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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Delegacia de Base do HUAP decide fortalecer a Greve Geral

A Delegacia de Base do HUAP convocou uma reunião aberta para debater a Greve Geral marcada para o dia 30/6. O evento realizou-se no dia 20/6 no bandejão do HUAP. Além da discussão sobre a greve, o Seminário Nacional dos HU's da FASUBRA Sindical também estava na pauta.
Após diversas contribuições e debates, foram tiradas as seguintes definições:

- Adesão ao movimento de Greve no HUAP
- Ida de 18 delegados ao Encontro

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Assembleia do HUAP define data da eleição para delegacia de base

Foto: Jesiel Araujo
A assembleia realizada no HUAP no dia 19/1 deliberou pelo apoio às lutas da UERJ, dos servidores estaduais e a participação no Fórum de Lutas Contra a Reforma da Previdência e os ajustes dos governos e dos calendários unitários referentes a esta luta.Votou também iniciar uma campanha de denúncia sobre a situação do hospital após um ano de EBSERH. Um grupo de trabalho elaborará um dossiê contendo as denúncias e ilustrações da crítica situação que atravessa o hospital. Finalmente foi definida a realização da eleição da delegacia de base do HUAP nos dias 14,15 e 16/3. A inscrição de chapas será no dia 6/2.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Paralisação com conquistas e avanços

Fotos: Barbara Hauret
A paralisação de hoje começou com panfletagem no HUAP e em frente ao prédio da reitoria. A paralisação teve grande adesão dos servidores, inclusive de setores que não tem histórico de paralisar, como a reitoria. Os trabalhadores protestaram contra a entrada da EBSERH no HUAP, o fechamento de 40 leitos no hospital, a ameaça às 30 horas, pela revogação do despejo do SINTUFF e condições de funcionamento da biblioteca. A categoria exigiu uma reunião com o Sidney Mello, mas foram impedidos de entrar no prédio da reitoria, de uma forma totalmente antidemocrática e seletiva, decidindo qual servidor poderia entrar. A falta de diálogo com a categoria foi um dos motivos da paralisação, já que estão sendo tomadas decisões que afetam a vida dos servidores e estes não têm sua opinião ouvida. Após diversas tentativas de marcar uma audiência, sempre sem resposta, o chefe de gabinete do reitor, Alberto di Sabbato, foi obrigado a atender a categoria e ouvir as reivindicações. Os trabalhadores reclamaram da forma como foram tratados ao tentar entrar no prédio, já que todos são funcionários da UFF e têm direito ao livre acesso e também da ação encabeçada pela reitoria para despejar o sindicato de sua sede, na tentativa de calar e criminalizar toda uma categoria que luta pelos seus direitos . Diante da insistência dos servidores, que conquistaram uma vitória, ficou acertada uma reunião para a próxima terça-feira (10/5) às 11h, onde será discutida a pauta da paralisação. 

Na parte da tarde, ocorreu um abraço à BCG, em prol de melhores condições de trabalho. Há um mês, 53 funcionários terceirizados foram demitidos, fazendo com que a biblioteca funcionasse de forma ainda mais precária. A bibliotecária Gilda falou sobre a falta de ar condicionado e aos diversos requerimentos enviados à Superintendência que não foram respondidos. O bibliotecário Nilo informou sobre o cancelamento do pregão para a reposição dos terceirizados demitidos que aconteceria hoje e foi cancelado. A coordenadora Lígia lembrou da terceirização do hospital e do fechamento de leitos. O atendimento está prejudicado tanto nas bibliotecas quanto no HUAP pela falta de planejamento e comprometimento da reitoria da UFF. O SINTUFF continuará lutando pelos direitos da categoria e contra a ditadura que o reitor tenta implantar na faculdade


quarta-feira, 27 de abril de 2016

HOSPITAL ANTONIO PEDRO ADERE À EBSERH E AMEAÇA FECHAR LEITOS

Foto: Barbara Hauret
Recentemente o reitor da UFF, Sidney Mello, assinou contrato de adesão do Hospital Universitário Antônio Pedro à EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) em um processo muito questionado pela comunidade universitária. No dia da votação policiais e guardas municipais rodearam o prédio onde seria encaminhada à votação infringindo forte repressão em estudantes e servidores da universidade que pretendiam participar da reunião. O diretor do Hospital, Tarcísio Rivello, alegava na época que aderir à empresa era necessário para manter e renovar o quadro de terceirizados e evitar o fechamento de leitos.

