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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Todo apoio à chapa de oposição dos garis

CAMPANHA SALARIAL 2015



Organizar a luta nas gerências! Por aumento de salário e melhores condições de trabalho!
Até agora o prefeito Eduardo Paes e a COMLURB não chamaram a categoria para negociar, nem responderam à pauta votada na assembleia de 15/01. A gente sente no bolso os aumentos do trem, ônibus, energia. A grana tá curta e a geladeira vazia. Para piorar, tão tirando nosso couro na varredura e na coleta, e desrespeitam horas-extras, domingos/feriados. As gerências estão sucateadas, faltando até papel higiênico. Muito trabalhadores estão expostos a doenças, pegando Hepatite. E a galera que não entrou no acordo de 2014, por traição do sindicato, segue com o salário achatado. Enquanto isso, o presidente e diretores da COMLURB mantêm seus privilégios e salários absurdos. Se não tiver negociação temos que protestar. Exigimos que o sindicato e a comissão de negociação parem de fazer corpo mole e chamem uma nova assembleia no dia 12/02 com passeata até a prefeitura. Se o sindicato e a comissão não fizerem nada a categoria vai ter que passar por cima da pelegada. UNIDOS PODEMOS MAIS!


Pra cima deles!

Em 2014 tivemos uma grande vitória com a greve. Derrotamos a traição da direção do sindicato e o prefeito. Arrancamos 37% no salário, 67% no vale, 40% de insalubridade e revertemos 300 demissões. Agora em 2015 a luta vai ser muito mais dura. Dilma, Pezão e Paes estão aplicando um ajuste fiscal contra o povo. Estão restringindo abono-salarial, seguro-desemprego, aumentando impostos e tarifas, cortando verbas das áreas sociais e arrochando salários. Atacam os trabalhadores para manter os lucros dos empresários do transporte e os negócios corruptos na Petrobras. Por isso, temos que fortalecer nossa campanha salarial e unificar nossa luta com outras categorias.
Fala Bruno – “Para ter vitórias na campanha salarial 2015 precisamos organizar a luta na base. Precisamos nos organizar em cada gerência e lutar como fizemos na greve de 2014 com piquetes, assembleias e passeatas gigantes, conquistando apoio popular. Seguir o exemplo dos Metalúrgicos da Wolks em São Bernardo, no ABC em São Paulo, que venceram a patronal fazendo greve contra ataques aos seus direitos. Seguir o exemplo da juventude que voltou a se mobilizar contra o aumento das passagens e os acidentes nos trens. Esse é o caminho para ter vitórias. Nossa chapa está a serviço do interesse da categoria. Unidos Podemos Mais!” (Cipeiro da Unidade de Piedade, impulsionador da Chapa 2 – Oposição - UNIDOS PODEMOS MAIS e Integrante da Comissão de Greve de 2014)



MUDANÇA NO SINDICATO
PARA TIRAR A PELEGADA, VOTE NA OPOSIÇÃO! 

Eleição dias 25 e 26/02 no Sindicato do Asseio e Conservação do Rio de Janeiro
No dia 04/02 foi publicada a homologação da chapa 2, Unidos Podemos Mais, de Oposição à atual pelegada que controla o sindicato do Asseio e Conservação. Foi um grande avanço, já que sempre teve eleição com chapa única. 
Os pelegos querem ganhar na marra
Estamos na disputa para valer, mas a atual gestão é capaz de tudo para se manter no poder. Como tudo é controlado por eles, os caras podem fraudar o processo eleitoral. Para ter eleições limpas, a categoria tem que ficar de olho e acompanhar de perto, em primeiro lugar exigindo que o sindicato entregue a lista de associados para Chapa 2 - Oposição e garanta Urnas fixas nos maiores locais de trabalho, conforme manda o Estatuto do sindicato. 



UNIDOS PODEMOS MAIS!

