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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Plenária Nacional da FASUBRA aprova Greve!

Foto: site da FASUBRA
Nos dias 23 e 24/5, em Brasília, a FASUBRA realizou a maior plenária de sua historia com 167 delegados. Com apenas 4 abstenções, se decidiu iniciar a greve no dia 28 deste mês. Os informes por estado já anunciavam essa decisão. Além da crise crescente nas universidades, o governo Dilma conseguiu ampliar esta vontade e necessidade de deflagrar a greve quando no dia anterior anunciou o corte de mais 9,8 bilhões do MEC.
A plenária também expressou a certeza de que esta greve tende a ser mais forte pois professores já aprovaram paralisar por tempo indeterminado, e estudantes estão se mobilizando para ser parte desta luta pois estão sentindo na pele os cortes do governo.

A Polêmica com os Governistas

Apesar da aprovação da greve pela quase totalidade dos delegados, os dirigentes da CUT e CTB, ao não conseguir mais impedir a greve, tentaram a todo custo levá-la à derrota. A principal fala dos setores governistas é de que a greve é especifica, que não se deve unificar com os professores e estudantes, ou seja, tentam levar a greve ao isolamento pois isso teria menos força para enfrentar o governo. Pedro Rosa, diretor da FASUBRA e delegado pelo SINTUFF, em sua fala, fez a denúncia das intenções dos governistas e citou as várias greves de servidores que ocorreram em 2014 (FASUBRA, SINASEFE, IBGE, Cultura, Saúde RJ, Judiciário) sendo que estas foram isoladas em si mesmas, ajudando o governo a derrotá-las.
Temos uma oportunidade de ouro e não podemos desperdiçar. Seguir o exemplo do que está ocorrendo no estado do Rio, onde o empenho pela unificação dos comandos e das greves é uma definição de docentes e técnicos da UFF, UFRJ, UNIRIO e URRFJ. Mesmo sendo óbvio aos honestos lutadores a importância de unificar as categorias em luta, é necessário destacar que isso ainda é uma batalha no interior das assembleias.

Vamos à Greve da Educação!
Até a Vitória!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

XXII CONFASUBRA aprova greve nacional para o dia 28/05

Foto: Júlio Fernandes
No último dia de congresso, os trabalhos começaram com a prestação de contas, seguida pela mesa que apresentou as pautas tiradas nos grupos de trabalho do dia anterior. Os pontos em comum foram aprovados pela plenária, faltando realizar as resoluções dos destaques.
Antes do almoço foi proposta a votação de um calendário de atividades incluindo a deflagração da greve na educação para o dia 28 de maio, que foi aprovado por unanimidade. Agora é necessário que se faça uma rodada de assembleias nas bases para ratificar essa orientação.
Conforme acordado, o processo eleitoral para a nova coordenação da FASUBRA iniciou-se às 13 horas. Por 648 a 620 votos, a chapa 1 UNIFICAR PARA LUTAR saiu vitoriosa e será maioria na coordenação da federação com 13 cargos dos 25.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Vitoriosa greve impede demissões

Foto: Reprodução de Internet
Os trabalhadores da Mercedes-Benz, com a força de sua luta, conseguiram reverter um quadro de 500 demissões anunciado pela empresa para 04/5. A greve teve início dia 22/04 após a notícia sobre as demissões ter sido divulgada pela Mercedes-Benz na imprensa. Um forte movimento paredista que teve seu término na última segunda-feira (27/4) após o cancelamento da massiva dispensa de mão de obra.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Educadores de São Paulo em Greve

Foto: Reprodução de Internet
Sem acordo, os educadores de São Paulo decidiram continuar a greve e ontem, dia 23/04, foram duramente reprimidos na Secretaria de Educação. Repudiamos a repressão do governador Alckmin! Todo apoio à greve dos educadores em São Paulo!