No entanto, o contrato dos trabalhadores terceirizados vence no próximo dia 11/05 e, não há ainda, nenhuma indicação de renovação. Os leitos poderão ser fechados, causando prejuízo tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade, que terá acesso restringido aos tratamentos oferecidos no hospital.

O contrato com a EBSERH já foi assinado e ainda não há repostas concretas para esse problema. Esta situação está ocasionando indignação e preocupação em trabalhadores e usuários. No entanto, a direção do hospital não emitiu nenhum esclarecimento, aprofundando o clima de dúvidas e incertezas sobre o funcionamento futuro do hospital. 
O SINTUFF está cobrando uma resposta e exigindo à direção do HUAP a imediata renovação dos contratos dos trabalhadores terceirizados, assim como a manutenção dos leitos existentes.  

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Rouparia do HUAP em situação deplorável

Foto: Barbara Hauret
A situação em que a rouparia do Hospital Antônio Pedro encontra-se está desumana. Sem nenhuma estrutura, os trabalhadores ficam em um local quente, insalubre e perigoso. O local não tem nenhuma condição de funcionamento. As janelas do 2º andar estão quebradas, algumas com vidros faltando, o que aumenta ainda mais a insegurança do local. Os fios estão expostos e ao alcance dos que passam, podendo causar graves acidentes. O local conta com um aparelho de ar condicionado quebrado e dois ventiladores funcionando muito mal, que não amenizam em nada o calor que faz lá dentro e correm o risco de parar a qualquer momento. 

Foto: Barbara Hauret
As roupas que precisam ser descartadas ficam acumuladas no mesmo local em que as costureiras trabalham, causando um cheiro forte e acumulando poeira. Um perigo para a saúde delas, que trabalham há mais de 30 anos lá. As condições de trabalho também são péssimas. Apenas duas máquinas de costura funcionam. Os trabalhadores têm que levar a comida de casa, porque há mais de um mês o hospital parou de fornecer a refeição para eles. A cozinha e o banheiro também estão em situação deplorável. 
No térreo, não existe ventilação. As janelas foram fechadas com tapumes. O cheiro é muito forte. A situação é igualmente ruim a do 2º andar. Todo o local sofre com o mofo e reboco caindo do teto.


Não podemos deixar que as pessoas que contribuem com o funcionamento do hospital trabalhem nessas condições!




sexta-feira, 15 de abril de 2016

Hemodinâmica do HUAP em crise

O Setor de Hemodinâmica do Hospital Antônio Pedro deixou de atender os pacientes desde janeiro desse ano porque o angiógrafo, aparelho utilizado durante o procedimento de cateterismo, está sem funcionar devido à demora para a substituição de uma peça quebrada. 

O impacto gerado pela falta do equipamento é imenso. Muitos pacientes que dependem do HUAP para fazer um cateterismo estão em risco de morte. O exame é extremante necessário para casos de infarto. Assim que foi constatada a falha do aparelho, o setor enviou um pedido para ao conserto. Já foram feitas diversas notificações ao diretor do Hospital para que o aparelho fosse consertado, porém sem retorno. A empresa fabricante enviou o orçamento para a troca do equipamento, que está obsoleto e não pode ser consertado por falta de peça.
 
O setor, que foi reformado, encontra-se vazio e abandonado por conta do descaso da direção do hospital.
O tomógrafo do Hospital também está quebrado. O Setor de Oncologia comunicou que suspenderá o atendimento por 60 dias a partir do dia 1º de maio.