Depois da última greve ficou claro que a atual direção não tem condições de continuar à frente do sindicato. Traíram a base, fecharam um acordo rebaixado sem consultar a categoria. Tudo por conta dos interesses políticos do grupo que comanda o sindicato, que é ligado ao governo Eduardo Paes. Agora, é preciso que os trabalhadores nos ajudem a derrotar os pelegos do mesmo modo que realizamos a maior greve da história da Comlurb. Nossa chapa é formada e apoiada pelos trabalhadores que não se venderam para o governo e nem pegaram cargos com a direção traidora do sindicato. Por isso, nos dias 25 e 26 de fevereiro pedimos seu voto! Vote e Lute com a Chapa 2 – Oposição. Pode votar todo trabalhador com mais de 6 meses de sindicalização e que tiver mais de 6 meses ininterrupto na categoria.
Fala Célio – “A pelegada que controla o sindicato sempre realiza eleições às escondidas, sem divulgar nada, de costas para a categoria. Além disso, inventaram um monte de artigos absurdos num estatuto burocrático para excluir a maior parte da galera que fez a última greve. Por isso, muita gente que estava nos piquetes de 2014 não pôde se inscrever oficialmente na nossa chapa, mesmo assim estão na campanha e seguem na luta apoiando a Oposição. O certo é que depois da última greve a atual gestão está desesperada com a garizada de luta da COMLURB. Unidos Podemos Mais!” (Candidato a Presidente da Chapa 2 – Oposição – UNIDOS PODEMOS MAIS e Integrante da Comissão de Greve de 2014)




A BASE DO ASSEIO E CONSERVAÇÃO PRECISA SEGUIR O EXEMPLO DA COMLURB

No ano passado a rebeldia da base garantiu o melhor acordo salarial da história da COMLURB. Porém a maior parte das empresas de Asseio e Conservação ficou apenas com a reposição da Inflação. Isso ocorreu porque, à frente do sindicato tem um bando de traíras vendidos para a patronal. Sem mudar a atual direção do sindicato, a categoria vai continuar amargando perdas. Felizmente os trabalhadores das terceirizadas começaram a lutar pelos seus direitos, como no caso da Limpeza da UERJ. Esse é o caminho. Nessas eleições, pedimos seu voto para construir uma nova direção democrática e de luta no sindicato e garantir uma campanha salarial unificada de todo Asseio e Conservação do Rio de Janeiro. UNIDOS PODEMOS MAIS!




UNIDOS PODEMOS MUDAR O SINDICATO

A última greve da COMLURB mostrou o tipo de sindicalismo que nos leva até a vitória. Vamos seguir o caminho que milhares de garis escolheram nas ruas durante a greve. Por isso pedimos seu voto para transformar o sindicato:



1. Sindicato pra lutar! Por melhores salários e condições de trabalho! Plano de Carreiras, Cargos e Salários digno! Contra assédio moral e avaliação que prejudique o trabalhador! 
2. Fim do salário extra e das mordomias para os diretores do sindicato! Rotatividade nas liberações sindicais, garantindo diretores trabalhando! Fim dos acordos secretos e indicações de parentes dos diretores do sindicato no alto escalão da COMLURB!
3. Assembleias permanentes onde se decida os rumos do sindicato e se cobre os compromissos da diretoria! Comissões de negociação e comando de greve abertos para a base! Revogabilidade dos mandatos, destituindo os diretores que não cumprirem os compromissos assumidos com a categoria!
4. Transformação dos delegados Sindicais e dos Cipeiros em comissões de Unidade para organizar a luta nas gerências! Luta permanente, não só em períodos de campanha salarial! 
5. Independência dos governos, dos patrões e das demais instituições do Estado! Fim da cobrança obrigatória do Imposto Sindical, debatendo esse ponto numa assembleia geral!