Todo apoio a Greve dos Educadores do Pará

Foto: Reprodução de Internet
Os trabalhadores em educação do estado do Pará estão em greve desde o dia 25 de março e têm feito uma luta histórica. Esta greve é parte da luta nacional que os educadores vêm travando contra os cortes de verbas e os ajustes que o governo Dilma, governadores e Prefeitos estão aplicando contra nós trabalhadores. Somente este ano o corte no orçamento federal da educação já chega a mais de 14 bilhões.
A luta dos educadores também se dá por reajuste e pagamento do Piso Salarial, contra a meritocracia, por melhorias de condições de trabalho nas escolas e valorização profissional. No país inteiro assistimos os trabalhadores se mobilizarem, a exemplo da poderosa greve de SP, Santa Catarina e Roraima, Macapá, etc. O que de fato coloca na ordem do dia a necessidade da greve geral da educação.Repudiamos a justiça que acaba de decretar a ilegalidade da greve e o governo do estado que se recusa a negociar e atender as reivindicações dos professores. A coordenação do SINTUFF dá todo apoio e solidariedade aos educadores do Pará e aposta que a categoria se fortaleça e que a greve triunfe.

Saudações de Luta.
Coordenação do SINTUFF

segunda-feira, 16 de março de 2015

Atenção para as datas das reuniões!


O SINTUFF promoverá reuniões setoriais a fim de mobilizar os servidores e debater sobre a atual conjuntura. A intenção é trazer a construção da greve, aprovada na última assembleia, para mais perto do servidor. Outras reuniões nos demais setores serão marcadas. O trabalhador que desejar uma reunião no seu setor basta entrar em contato com o sindicato. http://www.sintuff.org.br

terça-feira, 10 de março de 2015

Grande vitória dos operários do COMPERJ

Mais de dois mil e quinhentos trabalhadores da empresa Alumni do COMPERJ estavam  há quatro meses sem salário e foram demitidos deixando milhares de famílias nas ruas. Os trabalhadores fizeram atos e marchas em Itaboraí, no Rio de Janeiro, ocuparam a Ponte Rio-Niterói e tentaram reuniões com o governo em Brasília. Fruto da mobilização ocorreu uma reunião com o Ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Ministério Público do Trabalho, representantes da empresa Alumini e representantes da Petrobrás e mais uma vez os operários não tiveram nenhuma resposta a sua crítica situação. 
Este descaso ocasionou uma forte indignação. Após a reunião, mais de 500 operários ocuparam o Ministério de Trabalho exigindo o pagamento dos salários e forçando o Presidente do Tribunal do Trabalho a receber uma comissão composta pelos trabalhadores, o vereador Babá (PSOL), o Deputado Flavio Serafini (PSOL), a deputada Jandira Feghali (PCdo B) e representante da CSP CONLUTAS. 

Após a ocupação do prédio do Ministério do Trabalho no Rio, os trabalhadores do COMPERJ conseguiram uma grande vitória. Foi concedida uma liminar determinando que os trabalhadores poderão sacar seus FGTS, parte dos salários atrasados, além de darem baixa na carteira e ter liberação do seguro desemprego.O MPT também assegurou que a ação que garantirá esses direitos também vai exigir a responsabilização da Petrobras e da Alusa/Alumni no pagamento das indenizações e quitação de todo o salário atrasado que está suspenso desde novembro de 2014.
O SINTUFF esteve presente apoiando a ocupação somando força para esta vitória. Os operários do COMPERJ deram um exemplo de luta, não baixaram a cabeça pro governo demonstrando que com mobilização e organização é possível garantir vitórias.


Sigamos o exemplo dos trabalhadores do COMPERJ!



