A Assembleia será específica para os envolvidos no processo dos 28,86%, conforme listagem. Clique aqui para ver a lista de nomes. A reunião será na segunda-feira, 14/4, 15 horas, no Bandejão Gragoatá.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Faixa na fachada do HUAP denuncia EBSERH
O SINTUFF colocou uma grande faixa denunciando a política do governo de privatizar os hospitais universitários por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Os dizerem ainda constatam que a reforma do Maracanã consumiu recursos equivalentes a 20 anos de verbas para o Hospital Universitário Antônio Pedro.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
Resposta ao reitor Roberto Salles
Reposta à matéria publicada no site da UFF intitulada “Sintuff impede a circulação dos ônibus e dois mil alunos são prejudicados”
| Ocupação em 2011 conquistou transporte universitário, com participação do SINTUFF, apesar das ameaças do reitor de repressão policial Foto: Luiz F. Nabuco |
O reitor Roberto Salles, através do site institucional da universidade, atacou publicamente o SINTUFF, em razão de uma atividade de greve deliberada pelos fóruns sindicais dos técnico-administrativos da UFF. Além da lamentável declaração do reitor contra o sindicato, a publicação transcreve falas de estudantes lamentando a falta dos serviços prestados pelos técnico-administrativos, tais como bandejão e transporte.
A publicação no site da UFF é um ataque ao direito de greve. O não funcionamento do bandejão e do transporte universitário traz transtornos temporários. Contudo, é importante frisar que a manutenção do bandejão no valor de R$ 0,70, as melhorias na alimentação, nos refeitórios e o transporte universitário foram conquistas obtidas através de greves e ocupações estudantis, todas amplamente apoiadas pelo SINTUFF. Grande parte destes avanços foi arrancado por uma ocupação da Reitoria em 2011, que o reitor Roberto Salles ameaçou atacar violentamente com uso de força policial. A imensa mobilização da comunidade universitária lhe impôs uma derrota. Se dependesse do reitor, essas conquistas que ele utiliza de forma populista para tentar jogar estudantes contra os servidores sequer existiriam. A lição é que somente a luta conquista. As atividades de paralisação e convencimento da greve permanecerão.
Nenhuma greve faz sentido sem paralisar os serviços decorrentes da força de trabalho. Que força teria uma greve de rodoviários sem paralisar os transportes? Como os garis teriam conseguido reajuste se não houvesse lixo acumulado nas ruas? O ex-presidente Lula, que o reitor faz questão de estampar uma foto ao lado em seu gabinete, só se tornou chefe de Estado por um dia ter liderado greves onde trabalhadores cruzaram os braços. As greves que Lula dirigiu também eram garantidas através de fechamento dos portões das unidades. Ao acusar o SINTUFF de “truculência” e “desrespeito”, o reitor poderia afirmar o mesmo do passado do ex-presidente, cuja fotografia enfeita seu gabinete. Argumentos similares aos de Salles foram usados pelo regime militar contra as greves. Roberto Salles prefere o Lula de hoje, que anda abraçado com Sarney, Maluf, Collor, Renan Calheiros, empreiteiros, empresários e banqueiros. Nós preferimos aquele que enfrentava a ditadura e os patrões por melhores salários e eleições diretas, nas décadas de 70 e 80.
O Conselho Universitário aprovou uma “Moção de Apoio à Greve”. Mais uma vez, Roberto Salles ignora uma resolução da instância máxima da universidade, ao utilizar o site da UFF para atacar a greve. O mesmo reitor que atropela decisões do Conselho Universitário quando estas não são de seu interesse, se recusa a permitir que a comunidade universitária eleja o diretor do HUAP e não acata a decisão do plebiscito que decidiu pela extinção dos cursos pagos, com o apoio de 87% dos 13326 votantes. Isso sim é desrespeito à comunidade universitária e uma afronta à democracia.