Fonte: CST

segunda-feira, 10 de março de 2014

Greve dos garis termina com vitória

Foto: Reprodução de Internet
Após oito dias de uma greve que começou em 1/3, os garis do Rio de Janeiro encerraram o movimento paredista tendo uma vitória retumbante.
O movimento que se iniciou pela base, pedindo reajuste salarial e aumento do vale alimentação, enfrentou sua primeira barreira logo no dia 3/3 quando a direção pelega do sindicato (Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio) em reunião com a COMLURB (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) se rendeu a um acordo rebaixado de 9%. Essa porcentagem resultaria num salário base de R$ 847,79. Nesse acordo também estava previsto o aumento do ticket-refeição de R$ 12 para R$ 16. Porém a base não ficou satisfeita com esses termos e, a revelia do que a direção acertara com a COMLURB, os garis decidiram manter a greve. Sob ameaça de demissões feitas pelo prefeito Eduardo Paes, os lutadores mantiveram viva a luta realizando passeatas e atos. Vendo que a cidade não poderia mais continuar sem o importante serviço prestado pelos trabalhadores em greve, o governo se viu sob forte pressão e teve que ceder. Sendo assim, a prefeitura fez uma proposta de R$ 1.050 de salário base, a categoria rejeitou e fez uma contraproposta que foi aceita.
O acordo que resultou no fim da greve no dia 8/3 prevê um salário base de R$ 1.100,00 com adicional de insalubridade de 40% e aumento do ticket-refeição para R$ 20,00. Essa é uma vitória que deve ser vista como exemplo para a nossa categoria que está prestes a deflagrar uma greve a nível nacional. O governo e as direções pelegas vão tentar brecar o movimento tentando mais uma vez enfiar acordos rebaixados, goela abaixo da categoria. Precisamos fazer como os companheiros garis que, mesmo com uma decisão desfavorável de uma direção governista, acreditou na força da luta e se manteve firme no propósito de arrancar um reajuste digno. Parabéns aos garis que mostraram grande disposição de luta e certamente inspiraram muitos lutadores trazendo fôlego para a greve dos técnicos administrativos das universidades federais.
 SINTUFF esteve presente e apoiou esta greve  com sua militância e colocou a disposição o carro de som do sindicato que ajudou a garantir uma  forte agitação nas passeatas, arancando aplausos e  e adesão dos transeuntes no centro do Rio de Janeiro



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Rede municipal de educação de Niterói mantém greve e ocupa Prefeitura

Hoje, 2/10, pela manhã os profissionais de educação de Niterói votaram pela continuidade da greve. Após decisão, saíram em passeata pelo Centro com faixas e bandeiras. Ocuparam a Prefeitura a fim de exigir uma audiência com o Prefeito para questionar a intransigência deste governo em negociar as propostas da categoria. Os profissionais de educação protestaram também contra a brutal repressão aplicada ontem contra os trabalhadores da rede municipal de educação do Rio de Janeiro.
O SINTUFF continua dando apoio e se manterá parceiro dos trabalhadores nesta forte luta.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Profissionais da educação do estado e do município do Rio param e grande passeata toma as ruas.

Foto: Samuel Tosta
As jornadas de junho destacaram a pauta de educação com ênfase. “Queremos Educação padrão FIFA” eram os cartazes mais visíveis nos protestos. A população compreendeu que a educação pública de qualidade é um dos aspectos mais importantes para o desenvolvimento do país. E a qualidade da educação começa pela valorização dos profissionais da educação.
Os governos Cabral e Paes destruíram a educação pública e desvalorizaram o papel dos trabalhadores da áreas. Governos que apostaram na meritocracia, terceirização e privatização de serviços, arrocharam salários e retiraram direitos.
Agora é a vez da educação pública do Rio de Janeiro levantar a voz. Assembleias cheias e a vitoriosa marcha de 15.000 profissionais da educação expressaram a disposição da categoria de lutar e enfrentar os governos. A greve promete a força necessária para arrastar outras categorias e impulsionar a mobilização da juventude que permanece nas ruas.
O sentimento #FORA CABRAL se estende e se dinamiza. É necessário lutar contra o PMDB, PT, PCdoB, PTB, PSB e demais siglas que compõe seu governo. Ao derrubar Cabral/Pezão, a luta contra Paes e os demais prefeitos se fortalece.
É importante unificar a luta da educação com as mobilizações da juventude e das comunidades e preparar, em assembleias de base democráticas, a paralisação que as centrais sindicais chamam para o dia 30 de agosto. Também organizar comitês de bairro, de local de trabalho ou de estudo, para discutir os próximos passos da mobilização, as pautas das demandas e uma forma alternativa de governar o Rio de Janeiro em favor da juventude, do povo e dos trabalhadores.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Povo quer dinheiro para saúde e educação, não para a Copa