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Vigilantes terceirizados deflagram greve para cobrar salários atrasados

Os funcionários da Croll e Centauro, empresas terceirizadas que prestam serviços de segurança patrimonial para a UFF, entraram em greve na referida unidade de ensino superior devido ao atraso de salários. A paralisação resultou em várias unidades da universidade fechadas, tais como Serviço Social e ICHF, ou tiveram seu funcionamento reduzido.O SINTUFF se solidariza de imediato aos trabalhadores da vigilância e apoia a luta dos terceirizados da universidade. Fica a cobrança à empresa Croll e à reitoria da UFF para que resolvam a questão imediatamente, já que os trabalhadores não têm nenhuma responsabilidade pelos problemas envolvendo a UFF e a empresa.Nas unidades que insistirem em manter o funcionamento na inexistência de vigilância patrimonial, reiteramos que o SINTUFF não aceitará que qualquer servidor seja responsabilizado por eventuais transtornos gerados pela falta de segurança. O SINTUFF entende que a postura das unidades que paralisaram seu funcionamento diante da greve dos vigilantes foi prudente e acertada.O SINTUFF recomenda aos servidores que sintam-se desprotegidos em trabalhar nestas condições que cobrem de imediato uma posição das chefias, das direções e, especialmente, da reitoria, podendo contar com o apoio do sindicato.

Trabalhadores da limpeza marcam greve e forçam recuo da Luso-Brasileira
Os trabalhadores de limpeza, da terceirizada Luso-Brasileira que presta serviço para UFF, aprovaram entrar em greve a partir de quarta-feira (14) para cobrar salários atrasados. A greve foi cancelada devido ao recuo da empresa, que firmou um documento onde se compromete a pagar todos os rendimentos atrasados no dia 5 de fevereiro. O Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação (SINTACLUNS) manteve uma postura vacilante durante todo o processo, não apontando um enfrentamento firme contra a empresa. A proposta não foi aceita pelos trabalhadores que definiram pela greve, forçando a empresa a rever sua posição.O SINTUFF acompanhou as assembleias e apoiou os trabalhadores terceirizados. Os trabalhadores seguem em alerta, aguardando que a empresa cumpra o acordado no dia 5 de fevereiro.

UFF endividadaOs informes são de que a dívida da UFF com a Luso-Brasileira estaria na casa dos R$ 9.000.000. Os empresários faturaram alto na UFF ao longo dos anos, mas com o atraso, não abrem mão dos seus lucros e jogam a conta nas costas dos trabalhadores.Os trabalhadores não têm nenhuma culpa pelo imbróglio que envolve a administração da UFF e as empresas terceirizadas. É inadmissível que os trabalhadores paguem por esta crise. Dos lucros exorbitantes, os trabalhadores não recebem um centavo. O SINTUFF está firme e solidário ao lado dos trabalhadores terceirizados.

A crise da terceirização se espalha pelo paísHá informes de que trabalhadores terceirizados de várias universidades estão entrando em greve devido a situações semelhantes à da UFF. Terceirizados paralisaram seus serviços na UFPR, UFBA e UFRJ. Já são reflexos dos cortes de gastos do governo. Os banqueiros e grandes empresários seguem lucrando. Quem paga a conta são os trabalhadores.Dilma assumiu para o segundo mandato e colocou um agente direto dos banqueiros no Ministério da Fazenda. Joaquim Levy anima o mercado e chicoteia os trabalhadores. As bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) estão atrasadas. Bolsistas de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós- Graduação da Fiocruz RJ protestaram no Rio de Janeiro.Em plena recessão, o governo adotou medidas tais como aumentar o prazo para requerer o seguro-desemprego de 6 para 18 meses de trabalho, o triplo. Enquanto isso, a classe política segue acumulando privilégios, já estipulando novos reajustes polpudos para os salários de parlamentares e governantes.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Conselho Universitário aprova Comissão de Combate ao Assédio Moral

Hoje (30/4) pela manhã, os trabalhadores da UFF em Greve foram ao Conselho Universitário (CUV) cobrar algo que tinha sido acordado na última audiência com os pró-reitores: levar para o CUV a pauta da Comissão de Combate ao Assédio Moral.
Após intensa discussão, uma votação com ampla maioria decidiu aprovar a Comissão que será composta seguindo por dois representantes de cada segmento a saber: SINTUFF, ADUFF, DCE e PROGEPE.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Servidores em Greve fazem café da manhã com usuários e dão abraço no HUAP