SINTUFF na luta!


Na tarde de ontem (14), o vereador Paulo Eduardo Gomes organizou uma reunião Extraordinária da Comissão de Saúde com a presença do Defensor Público Chefe da Defensoria Pública da União, Dr. Rafael Bravo Gomes. Participaram da reunião, além de vereadores, representantes do SINTUFF - Sindicato dos Trabalhadores da UFF e do ANDES-SN Sindicato Nacional de Docentes do Ensino Superior. Na reunião, foram apuradas as denúncias e as cobranças serão feitas à direção do Hospital.

terça-feira, 8 de março de 2016

Com forte escolta policial reitor e diretor do HUAP dão golpe na UFF

Foto: Zulmair Rocha
O Reitor Sydney e o diretor do Hospital Antônio Pedro, Tarcísio Rivello, com uma operação repressiva e uma ação vergonhosa, conseguiram aprovar um indicativo para a entrada da EBSERH na UFF. Em cinco minutos e numa reunião secreta, supostamente do Conselho Deliberativo, onde ingressaram pessoas desconhecidas, decidiram o destino do hospital. Cientes da impossibilidade de convencer à comunidade universitária sobre as vantagens da EBSERH, reitor e diretor montaram um aparato repressivo e judicial para impor, com uma votação minoritária, a concordância à privatização do HUAP.
A reitoria conseguiu uma liminar que determinava um interdito proibitório frente a qualquer manifestação. Assim, desde cedo três carros de polícia e um batalhão de policiais armados organizaram um cordão de isolamento gradeando a entrada do prédio da Procuradoria Federal. O assessor da reitoria, Ronconi, conseguiu ser mais autoritário que a própria justiça impedindo a entrada de trabalhadores, estudantes, usuários e parlamentares. A conselheira suplente Lígia, coordenadora do SINTUFF, depois de muita briga, conseguiu entrar para registrar a ilegitimidade dessa reunião.
O autoritarismo da reitoria é cada vez mais exacerbado e todos os problemas da universidade estão sendo resolvidos através da imposição policial. A universidade tem sido tolhida do debate.
De que tinha tanto medo o diretor Tarcísio, para ter que apelar a tamanho aparato repressivo? A polícia federal, estadual e municipal dos governos Dilma, Pezão e Rodrigo Neves, armados com fuzis e escopetas, ameaçaram manifestantes que realizavam um protesto legítimo.  O reitor e o diretor tinham medo de que o debate democrático expusesse e a comprovação de que, em todos os hospitais onde a empresa foi implementada, o modelo fracassou. Pioraram os atendimentos, falta material, recuaram as pesquisas, se pratica assédio moral, e o atendimento é produtivista.
 Tinham medo porque se aceitassem a proposta de realizar audiências públicas para garantir o debate democrático acerca do significado da EBSERH na universidade, não teriam argumentos para convencer que uma empresa privada, que visa só a obtenção de lucros, vai beneficiar a saúde pública.
O que reitor e diretor fizeram foi uma demonstração de debilidade e incapacidade de lidar com os assuntos da universidade e com o diálogo com trabalhadores e estudantes da UFF. O SINTUFF, junto a estudantes e professores, fizeram seu papel. Estiveram na porta denunciando a atitude covarde e autoritária da reitoria e da direção do hospital.
No final da reunião, na saída dos conselheiros, a manifestação indignada repudiou os conselheiros e o diretor. A polícia federal e municipal jogaram covardemente gás de pimenta nos manifestantes.
A batalha continua, no próximo CUV a reitoria pretende colocar a EBSERH na pauta. V
amos nos mobilizar e lotar o conselho! Todos ao CUV.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cai teto do setor de diálise do HUAP machucando duas servidoras