O dia 20 de junho de 2013 ficará marcado na história pela maior onda de manifestações que já houve no Brasil. O povo tomou as ruas em centenas de cidade. O Rio de Janeiro foi o palco da maior manifestação, com a população ocupando toda a Avenida Presidente Vargas, numa concentração de pessoas maior que o Comício das Diretas Já, em 10 de abril de 1984
Durante a caminhada até a Prefeitura do Rio, todo tipo de reivindicações e palavra de ordens foram entoadas pelo manifestantes. Após a violenta e indiscriminada repressão policial ordenada por Cabral, inclusive com a presença do BOPE, a manifestação ganhou contornos mais definitivos. Ecoavam gritos contra Cabral, Paes, Dilma,a  FIFA e a Copa. Os cantos mais fortes que ecoaram na Avenida Presidente Vargas foram "Não vai ter Copa" e "Ei, Cabral vai tomar no c*".
O SINTUFF e a Unidos pra Lutar estiveram participando com adesivos, bandeiras e um carro de som. Movimentos de educadores e o S.O.S. Bombeiros foram muito aplaudidos pelos manifestantes. Ao subir no carro de som, o dirigente do S.O.S., Benevenuto Daciolo, foi ovacionado. Entidades governistas, como a CUT e a UNE, foram rechaçadas. O SINTUFF repudia as ações de violência cometidas contra os partidos políticos, entidades sindicais e dos movimentos sociais. Entretanto, firmamos que a CUT, a UNE e demais entidades governistas não nos representam e que é contraditório estar em atos diretamente contra os governos e ao mesmo tempo ser governista.
O SINTUFF compreende que os movimentos sociais precisam se organizar e se incorporar cada vez mais às manifestações, apresentando as pautas políticas históricas da classe trabalhadora, que estão em pleno acordo com as revindicações de maior eco nos atos.
Foto: Zulmair Rocha

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ato contra a EBSERH no dia nacional de luta contra a privatização da saúde



Ontem foi o dia nacional de luta contra a privatização da saúde. Nesse dia, diversos movimentos, entidades e organizações realizaram protestos em todo país contra todas as medidas que signifiquem a entrega do serviço público de saúde nas mãos da iniciativa privada.
No Estado do Rio de Janeiro, as universidades se uniram num ato contra a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), medida que ameaça privatizar os Hospitais Universitários (HU’s). Logo pela manhã, representantes de ADUFF, SINTUFF, DCE UFF junto a servidores e usuários, se concentraram frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) com faixas, panfletos e um abaixo-assinado contra a EBSERH chamando a atenção de pedestres e motoristas que passavam pelo local. Após essa agitação,os manifestantes se dirigiram para o ato unificado acontecido no Rio de Janeiro. ADUNIRIO, ASUNIRIO, DCE UNIRIO, ADUFRJ E SINTUFRJ foram algumas das entidades envolvidas nessa mobilização. Representantes da UERJ e FIOCRUZ também marcaram presença nesse ato. 
Após algumas intervenções e palavras de ordem, os manifestantes partiram da praça Afonso Pena em passeata rumo ao Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Faixas de protesto, palavras de ordem criativas ao ritmo de funk e cantos tradicionais destacaram o protesto. 
A campanha contra a Empresa Brasileira ganha novos apoios e adeptos. É necessário continuar somando forças para barrar os projetos de privatização do governo Dilma.  Por isso o SINTUFF segue firme nesta luta. Por uma saúde pública e de qualidade que seja 100% SUS. Não à privatização! Não à EBSERH!

Clique aqui para ver a matéria de destaque no jornal O Fluminense data 3/10/2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

SINTUFF Convoca para o ato contra EBSERH



Às 7h haverá uma agitação na porta do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP). Às 9h sairá um ônibus da porta do hospital para conduzir os companheiros para o ato no Rio.

Participe! Venha somar forças na luta contra contra a privatização da saúde pública