Fotos: Zulmair Rocha
Com o intuito de levar a greve e sua pauta para mais próximo dos usuários e trabalhadores do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) o Comando Local de Greve (CLG) do SINTUFF promoveu um ato em frente ao hospital denominado "Café da Manhã com o Usuário". Essa mobilização funcionou da seguinte forma: o sindicato oferece um café da manhã simbólico aos usuários e trabalhadores que chegavam ao Antônio Pedro aproveitando essa oportunidade para conversar sobre a greve e trazer para as pessoas a realidade da situação da saúde pública e que, ao contrário do que é ventilado pela administração da UFF, não é a greve que está fechando o HUAP ou qualquer outra unidade hospitalar pública, mas é o processo de sucateamento que o governo vem aplicando com a intenção de privatizar a saúde pública através da famigerada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, a EBSERH.
Além disso foi panfleto um material que denunciava cada um dos deputados e senadores que votaram a favor da EBERH. O panfleto trazia a foto como o nome e o partido de cada um desses que defendem a privatização da saúde traindo os trabalhadores. Diversos cartazes foram colados na entrada do hospital falando sobre os gastos exorbitantes com a Copa do Mundo e em específico com a reforma do Maracanã. Um dos cartazes lembrava aos seus leitores que o que se gastou somente da reforma do dito estádio seria suficiente para sustentar o Antônio Pedro por 20 anos! 
Foi feito uma abraço simbólico ao HUAP contra a privatização a fim de trazer visibilidade a causa justa desta e de outras greves passadas: Não privatizem o Antônio Pedro! 
Em dado momento os grevistas foram para a Marquês de Paraná, importante via que passa em frente ao Antônio Pedro, e fecharam metade da pista com uma grande faixa que falava contra a EBSERH. Um cartaz que dizia "quem apoios a luta buzina" foi lido e atendido por diversos motoristas que passavam naquele momento.
Este foi sem dúvida uma ato vitorioso e de muito proveito para avançar na questão da conscientização da população niteroiense acerca da realidade do HUAP e da saúde pública em geral. Tornar visível problemas que Reitoria, governo e direção do HUAP tentam maquiar ou dar soluções que sacrificam usuários e servidores é e sempre será o papel de um Comando de Greve e um sindicato combativos.

Amanhã e quarta o Café da Manhã será repetido tendo início às 7h. Compareça para somar nesta luta!




quarta-feira, 9 de abril de 2014

Apoio à mobilização dos PM’s e bombeiros do Pará!

Desde o dia 02 de abril de 2014, os policiais militares do estado do Pará iniciaram uma mobilização estadual. Este movimento deu se inicio após a aprovação pela Assembleia Legislativa do estado do Pará do projeto de lei, que prevê aumento de salário apenas para os oficiais, com aumento escalonado de até 110%, proposta esta enviada pelo Governador Jatene (PSDB).O SINTUFF se solidariza com esta mobilização. É necessário que os Policiais grevistas se apóiem na mobilização e atuem de forma unificada com as entidades sindicais e populares para exigir melhores salários. Pois enquanto o governo Dilma destina bilhões para os banqueiros e a Copa da FIFA, se recusa a aprovar a PEC 300.É preciso por fim a ditadura que existe nos quartéis e as ordens de cima que desrespeitam os direitos humanos e a qualidade de vida dos policiais. Também fazemos um chamado aos policias grevistas que exijam uma lei que impeça que os PM’s continuem sendo utilizados para reprimir greves, movimentos populares, lutas estudantis, ocupações urbanas, etc. - Todo apoio à luta dos militares!- Por reajuste salarial e condições de trabalho dignas!- Pelo direito de greve e de organização sindical!- Pela desmilitarização da PM!

SINTUFF na praça!