Hoje por volta das 7h da manhã, parte do forro de uma das salas do setor de diálise do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) caiu sobre duas servidoras deixando uma com um corte na testa e outro no braço e a outra com uma lesão no ombro.
O problema aconteceu por causa de uma obra que ocorre no andar de cima. Um operário estava quebrando uma parede e o abalo fez com o que o reboco do teto do andar de baixo (onde fica a diálise) se soltasse fazendo peso sobre o forro que cedeu atingindo as trabalhadoras.
É no mínimo negligência por parte da Portubras Engenharia, responsável pela obra, e da direção do hospital fazer esse tipo de obra sem analisar a estrutura do prédio e os riscos oferecidos aos que estão em volta. Na sala em frente onde o teto cedeu havia pacientes. Quão pior não seria se esse forro caísse sobre alguém em tratamento? Apesar dos ferimentos, as servidoras passam bem.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Vitória da comunidade universitária!

Há dois dias atrás foi convocada uma reunião extraodinária do Conselho Deliberativo do HUAP (CDHUAP) para aprovar a EBSERH. Como se não fosse suficiente, além de chamar um Conselho às pressas, ainda marcou-se num local fora da universidade: a Procuradoria Federal.
Sabendo desse conluio, o SINTUFF junto com a ADUFF e o movimento estudantil convocaram a comunidade universitária para porta da Procuradoria para impedir que a reunião do Conselho acontecesse. O diretor do HUAP, Tarcísio Rivello,  chegou por volta das 8h (para uma reunião que começaria às 10h) e se surpreendeu com a mobilização. Com faixas e cartazes, uma expressiva participação de estudantes, servidores e docentes agitaram palavras de ordem contra a entrada da EBSERH no HUAP em defesa da saúde pública.  As polícias militar e federal foram chamadas ao local. Alguns PM's portando fuzis. Desnecessário. Um clima de tensão começou a ser formado porém os manifestantes não arredaram pé da porta do edifício. Os vereadores do PSOL Babá e Renatinho estiveram presentes dando apoio, assim como representantes do SINTUFRJ, ASUNIRIO, Fiocruz, SEPE/Niterói e Sindicato de Enfermagem.
Uma forte delegação de servidores do HUAP e estudantes constrangeu os conselheiros que foram chegando. O diretor de Enfermagem do HUAP, Enderson Castilho, que também é conselheiro do CDHUAP, esteve presente e se posicionou publicamente contra a EBSERH.
A força da mobilização obrigou o procurador e Tarcísio resolvessem pela suspensão do Conselho Deliberativo. Foi permitido que apenas os procuradores acessassem o prédio.O protesto se manteve firme apesar de uma forte chuva até confirmar que não haveria nenhuma reunião.
A mobilização foi uma grande vitória. Não funcionou a política autoritária do reitor e do diretor Tarcísio de querer impor a EBSERH sem debater com a comunidade universitária.
Mas não podemos relaxar. Precisamos estar atentos para qualquer movimentação da administração chamando outra reunião extraordinária. Precisamos mobilizar para o CUV para impedir mais uma vez qualquer atropelo que pretenda a entrada da EBSERH na UFF.

Dia 27/01, 9h, no auditório da Geociências (Campus Praia Vermelha), todos ao CUV!!!


"O HUAP é nosso. Ninguém tira da gente. Direito garantido não se compra e não se vende"



