho) instalaram BIOMETRIA nos ônibus, lançando suspeita de que estávamos roubando os empresários. Muitos, se sentindo humilhados preferiam pagar a tarifa, o que era o objetivo dos empresários de ônibus. Mas a nossa luta, impulsionada pelo SINTUFF, pelos vereadores do PSOL de Niterói e pelo Ministério Público, conseguiu derrubar essa biometria por enquanto. Mas não se enganem, isso pode voltar para ampliar o lucro dos empresários. Linhas intermunicipais ainda utilizam este expediente constrangedor. EXIGIMOS RESPEITO AO ESTATUTO DO IDOSO E O FIM DA BIOMETRIA.
- Anular Reforma da Previdência
O Supremo Tribunal Federal confirmou que a reforma da previdência, em 2003, foi aprovada com dinheiro sujo da corrupção, o famoso MENSALÃO. Exigimos coerência da justiça e que seja anulada a PEC 41/2003 que retirou direitos previdenciários dos servidores.
Sexta-feira, 23/1, 9h, Barcas
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
2015 Será um Ano de Lutas!
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| Ato do dia 05/1 - Foto: Sandro Vox |
A agremiação de manifestantes foi de aproximadamente 500 pessoas que protestavam contra um aumento que vai pesar e muito no bolso do trabalhador. Faixas, cartazes e vozes foram levantados nesse que foi apenas o primeiro movimento contra esse abusivo reajuste.
Já existem outros atos marcados em vários estados. O próximo ato no Rio acontecerá simultaneamente com outros em Belo Horizonte e São Paulo. Por aqui o ponto de encontro será a Cinelândia às 17h e o SINTUFF estará presente nesta luta com a mesma força que esteve nas jornadas de junho em 2013.
Próximo Ato Contra o Aumento
09/01/2015
17 horas
Cinelândia
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Crise da terceirização atinge a UFF e salários de trabalhadores estão atrasados
Dirigentes do SINTUFF e do ADUFF, no dia 17 de dezembro, cobraram uma posição da reitoria sobre a situação de atraso salarial dos terceirizados da UFF. O reitor Sidney Mello respondeu que 70% do orçamento de serviços para 2015 já estava comprometido em 2014. Os gastos com a terceirização de serviços, segundo o reitor, consomem quase R$ 100 milhões do orçamento, o que seria impossível manter com os atuais recursos da universidade. O reitor forma que será necessário um corte de 50% destes gastos.
Sidney Mello afirmou que já havia resolvido o problema de uma das empresas. Contudo, agora em janeiro, os funcionários da Croll, empresa que presta serviços de segurança para a UFF, continuam sem receber o décimo-terceiro salário e obtivemos a informação de que há atraso no pagamento dos trabalhadores da empresa de limpeza Luso Brasileira. Uma eventual paralisação dos serviços de limpeza inviabilizaria, por exemplo, o funcionamento do Hospital Universitário Antônio Pedro, realizada pela empresa Nova Rio, outra terceirizada que presta serviço pra UFF. Enquanto as empresas terceirizadas faturam alto, os funcionários destas sofrem com baixos salários, precarização e atrasos nos pagamentos.
Esta situação é nova. Ao longo dos anos vem sendo recorrente esta situação que atinge diretamente os trabalhadores terceirizados. Esta é uma comprovação do fracasso deste modelo. E o governo ainda insiste em implementar a EBSERH nos hospitais universitários, um modelo que caminha no mesmo sentido de enfraquecimento do funcionalismo público.
Esta situação é nova. Ao longo dos anos vem sendo recorrente esta situação que atinge diretamente os trabalhadores terceirizados. Esta é uma comprovação do fracasso deste modelo. E o governo ainda insiste em implementar a EBSERH nos hospitais universitários, um modelo que caminha no mesmo sentido de enfraquecimento do funcionalismo público.
O corte de recursos das áreas sociais promovido pelo governo Dilma, para o orçamento de 2015, já começa a se refletir no ensino superior. A crise da terceirização atinge o conjunto das universidades. Na UERJ, recentemente, trabalhadores da limpeza paralisaram devido aos atrasos salariais e jogaram lixo na porta da reitoria em protesto. Os cortes na educação são um risco eminente não só para os trabalhadores terceirizados, mas para as pesquisas e bolsas.
A crise também atinge as obras. O reitor da UFF afirmou aos dirigentes do SINTUFF e da ADUFF que os esforços serão para concluir as obras já em curso e que não haverá novas obras por falta de recursos. A reitoria da UFF que tanto se esforça para agradar o governo agora deveria se somar à comunidade universitária para exigir verbas que estão sendo “economizadas” para o pagamento de juros e superávit primário gerados por uma dívida pública arbitrária, ilegal e que deveria ser imediatamente auditada. Os banqueiros e especuladores agradecem, enquanto a saúde e educação sofrem.
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