segunda-feira, 4 de março de 2013
Conquista do SINTUFF
Publicado edital com 51 vagas na graduação para servidores
Foi publicado um novo edital referente a 51 vagas dirigidas aos técnicos administrativos nos cursos da UFF (http://www.vestibular.uff.br/2013/servidor). E segundo o pró-reitor de Graduação, Renato Crespo, a turma de Gestão Pública, para formação em tecnólogo será anunciada em breve.
O SINTUFF cobra audiência com a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PROPPI) para debate um percentual de vagas na pós-graduação, como já existe em várias universidades.
A carreira e os avanços no incentivo à qualificação foram conquistas das greves. É necessário manter a mobilização para que a UFF incentive seus trabalhadores a avançar nos estudos.
Diretor do HUAP anuncia instalação de catraca eletrônica, mas SINTUFF consegue adiar no CUV
O SINTUFF denuncia constantemente a intenção da administração central da UFF em instalar ponto eletrônico como controle de frequência. Não é novidade, há dois anos o reitor fez a mesma ameaça, com a acusação de que alguns trabalhadores do HUAP não cumprem a carga horária e por isso seria necessário instalar ponto eletrônico. Após várias manifestações contrárias, o reitor Roberto Salles veio ao hospital e, numa reunião com as chefias, prometeu que não instalaria qualquer controle de ponto eletrônico antes de debater com os trabalhadores do HUAP.
Não há lei que obrigue a instalação de ponto eletrônico. Qual a intenção do reitor? Foi eleito com a promessa de fazer cumprir as 30 horas. A intenção da catraca é atacar o direito dos trabalhadores, demonstrando submissão às intenções do MEC.
Onde há maior interesse pela privatização a pressão aumenta, pois empresas sempre buscarão a produção quantitativa para obter mais lucros. E a catraca faz parte desse pacote.
O reitor e o diretor do Hospital não estão de brincadeira. Estão empenhados na instalação da catraca eletrônica e a categoria precisa dar uma resposta urgente.
Os trabalhadores não são vagabundos, nem irresponsáveis. O controle de presença é atribuição das chefias. Os servidores querem que o reitor venha ao HUAP e faça a assembleia com o s trabalhadores como havia prometido.
Para completar a política da UFF contra os servidores, começando pelos do Antônio Pedro, também tentam acabar com a escala 12 x 36, penalizando dezenas de funcionários.
Infelizmente o reitor Roberto Salles afirmou que a catraca era necessária para combater vários médicos que não trabalham, ganham muito bem a insalubridade e não atendem o numero suficiente de pacientes. Para o sindicato este é um argumento fajuto, pois não se pode punir a grande maioria pelos erros de alguns poucos. Se existe gente que não trabalha, que seja dada a falta, não há necessidade de catraca para isso.
Após feitas as denúncias, o CUV acatou a proposta que o sindicato apresentou pela não instalação da catraca e para não haver tratamento diferenciado, com o reitor convocando uma assembleia dos estudantes e trabalhadores do HUAP no intuito de debater os problemas de escala, segurança e acesso. Com isso, até dia 27/3 nada pode ser imposto sem antes haver debate no CUV. Uma vitória da resistência e dos trabalhadores com seu sindicato.
O SINTUFF alerta a todo servidor para entrar nesta luta. A ameaça está explicita. O reitor, o diretor do HUAP e das unidades baixam a cabeça a toda intenção do MEC e das empresas privadas que querem se apossar da saúde e da educação.
Agora a mesma ameaça
Com a desculpa de controle de acesso, o diretor e o reitor querem instalar a catraca eletrônica. O SINTUFF não é contrário ao controle de acesso, desde que seja com portarias e crachás. Qualquer controle eletrônico põe em risco as 30horas.Não há lei que obrigue a instalação de ponto eletrônico. Qual a intenção do reitor? Foi eleito com a promessa de fazer cumprir as 30 horas. A intenção da catraca é atacar o direito dos trabalhadores, demonstrando submissão às intenções do MEC.
Onde há maior interesse pela privatização a pressão aumenta, pois empresas sempre buscarão a produção quantitativa para obter mais lucros. E a catraca faz parte desse pacote.