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

EBSERH tem mais uma derrota na UFF

Foto: Barbara Hauret
Aconteceu hoje uma reunião do Conselho Deliberativo do HUAP, convocada pelo diretor do hospital, com pauta única: EBSERH. Desta vez a reunião contou com a presença de diversos diretores de unidade, além
do reitor e do vice. Também compareceu, a convite da administração da UFF, o presidente da EBSERH, Newton Lima Neto, que fez uma palestra para defender este projeto nefasto de gestão hospitalar. Diante de um auditório (Aloysio de Paula) lotado por técnicos, professores, estudantes e usuários, o diretor fez sua superficial explanação e foi por todos ouvido.
Logo após o professor Tarcísio Rivello quis abrir para perguntas. Porém, a conselheira Lígia Martins fez uma proposta para que fosse também apresentado um contraponto ao discurso de Newton. Para esta tarefa a professora Claudia March, diretora do ANDES e docente da UFF, foi à frente. Com dados contundentes, March colocou em cheque o discurso do diretor da EBSERH sendo aplaudida muitas vezes pelos presentes.
Após a palestra da professora, Rivello quis abrir para perguntas porém coma limitação de que apenas conselheiros poderiam ter voz. Em protesto a conselheira Lígia propôs que se abrisse para que todos pudessem fazer perguntas garantindo assim uma participação mais democrática dos presentes. Irritado, Tarcísio negou no ato mas teve que recuar e fazer uma votação pífia onde somente se fez clara a votação dos favoráveis e mal se sabia da existência de quórum para qualquer votação. O diretor do HUAP mais uma vez revelou sua total inabilidade política e veia ditatorial sendo, inclusive, chamado de ditador pela plateia presente que estava ávida em participar do debate.
Vendo que não conseguiria impor sua vontade frente a insatisfação dos presentes, Tarcísio encerrou a reunião. Nossa tarefa agora é continuar resistindo e buscando convencer o maior número de colegas de trabalho possível para não aceitar essa imposição do governo e mobilizar para o próximo conselho universitário que deve acontecer no dia 27/01. "Eu já falei, vou repetir, a EBSERH não entra aqui"

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Vitória da comunidade acadêmica: forte mobilização impede votação da EBSERH

Fotos: Barbara Hauret
O SINTUFF, servidores, estudantes e usuários se concentraram desde cedo na porta do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) panfletando e denunciando a possibilidade da aprovação da EBSERH no Conselho Deliberativo do hospital. Antes do início da reunião, cerca de cem pessoas, dentre elas estudantes, técnicos, professores e usuários, se colocaram em frente a sala onde aconteceu a plenária, solicitando participação na reunião.Tarcísio Rivello tentou impedir a massiva participação da comunidade propondo que apenas 15 pessoas entrassem. Mediante a pressão dos presentes o diretor do hospital teve que ceder e foi garantida a participação democrática para todos os presentes.
Graças a força da mobilização dos trabalhadores, usuários e estudantes, a EBSERH não foi votada e decidiu-se no Conselho Deliberativo que o debate será ampliado institucionalmente. Porém é necessário ficarmos atentos pois o diretor do HUAP se mostrou esquivo diante da solicitação de marcar uma data para continuar o debate. Seu álibi era que "precisava falar com o reitor", o magnífico que até agora nunca apareceu.
Após, a diretora administrativa do HUAP, Maira Conceição de Andrade, fez uma explanação explicando a crise financeira pela qual passa o Antonio Pedro.
 O vice-reitor esteve presente no início da reunião e quando questionado sobre sua posição acerca da EBSERH, simplesmente se esquivou dizendo que "não estavam respeitando o espaço do Conselho" e se retirou para outros compromissos.
Sabemos que poucos dias antes uma reunião dos diretores de toda UFF foi convocada pelo reitor. Esse encontro tinha como presença principal o presidente da EBSERH. Coincidentemente, depois Tarcísio chamou um Conselho deliberativo que não se reunia há mais de um ano. Havia sim um risco de que a Empresa fosse aprovada nesta reunião caso  não houvesse   mobilização. Por isso parabenizamos a todos pelo forte e engajado combate dado hoje no HUAP, mas não podemos relaxar. Com certeza novas investidas e manobras por parte da administração já estão a caminho, por isso temos que manter a mobilização atenta. Nossa próxima agenda é a participação de todos no CUV dia 25/11, 9h, no auditório da Geociências. Campus Praia Vermelha.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Audiênica Pública na Câmara de veradores em defesa do HUAP