O Comando Local de Greve do SINTUFF realizou a atividade "Universidade na Praça", na manhã desta quinta-feira (9), na Praça Arariboia, em frente à Estação das Barcas. Os grevistas denunciaram a privatização dos hospitais universitários, promovida pelo governo através da EBSERH. Foram distribuídos panfletos que denunciavam os parlamentares que votaram a favor da privatização. A atividade teve medição de pressão e nível de glicose em uma das barraquinhas. Aposentados também entregaram panfletos que denunciavam a discriminação dos idosos pelas empresas de transporte. Esteve presente apoiando e participando da atividade, a bancada do PSOL na Câmara Municipal de Niterói, composta pelos vereador Paulo Eduardo Gomes, Renatinho e Henrique Vieira.

Os vereadores Renatinho e Paulo Eduardo apoiando o movimento

A população fez fila para participar da atividade

Veja a fala dos vereadores

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Resposta ao reitor Roberto Salles

Reposta à matéria publicada no site da UFF intitulada “Sintuff impede a circulação dos ônibus e dois mil alunos são prejudicados”

Ocupação em 2011 conquistou transporte universitário, com participação do
SINTUFF, apesar das ameaças do reitor de repressão policial
Foto: Luiz F. Nabuco

O reitor Roberto Salles, através do site institucional da universidade, atacou publicamente o SINTUFF, em razão de uma atividade de greve deliberada pelos fóruns sindicais dos técnico-administrativos da UFF. Além da lamentável declaração do reitor contra o sindicato, a publicação transcreve falas de estudantes lamentando a falta dos serviços prestados pelos técnico-administrativos, tais como bandejão e transporte.
A publicação no site da UFF é um ataque ao direito de greve. O não funcionamento do bandejão e do transporte universitário traz transtornos temporários. Contudo, é importante frisar que a manutenção do bandejão no valor de R$ 0,70, as melhorias na alimentação, nos refeitórios e o transporte universitário foram conquistas obtidas através de greves e ocupações estudantis, todas amplamente apoiadas pelo SINTUFF. Grande parte destes avanços foi arrancado por uma ocupação da Reitoria em 2011, que o reitor Roberto Salles ameaçou atacar violentamente com uso de força policial. A imensa mobilização da comunidade universitária lhe impôs uma derrota. Se dependesse do reitor, essas conquistas que ele utiliza de forma populista para tentar jogar estudantes contra os servidores sequer existiriam. A lição é que somente a luta conquista. As atividades de paralisação e convencimento da greve permanecerão.
Nenhuma greve faz sentido sem paralisar os serviços decorrentes da força de trabalho. Que força teria uma greve de rodoviários sem paralisar os transportes? Como os garis teriam conseguido reajuste se não houvesse lixo acumulado nas ruas? O ex-presidente Lula, que o reitor faz questão de estampar uma foto ao lado em seu gabinete, só se tornou chefe de Estado por um dia ter liderado greves onde trabalhadores cruzaram os braços. As greves que Lula dirigiu também eram garantidas através de fechamento dos portões das unidades. Ao acusar o SINTUFF de “truculência” e “desrespeito”, o reitor poderia afirmar o mesmo do passado do ex-presidente, cuja fotografia enfeita seu gabinete. Argumentos similares aos de Salles foram usados pelo regime militar contra as greves. Roberto Salles prefere o Lula de hoje, que anda abraçado com Sarney, Maluf, Collor, Renan Calheiros, empreiteiros, empresários e banqueiros. Nós preferimos aquele que enfrentava a ditadura e os patrões por melhores salários e eleições diretas, nas décadas de 70 e 80.
O Conselho Universitário aprovou uma “Moção de Apoio à Greve”. Mais uma vez, Roberto Salles ignora uma resolução da instância máxima da universidade, ao utilizar o site da UFF para atacar a greve. O mesmo reitor que atropela decisões do Conselho Universitário quando estas não são de seu interesse, se recusa a permitir que a comunidade universitária eleja o diretor do HUAP e não acata a decisão do plebiscito que decidiu pela extinção dos cursos pagos, com o apoio de 87% dos 13326 votantes. Isso sim é desrespeito à comunidade universitária e uma afronta à democracia.
Diferente do reitor Roberto Salles, as decisões do SINTUFF e atividades de greve são aprovadas democraticamente em Assembleias e Comandos de Greve abertos, com direito a voz e voto a todos os servidores da UFF. Isso é democracia, um conceito fundamental em um momento que lembramos com tristeza os 50 anos do famigerado golpe militar no Brasil.

terça-feira, 1 de abril de 2014

A Greve Continua!

