terça-feira, 29 de novembro de 2016
SINTUFF PARTICIPA DE ATOS UNIFICADOS A CONTRA A VIOLÊNCIA ÀS MULHERES E A PEC 55
No dia internacional contra a violência às mulheres, o SINTUFF participou do ato organizado por diferentes organizações. Sindicalistas, estudantes, representantes dos movimentos populares denunciaram o machismo imperante na sociedade, destacaram os ataques que sofrem as mulheres trabalhadoras cotidianamente com salários e direitos trabalhistas desiguais e com a falta de creches públicas.
Foi destacada a denúncia dos altos índices de violência às mulheres no Brasil e os reiterados casos de feminicídio e estupro no Rio de Janeiro. Após as intervenções das diferentes representações, um jogral lembrando trágicas mortes de mulheres emocionou os e as participantes do protesto.
Seguidamente o ato se dirigiu em marcha pelo centro da cidade para unificar com o ato que se concentrava na Candelária conta a PEC 55, que congela o orçamento dos serviços públicos por 20 anos, e as reformas que o governo federal quer aprovar que reduzem direitos trabalhistas, previdenciários e sociais. O protesto questionou as contrarreformas do governo Temer e o pacote de projetos enviado pelo governador Luiz Fernando Pezão que ameaça os servidores públicos estaduais a ficarem sem o 13º.
A marcha contou com a adesão de sindicatos das universidades, do serviço público, de centrais sindicais, estudantes. Houve expressiva participação de docentes, estudantes e técnicos-administrativos da Universidade Federal Fluminense. Várias intervenções reivindicaram a unidade do conjunto dos servidores, trabalhadores de setores privados, estudantes, movimentos sociais e servidores estaduais para barrar os pacotes de ajustes dos governos Temer e Pezão.
Também houve um chamado à participação na manifestação em Brasília a ocorrer no dia 29 de novembro, quando está prevista a apreciação da PEC 241 (55) no Plenário do Senado Federal, em primeiro turno.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Debate de Mulheres contra a violência e o machismo
| Fotos: Jesiel Araujo |
Monica falou sobre os números da violência mundial contra a mulher e da desigualdade no ambiente de trabalho. Enfatizando que a violência e desigualdade que não é um problema apenas doméstico e privado, mas um problema do Estado, que não defende os direitos das mulheres, celebrou a união de vários países na luta contra a violência da mulher nesse 25/11, tendo a América Latina na vanguarda dos movimentos.
A dirigente ferroviária, disse que a luta começou pela igualdade no trabalho. No começo, só era permitido que as mulheres trabalhassem na limpeza. Com a mobilização por vários anos, as mulheres conseguiram avançar muito na escala salarial e também na escala de trabalho, faltando apenas conquistar o direito de ser maquinista, que é uma das bandeiras de luta atualmente.
Falou sobre a Argentina, que é um dos poucos paises que tem um movimento de massivo de luta que se reúne todos os anos há 36 anos, presente todas as ideologias políticas e onde foi fundado o NI Una Menos.
A veredora eleita Talíria começou falando da luta das mulheres, negras e pobres e da importancia de discutir a questão, inclusive na politica. Enfatizou que apesar de vivermos em uma sociedade violenta, não podemos usar isso como desculpa para a violência contra a mulher. As mulheres são violentadas, agredidas e mortas apenas por serem mulheres. Falou da importancia da ocupação dos espaços publicos, politicos e de direção pelas mulheres. Chamou atenção para a historia onde desde sempre a mulher foi vista como propriedade do homem. Falou que é preciso pensar em politicas publicas para defender os direitos das mulheres.
Na parte da tarde, haverá um ato na Carioca pelo Dia de Eliminação da Violência contra a Mulher, com concetração nas barcas as 15h
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Assembleia aprova continuação da greve
Encaminhamentos da assembleia de greve do dia 24/11:
- Manutenção da greve
- Concentração nas barcas as 15h para o ato contra PEC 55 no Rio
- Solicitar ao reitor a formalização da revogação das portarias de Flexibilização e do Trabalho remoto
- Propor ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA uma plenária ou reunião nacional com ANDES-SN, SINASEFE, Ocupações estudantis e Centrais Sindicais para encaminhar a continuidade da luta nas semanas posteriores a marcha e construção de uma greve geral no dia da votação da PEC no segundo turno
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Nota da OSNUFF contra a PEC do Fim do Mundo!
Na última apresentação, representantes da OSNUFF se somaram na luta contra a PEC 55 (241) lendo um texto de denúncia antes da apresentação.