Fotos: Barbara Hauret
Mais uma atividade fortaleceu a campanha contra o fechamento e privatização do HUAP. Ontem, 10/11, servidores, estudantes e movimentos sociais lotaram a Audiência Pública Em defesa do Hospital Antônio Pedro na Câmara de vereadores de Niterói.
Representantes do SINTUFF, ADUFF, DABT (curso de Medicina da UFF), FASUBRA e os vereadores Paulo Eduardo Gomes (PSOL), Betinho (SDD) além de uma representante da Secretaria Municipal de Saúde presidiram a mesa da Audiência.
Houve várias intervenções: representantes do Sindicato de Psicólogos de Niterói, da Associação dos servidores da saúde municipal, do Conselho de Saúde municipal e da Saúde Mental denunciaram a situação crítica da saúde pública de Niterói.
O vereador Renatinho e o deputado estadual do PSOL, Flávio Serafini, manifestaram seu total apoio à campanha na defesa do HUAP. O vereador do PSOL Paulo Eduardo Gomes denunciou o vereador Betinho, que presidia a Audiência, por ter votado a favor da privatização da saúde municipal quando foi favorável à entrada das Organizações Sociais.
Estudantes denunciaram também que o Diretor do HUAP, Tarcísio Rivello, estava ausente na Audiência porque nesse momento se encontrava em um evento discursando sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, EBSERH.
Os trabalhadores do HUAP presentes estenderam faixas e cartazes e agitaram contra a privatização do hospital.


O SINTUFF continua firme na campanha pela defesa do HUAP. Mais uma atividade vitoriosa somando forças e adesões a uma luta que é de todos, trabalhadores, estudantes, professores, usuários e população de Niterói e adjacências.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Ato em defesa do HUAP mostra força de técnicos, estudantes e professores

Fotos: Zulmair Rocha
Aconteceu ontem, 5/11, em frente ao Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP), uma manifestação  conjunta de técnicos, estudantes e professores. Motivada pelo fechamento de leitos, falta de materiais, cancelamento de cirurgias e a ameaça do fechamento do hospital por falta de verbas, a mobilização reuniu um grande grupo que ocupou a frente do hospital e um faixa da Marquês do Paraná, via de grande fluxo que passa em frente ao Antonio Pedro. Diversos cartazes foram confeccionados falando contra a precarização do hospital e contra a EBSERH. Quando o semáforo fechava para os carros, os manifestantes levavam faixas para a pista buscando uma comunicação com os motoristas. Muitos buzinaram em apoio à mobilização.
No final da manhã decidiu-se partir em passeata rumo às barcas para dialogar com a população.  O ato seguiu pela Amaral Peixoto ao som de uma bateria de estudantes que embalaram as palavras de ordem contra Tarcísio e seu autoritarismo, em defesa do HUAP e contra a EBSERH. Durante a caminhada havia grande apoio popular. Transeuntes paravam pra receber os panfletos e conversar com os manifestantes. Tão logo eram conscientizados apoiavam a marcha acenando e fazendo sinal de positivo. Muitas pessoas também deram seu apoio das janelas dos prédios que ladeiam a principal avenida da cidade. Chuva de papel picado indicava que o clamor da passeata era também a dos moradores de Niterói. Funcionários demitidos do Hospital Santa Cruz que estavam em protesto, também se uniram à marcha. A manifestação teve seu fim na estação das barcas.

O ato contou com a presença de diversos estudantes com destaques para os que compõe o DABT e os cursos que tem formação dentro do HUAP. Também estiveram presentes entidades como SINDSPREV, SINDMED, SINFAERJ e ADUFF. Uma delegação de estudantes do PURO e de Volta Redonda veio para participar da mobilização.
Alguns parlamentares estiveram presentes se solidarizando. Prestaram apoio os vereadores Paulo Eduardo Gomes (PSOL/Niterói), Renatinho (PSOL/Niterói) e Babá (PSOL/Rio). O deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) também apoiou o evento.
Esta foi uma grande demonstração de disposição de luta em defesa do HUAP e contra toda medida autoritária que queira entregar o hospital nas mãos da iniciativa privada. Seguimos mobilizados para manter o estado do Rio de Janeiro como polo de resistência à EBSERH.