Reafirmada com unanimidade pela assembleia ocorrida hoje, a Greve segue firme. A mesma assembleia também aprovou o apoio a ocupação da reitoria da UNB com proposta de que a iniciativa se nacionalize. Essa proposta será enviada ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA para que oriente uma data de ocupações de reitorias em todo Brasil a fim de enfrentar a intransigência do governo e dos reitores.

Também foi tirado o seguinte calendário de atividades de Greve:

Quinta, 3/4, 8h - Ato na Reitoria seguida de audiência com o reitor;

Segunda, 7/4, 9h - Manifestação unificada no Centro do Rio. Em defesa da saúde pública;

Quarta, 9/4, manhã - Atividade "Universidade Vai à Praça". Os grevistas levarão às Barcas as demandas da categoria que dialogam com a população e sua importância para a sociedade, a saber, ameaça de privatização do Antônio Pedro (HUAP), péssimos salário e condições de trabalho, etc.;

Sexta, 11/4 - Debate no HUAP sobre a Crise na Saúde. Participação do vereador Paulo Pinheiro (PSOL/RJ), coordenadora Ligia Regina (SINTUFF/FASUBRA), Diretório Acadêmico de Medicina, Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e o SINDSPREV. Horário e local a definir.


A próxima assembléia debaterá o resultado da audiência com o reitor, e a depender da resposta, a categoria se posicionará sobre a eleição para reitor. Além disso definirá uma discussão e campanha contra a violência sobre a mulher.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ato no HUAP leva pauta da greve para os usuários

Fotos: Jesiel Araujo
Hoje pela manhã aconteceu um ato de Greve em frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP). Trajados com camisas que fazem referência aos Garis do Rio e sua vitoriosa Greve, os manifestantes distribuíram uma carta aberta à população e usuários. Com faixas onde se podia ler dizeres contra a privatização da saúde e em defesa do HUAP, os grevistas foram pra rua deixando apenas uma faixa livre da Marquês de Paraná, importante via que passa em frente ao hospital.

Apenas uma pista ficou liberada para o tráfego

quarta-feira, 26 de março de 2014

Conselho Universitário Aprova Moção de Apoio à Greve

Hoje durante a reunião ordinária do Conselho Universitário (CUV) do mês de março, o conselheiro representante dos técnico-administrativos, Pedro Rosa, apresentou uma proposta de moção de apoio à greve dos servidores. A moção foi aprovada com unanimidade dando assim mais força e legitimidade à greve, já que o CUV é um dos Conselhos Superiores e instância máxima de deliberação da UFF.
O texto aprovado para a moção pode ser lido na imagem abaixo que é uma foto do documento entregue à mesa do Conselho.



terça-feira, 25 de março de 2014

Resoluções do Comando Local de Greve

Na tarde de segunda-feira, 24/3, o CLG discutiu a situação da greve e definiu o seguinte:


1. Manter uma análise da política nacional, estadual e local (na UFF) sobre a Greve. Mostrar à categoria que não somos uma ilha, devemos buscar outras movimentos e categorias para atuações comuns e nos esforçar para construir um Comando Estadual de Greve;

2. Enviar relatos e análises ao CNG (Comando Nacional de Greve) para publicação em IG, contribuindo para este fórum e fazendo chegar em todo o país nossa compreensão da Greve;

3. Eleger 4 representantes ao CNG. A cada assembléia avaliar a necessidade do número de delegados ser alterado diante da postura golpista da CUT;

4. Manter o diálogo com os garis de Niterói, apoiar a oposição de Garis no RJ e buscar atos unificados com eles.  Manter atenção a toda a categoria que entrar em processo de Greve e luta para buscar unificação;