Diferente do reitor Roberto Salles, as decisões do SINTUFF e atividades de greve são aprovadas democraticamente em Assembleias e Comandos de Greve abertos, com direito a voz e voto a todos os servidores da UFF. Isso é democracia, um conceito fundamental em um momento que lembramos com tristeza os 50 anos do famigerado golpe militar no Brasil.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Audiência com a reitoria: direção do HUAP instalou catracas antes de laudo do Corpo de Bombeiros
| Fotos: Jesiel Araujo |
Os recentes incêndios em hospitais universitários, como o Pedro Ernesto, demonstram que é essencial não ignorar os riscos. Os representantes do Comando de Greve fizeram questão de frisar que a instalação de catracas como controle de acesso em hospitais é algo totalmente incomum e fora dos padrões. Para o sindicato, existe uma notória tentativa de escamotear uma real intenção de futuramente implantar ponto eletrônico, atacar as 30 horas para implantar a EBSERH. Visto as declarações do reitor associando as catracas a uma acusação pública de que médicos não cumprem horários e ao fato da reitoria ter omitido que a tecnologia das catracas permite o controle eletrônico de horário.
Ficou firmado que a proposta de formar uma Comissão sobre o Assédio Moral vinculada ao Conselho Universitário e independente da administração voltará à pauta deste espaço.
Comando de Greve do SINTUFF promove atividade de greve no Mequinho e paralisa transportes
| Foto: Jesiel Araujo |
O reitor Roberto Salles respondeu atacando o sindicato. O Comando de Greve do SINTUFF entende que o movimento paredista só faz sentido se de fato paralisar os serviços e mostrar, desta forma, a importância do trabalho dos servidores.
terça-feira, 1 de abril de 2014
A Greve Continua!
Reafirmada com unanimidade pela assembleia ocorrida hoje, a Greve segue firme. A mesma assembleia também aprovou o apoio a ocupação da reitoria da UNB com proposta de que a iniciativa se nacionalize. Essa proposta será enviada ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA para que oriente uma data de ocupações de reitorias em todo Brasil a fim de enfrentar a intransigência do governo e dos reitores.
Também foi tirado o seguinte calendário de atividades de Greve:
Quinta, 3/4, 8h - Ato na Reitoria seguida de audiência com o reitor;
Segunda, 7/4, 9h - Manifestação unificada no Centro do Rio. Em defesa da saúde pública;
Quarta, 9/4, manhã - Atividade "Universidade Vai à Praça". Os grevistas levarão às Barcas as demandas da categoria que dialogam com a população e sua importância para a sociedade, a saber, ameaça de privatização do Antônio Pedro (HUAP), péssimos salário e condições de trabalho, etc.;
Sexta, 11/4 - Debate no HUAP sobre a Crise na Saúde. Participação do vereador Paulo Pinheiro (PSOL/RJ), coordenadora Ligia Regina (SINTUFF/FASUBRA), Diretório Acadêmico de Medicina, Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e o SINDSPREV. Horário e local a definir.
Também foi tirado o seguinte calendário de atividades de Greve:
Quinta, 3/4, 8h - Ato na Reitoria seguida de audiência com o reitor;
Segunda, 7/4, 9h - Manifestação unificada no Centro do Rio. Em defesa da saúde pública;
Quarta, 9/4, manhã - Atividade "Universidade Vai à Praça". Os grevistas levarão às Barcas as demandas da categoria que dialogam com a população e sua importância para a sociedade, a saber, ameaça de privatização do Antônio Pedro (HUAP), péssimos salário e condições de trabalho, etc.;
Sexta, 11/4 - Debate no HUAP sobre a Crise na Saúde. Participação do vereador Paulo Pinheiro (PSOL/RJ), coordenadora Ligia Regina (SINTUFF/FASUBRA), Diretório Acadêmico de Medicina, Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e o SINDSPREV. Horário e local a definir.
A próxima assembléia debaterá o resultado da audiência com o reitor, e a depender da resposta, a categoria se posicionará sobre a eleição para reitor. Além disso definirá uma discussão e campanha contra a violência sobre a mulher.
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