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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Reunião no HUAP define lutas contra precarização do hospital

Foto: Jesiel Araujo
Hoje (20/10), aconteceu uma reunião dos trabalhadores do HUAP convocada pelo SINTUFF. Esta agremiação teve o intuito de fazer com que os companheiros compartilhassem o que têm passado nos seus setores desde que começou a faltar materiais para o trabalho e debater meios de ação para combater essa crise. Compuseram mesa a estudante de medicina e integrante do Diretório Acadêmico Barros Terra (DABT), Karine, um representante do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (SINFAERJ), Fabio Neto, e também os coordenadores Lígia Regina e Pedro Rosa.
Houveram relatos de cirurgias que estavam planejadas e não foram realizadas, problemas que os pacientes enfrentam por conta da transferências de alguns setores para andares altos além da falta de eficiência dos elevadores que agrava ainda mais toda a situação. Destes relatos e do debate surgiram as seguintes propostas aprovadas:

- Ato no CUV dia 28/10 às 9h para pressionar o reitor a se posicionar sobre a crise no HUAP.

- Roda de conversa com o DABT dia 22/10, às 18h no auditório Aluisio Brasil, prédio anexo do HUAP.

- Repúdio ao cancelamento das internações,exames e cirurgias sem nem mesmo discutir com a comunidade acadêmica acerca da situação do HUAP e como enfrentar a crise.

- Cobrar que a reitora faça uma auditoria completa das contas, obras e serviços no HUAP, com o direito de participação do SINTUFF e demais entidades que desejarem participar.

- Encaminhar audiência pública com o reitor e o diretor do HUAP para que esclareçam qual a situação do HUAP

- Propor à FASUBRA que incorpore a campanha em defesa do HUAP e contra a EBSERH, divulgando em seus veículos de comunicação.

- Fazer denúncia ao Ministério Público sobre as irregularidades das obras e prestação de serviço no HUAP.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Primeiro dia de paralisação tem bons resultados

Fotos: Jesiel Araujo e Barbara Hauret
Hoje, conforme tirado em assembleia, foi o primeiro dia de paralisação dos três aprovados (7, 8 e 9/4). O SINTUFF esteve desde 6h em frente ao HUAP com professores e alunos mobilizando a categoria a respeito da necessidade de adesão ao movimento e dialogando com usuários e população através de um café da manhã e uma carta unificada que era entregue pelos trabalhadores.
Depois disso o sindicato percorreu alguns setores da universidade a fim de conscientizar os trabalhadores da necessidade da luta. Quão grata foi a surpresa ao perceber que muitas partes da UFF já estavam paralisadas. No Gragoatá quase não havia movimento de professores, alunos ou técnicos. Os que estavam no campus participavam de rodas de debates promovidas pela ADUFF falando sobre a paralisação e os motivos dela. Na Reitoria muitas salas vazias mostravam a disposição de muitos em apoiar a paralisação. O sindicato esteve presente a fim de tentar trazer os trabalhadores para mais perto da realidade que hoje vivem os servidores públicos, e que só na luta esse quadro pode ser revertido.


Roda de debate no Gragoatá

Reitoria com vários setores paralisados

quinta-feira, 26 de março de 2015

Reuniões setoriais a todo vapor

O SINTUFF tem realizado reuniões setoriais em diversas partes da universidade. Diversas demandas são apresentadas pelo trabalhadores. A intenção do sindicato é estar mais perto dos trabalhadores que muitas vezes não conseguem estar presentes nas assembleias e demais mobilizações por conta do tipo de trabalho que desempenham. O SINTUFF também busca atrair os trabalhadores para a vida sindical e a luta classista da construção da greve deste ano e a importante assembleia do próximo dia 15/4 para eleger os delegados ao XXII CONFASUBRA.
Foram realizadas diversas reuniões setoriais. Dentre vários setores, foram visitados a hemodinâmica, biblioteca, DIP, Ortopedia, Farmácia, Faturamento e Arquivo Médico no HUAP. DOA, ICHF, Educação e Economia no Gragoatá.