5. Ir à Assembleia da UFRJ na terça-feira, para buscar a construção de um Comando Estadual de Greve da FASUBRA;

6. Manter permanente as visitas aos setores, buscando consolidar a Greve. Para tanto se dividiu equipes responsáveis pelos seguintes campi: Valonguinho, Praia Vermelha, Gragoatá, Reitoria, HUAP, Ingá, Santa Rosa;

7. Ampliar o visual da Greve. Constituir uma Comissão de Visual e Comunicação que apresente as diversas propostas de melhorar o visual da greve, capaz de ter efeito para dentro e para fora da Universidade;

8. Política especial ao HUAP. Que o Comando Local de Greve apresente planejamento sobre as diversas ações possíveis no HUAP explorando a expressão social do hospital e a crise da saúde. Quinta-feira, 7h, ato em frente ao HUAP. À tarde haverá reunião do Comando de Greve do HUAP;

9. Fazer um levantamento da situação da Greve em todos os campi do interior. Tomar conhecimento das iniciativas que já estão ocorrendo, para em seguida o CLG pensar políticas de como ajudar a greve no interior;

10. Pauta interna e audiência com o reitor. Próxima reunião do CLG deverá definir as prioridades na pauta.. Preparar ações caso não seja agendada a audiência ou haja protelação nas respostas. Dia 3/4 haverá audiência. Nesse dia se convocará um ato público;

11. Divulgar novo material da Greve com a entrevista dos reitoráveis;

12. Buscar articulação com o movimento estudantil que apóie nossa Greve e esteja disposto a realizar atividades em unidade.

Síntese do Calendário
Terça, 25/3, 9h - Ir à assembleia da UFRJ e visitar os setores da UFF. 14h Assembleia de greve;
Quarta, 26/3, 9h - Ato no Conselho Universitário, em seguida mais visitas setoriais;
Quinta, 27/3, 7h - Ato em frente ao HUAP. 14h reunião do Comando de Greve do HUAP;
Quinta, 3/4 as 11h - Ato na Reitoria, exigindo atendimento da pauta interna. Haverá oficina de cartazes.

terça-feira, 18 de março de 2014

Assembleia reafirma greve e participação em ato no Rio de Janeiro.

A assembleia da categoria realizada terça-feira, 18/3, decidiu reafirmar a greve iniciada no dia 17/3. Foi debatida a polêmica estabelecida na direção da FASUBRA, visto que setores da CUT  estão divulgando inverdades, inventando um avanço das negociações junto ao governo no intuito de desmontar a greve.
A assembleia votou um repúdio a esta tentativa e encaminhou as seguintes tarefas:

- Participação no ato unificado com docentes, servidores de outras universidades e o Fórum de Lutas na quarta-feira com concentração às 16h na Candelária e marcha até a Cinelândia.
- Ato na quinta-feira às 8h na Reitoria.


Agora é greve!



Resoluções da primeira reunião do Comando Local de Greve


A primeira reunião do Conselho Local de Greve aconteceu no dia 17/3, primeiro dia da greve dos técnico-administrativos das Universidades Federais. Foram dados  informes locais sobre a adesão á greve nos setores da universidade. Também foi colocado em pauta o debate de um ID publicado pela  FASUBRA no domingo, véspera da deflagração da greve. Nele os representantes da CUT tentavam legitimar um discurso de que o governo estaria cooperando e cedendo, o que não é verdade, visto que o governo só resolveu sentar com a categoria depois que a greve foi decidida.

O Comando definiu os seguintes encaminhamentos:

- Assembleia de Greve, terça, 18/3, às 14h no bloco E do Gragoatá
- Quarta, 19/3, mobilização unificada no centro do Rio.
- Uma pauta interna foi construída e será levada para ser submetida a votação na assembleia
- Após aprovação da assembleia, a pauta interna será levada para o reitor e os reitoráveis.
- Será organizado um debate com os reitoráveis.

Agora é greve!