O reitor e o diretor do Hospital não estão de brincadeira. Estão empenhados na instalação da catraca eletrônica e a categoria precisa dar uma resposta urgente.
Os trabalhadores não são vagabundos, nem irresponsáveis. O controle de presença é atribuição das chefias. Os servidores querem que o reitor venha ao HUAP e faça a assembleia com o s trabalhadores como havia prometido.
Para completar a política da UFF contra os servidores, começando pelos do Antônio Pedro, também tentam acabar com a escala 12 x 36, penalizando dezenas de funcionários.
No Conselho Universitário, SINTUFF consegue adiar as medidas no HUAP
Quarta (27/2), na reunião do Conselho Universitário (CUV), os conselheiros do SINTUFF, Pedro Rosa e Ligia Martins, apresentaram a denúncia destes acontecimentos no HUAP. Cobraram do reitor Roberto Salles, que durante a campanha que o elege garantiu não colocar catraca eletrônica no hospital, sem antes debater com os próprios funcionários do hospital. Os representantes do sindicato também exigiram que não deveria haver tratamento diferenciado na universidade.Infelizmente o reitor Roberto Salles afirmou que a catraca era necessária para combater vários médicos que não trabalham, ganham muito bem a insalubridade e não atendem o numero suficiente de pacientes. Para o sindicato este é um argumento fajuto, pois não se pode punir a grande maioria pelos erros de alguns poucos. Se existe gente que não trabalha, que seja dada a falta, não há necessidade de catraca para isso.
Após feitas as denúncias, o CUV acatou a proposta que o sindicato apresentou pela não instalação da catraca e para não haver tratamento diferenciado, com o reitor convocando uma assembleia dos estudantes e trabalhadores do HUAP no intuito de debater os problemas de escala, segurança e acesso. Com isso, até dia 27/3 nada pode ser imposto sem antes haver debate no CUV. Uma vitória da resistência e dos trabalhadores com seu sindicato.
O SINTUFF alerta a todo servidor para entrar nesta luta. A ameaça está explicita. O reitor, o diretor do HUAP e das unidades baixam a cabeça a toda intenção do MEC e das empresas privadas que querem se apossar da saúde e da educação.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Urgente: Reunião das trabalhadoras e trabalhadores do HUAP
ATENÇÃO!
Dia: 28/2
Hora: 13 horas
Local: Auditório Aloísio Sales - Térreo Ambulatório
Reunião no HUAP
SINTUFF convoca aos trabalhadores/as do Hospital Antonio Pedro para discutir :- Mudança da escala de plantão
- EBSERH
- Segurança no trabalho
Dia: 28/2
Hora: 13 horas
Local: Auditório Aloísio Sales - Térreo Ambulatório
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Unidos para Lutar realiza combativo Seminário do Rio de Janeiro
Estiveram presentes: SINTUFF, a
maior delegação, representantes da ASUNIRIO, do SEPE Niterói e Cabo Frio, da UFRJ,
da Oposição dos Metalúrgicos de Niterói, da CEDAE, uma diretora SINTEST/PR),
dirigentes do Sindicato dos Químicos de SJC/SP e professores da APOESP.
A abertura do evento foi marcada por
uma homenagem aos operários das obras do Maracanã José Antônio e Francisco de
Souza que foram covardemente demitidos apenas por apoiar e serem solidários à
causa dos índios da Aldeia Maracanã, contra o Batalhão de Choque do Governo
Cabral.
Pela tarde uma mesa composta por Babá,
professor da UFRJ e executiva nacional do PSOL, Pedro Rosa, coordenador do SINTUFF e Douglas dirigente nacional da Unidos pra
lutar abordou a situação do movimento sindical.
Babá esclareceu acerca dos
objetivos da Reforma da Previdência e da necessidade de lutar por anulação. Pedro explanou acerca das lutas do
funcionalismo, fazendo um balanço da última greve, destacando que a politica
vacilante e cética da CONLUTAS e da INTERSINDICAL na greve resultou em uma
negociação rebaixada para a categoria. Douglas afirmou a necessidade de unir as
lutas e apostar na construção de uma nova direção autônoma, democrática e de
luta junto aos lutadores, tarefa que a Unidos se propõe encampar. Todas as
intervenções dos presentes coincidiram com a necessidade de dar reposta à luta
de classe, contra as direções pelegas e a política vacilante da esquerda.