Fotos: Jesiel Araujo e Barbara Hauret

Biblioteca HUAP
Hemodinâmica
DIP
DOA
ICHF
Farmácia
Arquivo Médico
Faculdade de Educação
Economia
Ortopedia
Faturamento

quarta-feira, 4 de março de 2015

Ato no HUAP divulga paralisação e chama para o ato nacional

Fotos Barbara Hauret
Conforme aprovado na recente Assembleia Geral do SINTUFF, no dia da paralisação do dia 3/3, foi realizada uma atividade de panfletagem no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) começando às 7h da manhã.
Os servidores comparecerem e distribuíram os panfletos chamando para paralisação no dia 6 de março e para o ato nacional contra a EBSERH no mesmo dia, às 16h na Praça da Cruz Vermelha.
Foi informado novamente que o SINTUFF irá disponibilizar ônibus saindo do DCE e do HUAP às 15h para levar os companheiros para mobilização.

Chamada ao ato nacional do dia 6/3

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Reunião no HUAP prepara mobilizações para barrar EBSERH e catracas

 A ameaça da privatização do Hospital Antonio Pedro vem sendo ensaiada desde a famigerada MP 520, presente de despedida que Lula nos deixou. Há alguns anos tentam implantar a EBSERH e o SINTUFF junto aos servidores vimos nos opondo e combatendo. Várias universidades do estado do Rio de Janeiro e de todo Brasil protagonizaram lutas vitoriosas, a exemplo da UNIRIO e da UFRJ, que com a força da mobilização da comunidade universitária  conseguiram que os Conselho Universitários de cada unidade de ensino não aprovassem a implantação da Empresa.
Agora quem está sob  ameaça desta ofensiva é a UFF. Existe a possibilidade de que a atual gestão assine o contrato com a EBSERH antes de passar o gabinete, tal qual Lula fez no apagar das luzes. Muitos relatos confirmam que o contrato já está pronto esperando apenas para ser assinado. Em outras universidades, práticas semelhantes foram utilizadas para implementar a EBSERH . Lembremos quando se aprovou o REUNI no tribunal de justiça com a PM na porta impedindo a entrada de conselheiros que eram contra dita reestruturação.
Enquanto isso, um caos se instala no hospital provocado pela obras constantes. Diversos setores funcionam sem condições de segurança e mobilidade no prédio anexo da emergência. O ambulatório ocupa o quinto e sexto andares dividindo espaço com outras diversas especialidades. Pacientes com dificuldades de locomoção se aglomeram em frente ao único elevador operante para todo prédio. Na recepção do HUAP agora também forma-se uma fila para "controlar o acesso" das pessoas, o que causa mais transtorno ainda. Segundo alguns profissionais, essa barreira na entrada do hospital atrasa a chegada do paciente no setor e por consequência atrasa o atendimento causando acúmulo. Outros setores sofrem situações de extremo calor e dificuldade de acesso à obtenção de água, visto que não tem laboratório na sala, o que acontece no setor da Puericultura.
 Não obstante, segue com força a pressão para que as catracas passem a funcionar de fato, embora não haja laudo dos bombeiros para que elas sequer estejam onde estão.
Tendo em vista todas as considerações colocadas na reunião acontecida hoje, terça feira 14/10  no HUAP, foi resolvido a realização de um ato no dia 22/10, quarta-feira, à partir das 6:30, a fim de  encampar uma grande campanha de mobilização para barrar a EBSERH e a catraca. SINTUFF convoca a todos para participar e se somar a esta luta.