Leia abaixo:
Bom dia,
Nós, músicos da Orquestra Sinfônica Nacional, estamos realizando o concerto dessa manhã como forma de expressar nosso apoio ao movimento grevista dos servidores técnicos das universidades federais. Além de músicos, somos também funcionários técnicos da UFF e parte dessa imensa categoria, aqui representada pelo Sindicato dos Trabalhadores da UFF – SINTUFF.
Entretanto, antes de sermos servidores, músicos e/ou artistase, à margem de qualquer bandeira partidária, somos cidadãos brasileiros. E, como tais, acreditamos que a Educação e a Saúde são a base para o desenvolvimento de um país forte, justo e humano. Dessa forma, somos contra qualquer ação que vise reduzir ou congelar gastos com setores essenciais como a Educação e a Saúde. Ao contrário, entendemos que a ordem do dia deveria ser exatamente o contrário, ou seja, investir mais em escolas, universidades e hospitais, assim como em arte, cultura e música. Portanto, somos contra a aprovação da PEC 241.
Em nosso microcosmos, aqui na UFF, vivemos nos últimos anos grandes mudanças positivas. Nossa querida Sinfônica Nacional cresceu em tamanho e qualidade, com dois grandes concursos em 5 anos e mais de 35 novos músicos; renovamos todo o nosso instrumental e adquirimos outros instrumentos de primeira qualidade. Além disso, todo o Centro de Artes foi reformado, cinema, teatro e galeria. Reparem que estamos falando apenas da orquestra. Agora, atenção para o principal: tudo isso é público, de todos nós.
Como músicos, servidores e cidadãos, tememos que todas essas conquistas e crescimento sejam sumariamente interrompidos. Por isso dizemos não à PEC 241.
Apoiamos também a luta pela manutenção do direito às 30 horas semanais de trabalho dos servidores técnicos da UFF. Esse é um direito adquirido há mais de 20 anos e que não pode ser revogado.
Independente de partidos políticos ou posições ideológicas individuais, somos músicos da OSN, única orquestra pública profissional e federal do Brasil. Criada para difundir a cultura e a música brasileira de concerto. Em outras palavras, criada para defender o direito à cultura e à educação do povo brasileiro.
Bom concerto a todos!
Nós, músicos da Orquestra Sinfônica Nacional, estamos realizando o concerto dessa manhã como forma de expressar nosso apoio ao movimento grevista dos servidores técnicos das universidades federais. Além de músicos, somos também funcionários técnicos da UFF e parte dessa imensa categoria, aqui representada pelo Sindicato dos Trabalhadores da UFF – SINTUFF.
Entretanto, antes de sermos servidores, músicos e/ou artistase, à margem de qualquer bandeira partidária, somos cidadãos brasileiros. E, como tais, acreditamos que a Educação e a Saúde são a base para o desenvolvimento de um país forte, justo e humano. Dessa forma, somos contra qualquer ação que vise reduzir ou congelar gastos com setores essenciais como a Educação e a Saúde. Ao contrário, entendemos que a ordem do dia deveria ser exatamente o contrário, ou seja, investir mais em escolas, universidades e hospitais, assim como em arte, cultura e música. Portanto, somos contra a aprovação da PEC 241.
Em nosso microcosmos, aqui na UFF, vivemos nos últimos anos grandes mudanças positivas. Nossa querida Sinfônica Nacional cresceu em tamanho e qualidade, com dois grandes concursos em 5 anos e mais de 35 novos músicos; renovamos todo o nosso instrumental e adquirimos outros instrumentos de primeira qualidade. Além disso, todo o Centro de Artes foi reformado, cinema, teatro e galeria. Reparem que estamos falando apenas da orquestra. Agora, atenção para o principal: tudo isso é público, de todos nós.
Como músicos, servidores e cidadãos, tememos que todas essas conquistas e crescimento sejam sumariamente interrompidos. Por isso dizemos não à PEC 241.
Apoiamos também a luta pela manutenção do direito às 30 horas semanais de trabalho dos servidores técnicos da UFF. Esse é um direito adquirido há mais de 20 anos e que não pode ser revogado.
Independente de partidos políticos ou posições ideológicas individuais, somos músicos da OSN, única orquestra pública profissional e federal do Brasil. Criada para difundir a cultura e a música brasileira de concerto. Em outras palavras, criada para defender o direito à cultura e à educação do povo brasileiro.
Bom concerto a todos!
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