Aprovou-se também a realização de
reuniões bimensais da Unidos (RJ), a execução de um boletim após o carnaval e a divulgação
do seminário e das resoluções para todos os ativistas.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Não às demissões na GM! Nenhum direito a menos!
A crise da economia mundial iniciada em 2008 levou os grandes empresários e capitalistas de todo o mundo, com o argumento de reduzir custo para aumentar competitividade no mercado, a adotar o modelo chinês de relações trabalhistas, ou seja, aumentar brutalmente a exploração sobre os trabalhadores reduzindo salários e cortando direitos conquistados durante um século de lutas.
Por isso as massas trabalhadoras se levantam, estouram lutas: greve continental na Europa, revolução árabe contra ditadores que atacam os direitos democráticos e o nível de vida dos povos, ocupação das praças pela juventude indignada que questiona o sistema financeiro mundial, responsável pelo endividamento dos países e os planos de ajuste que geram mais miséria, desemprego e o desmonte da educação e do sistema público de saúde.
No Brasil, com a chegada da crise econômica, os patrões estão atacando os direitos trabalhistas e todo tipo de conquistas. O governo Dilma avaliza essa política presenteando às indústrias com isenções de impostos e incentivos fiscais que já custaram aos cofres públicos R$190 bilhões, e por outro lado corta verbas para as áreas sociais, dá continuidade à reforma da previdência comprada com o mensalão do Lula. Dilma prepara o terreno para a “chinalização” das relações trabalhistas no país com o ACE (Acordo Coletivo Especial) que permite que todos os direitos sejam rebaixados ou retirados e o projeto da terceirização irrestrita que transforma todos trabalhadores em mão de obra precarizada, esses dois projetos estão para ser votados no congresso nacional.
Infelizmente, a burocracia sindical da CUT e outras centrais pelegas, também ajudam os patrões, apoiando esses projetos do governo, assinando acordos que reduzem direitos e não unificando a luta dos trabalhadores que é uma só. Muitos desses ex-sindicalistas hoje ocupam altos cargos no governo e enriquecem a custa dos trabalhadores.
As fortes lutas também chegaram ao Brasil a exemplo dos operários da construção civil de Jirau contra a semi-escravidão nos canteiros de obras do PAC, dos servidores públicos federais que derrotaram a política de reajuste zero que Dilma queria impor por 10 anos. Policiais militares e bombeiros em greve desafiaram a rígida disciplina militar.
A luta na GM
A unidade da GM em SJC, desde 2008, tenta reduzir o piso salarial e impor o banco de horas. A mesma tentativa vem fazendo a Johnson, Ambev, Cebrace, e outras empresas da região. Por isso temos que entender que a luta dos operários da GM é parte de um processo global e que, portanto, tem que ser respondido globalmente pelo movimento dos trabalhadores com ações e jornadas de lutas unificadas, essa é a única possibilidade que temos de derrotar os patrões e o governo que os defende. A nossa luta não é apenas por manter os empregos, mas mantê-los com salários dignos e os direitos conquistados.Estamos juntos com os operários da GM. Desde o primeiro momento nos colocamos à disposição e sob a condução do Sindicato dos metalúrgicos de SJC na perspectiva de fortalecer a luta contra os ataques aos nossos direitos rumo à vitória. O Fórum de Lutas do Vale do Paraíba (Sindicatos dos químicos, condutores, alimentação, vidreiros, petroleiros, SindSaae, municipais de Jacareí e de São Sebastião, e movimentos sociais) propôs uma jornada de luta unificada no segundo semestre de 2012, durante as campanhas salariais de todas as categorias, tendo a luta dos trabalhadores da GM como o carro chefe, infelizmente a direção do Sindicato dos metalúrgicos achou prematura uma campanha unificada e não concordou com a principal bandeira “Em defesa dos empregos com salários dignos e direitos”.
Ao recusar a luta unificada, isolaram o conflito, pois ao invés de convocar à unidade e ampliar e divulgar sua luta, chamando os trabalhadores e o povo, aos sindicatos e entidades à luta unificada, optaram por ficar sozinhos. Assim, ao privilegiar a negociação e confiar no governo federal, a direção do Sindicato dos metalúrgicos perdeu a possibilidade de derrotar o pacotão da GM. Isso levou a negociações infindáveis que geraram expectativas e desgastaram os trabalhadores, conduzindo a um beco sem saída que terminou levando o Sindicato dos Metalúrgicos de SJC a assinar, pela primeira vez, um acordo de retirada de direitos.
O acordo assinado implica na drástica redução do piso salarial (de R$3100,00 para R$1800,00), num banco de horas limitado a 12 dias/ano, e não garante os empregos, já que 600 trabalhadores do layoff serão demitidos e a promessa de manter a fábrica em SJC é duvidosa já que a GM se comprometeu apenas a manter o nível de emprego até 2014.
Sempre combatemos esse tipo de acordo que reduz e flexibiliza direitos, além de refletir negativamente em todas as categorias, fragilizando a luta de toda a classe trabalhadora brasileira. A história de luta dos trabalhadores da GM/SJC sempre foi um exemplo: a greve de 1985 quando os trabalhadores ameaçaram explodir a fábrica, caso a polícia sangrenta da ditadura militar invadisse a empresa ocupada pelos trabalhadores, conquistou a redução da jornada de trabalho. É essa a nossa história! É esse o exemplo a seguir!
O Fórum de Lutas do Vale do Paraíba continuará a luta unificada de todos os trabalhadores da região pela manutenção e ampliação dos direitos trabalhistas e melhoria das condições de trabalho. É necessário extrair todas as lições desta experiência, chamando e construindo a unidade dos trabalhadores para derrotar as políticas dos patrões e dos governos de acabar com os direitos trabalhistas, assim como para lutar pelo salário e melhores condições de trabalho.
Viva a luta dos trabalhadores! Nenhum direito a menos!
Fórum de Lutas do Vale do Paraíba
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Assembleia Geral aprova Prestação de Contas e marca data do VII CONSINTUFF
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| Foto: Jesiel Araujo |
Em Assembleia Geral realizada quinta-feira (31/1) na Faculdade de Educação, a categoria definiu que o VII CONSINTUFF será nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2013. O calendário prevê que o período para inscrições de delegados será de 4 a 15 de março. Todo associado está apto a se inscrever para participar do Congresso na condição de delegado. Este critério foi aprovado por ampla maioria.
Duas chapas foram apresentadas para a escolha dos cinco membros da Comissão Organizadora do VII CONSINTUFF. A Chapa 1 (Unidos pra Lutar) obteve 97 votos e a chapa 2 (UFF Mobilizada) auferiu 16 votos. Com este resultado, a chapa 1 preencheu todas as cinco vagas, conforme o critério da proporcionalidade qualificada previsto no Estatuto do SINTUFF.
Prestação de Contas
O Conselho Fiscal do SINTUFF se posicionou, de forma unânime, pela aprovação da Prestação de Contas que comporta o período entre janeiro de 2011 e julho de 2012. As finanças do SINTUFF permanecem ano após ano apresentando superávit. Após intenso debate, a Assembleia aprovou por ampla maioria o relatório apresentado pelo Conselho Fiscal. Os balancetes de 2008 a 2012 estão disponíveis em: http://www.sintuff.org.br/#!vstc5=2012/vstc0=doc-balancetes-2008.Plenária da FASUBRA
A Assembleia elegeu delegados para a próxima Plenária da FASUBRA, que seria nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro, mas foi adiada para março. Novamente duas chapas foram apresentadas. A Chapa 1 (Unidos pra Lutar) conseguiu 81 votos, elegendo 3 delegados, e a chapa 2 (UFF Mobilizada) obteve 15 votos, elegendo 1 delegado. Foi adotado o critério da proporcionalidade direta, considerado de praxe para as Plenárias da FASUBRA.
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